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Grupo de trabalho coordenado pelo MME tem 90 dias para avaliar potencial de produção mineral e propor estratégias de aumento de investimentos, considerando que o mundo precisará de mais 14 mil toneladas de urânio nos próximos anos.

Estudo identificou que metade do potencial de urânio da província baiana ainda está por explorar, abrindo oportunidades para que o Brasil suba entre os cinco maiores produtores mundiais do minério.

Relatório aponta que compromissos nacionais podem alcançar 1.446 GWe até 2050, com mais de 50 países avançando em planos de extensão de usinas, construção de novos reatores e tecnologias como pequenos reatores modulares.

A cooperação entre as instituições já identificou 16 novas anomalias com potencial para mineralizações de urânio na região de Rio Cristalino, no sul do Pará, desde 2023.

Liderança do grupo de trabalho foi criada para desenvolver diretrizes e instrumentos financeiros voltados à expansão segura e sustentável da energia nuclear entre os países-membros do bloco.

Processo de RFI visa estruturar parcerias para desenvolvimento de cinco áreas de mineração de urânio, com objetivo de garantir autossuficiência nas usinas Angra 1 e Angra 2 e exportar o excedente da produção.

O empreendimento prevê investimento de R$ 3 bilhões para extrair urânio e fosfato, gerando 2.800 empregos diretos na construção e aumentando o PIB regional de R$ 1,6 bilhão para R$ 6,4 bilhões.

Subsidiária Atlas Critical Minerals demonstrou viabilidade de dois tipos distintos de depósitos por estudos técnicos em Iporá (GO) e Alto do Paranaíba (MG), criando portfólio diversificado com múltiplos caminhos para produção.

Tribunal Regional Federal exigiu comprovação de que a chinesa China Nonferrous Metal Mining não explorará o minério estratégico na Mina Pitinga, sob risco de suspensão total das operações.

Marcelo Xavier de Castro assume a presidência em momento de renovação institucional, enquanto três diretores são nomeados para as áreas de Combustível Nuclear, Recursos Minerais e Finanças.

Levantamento identificou 39 ocorrências minerais com teores de ETRs comparáveis aos principais depósitos mundiais, abrindo perspectivas para reduzir a dependência da China na cadeia de abastecimento global.

Levantamento do Red Book 2024 aponta que a base global de recursos alcançou 7,93 milhões de toneladas, com despesas de exploração saltando para US$ 840 milhões em 2023.

Com participação de 32,2% na Atlas Critical Minerals, a mineradora ganha exposição a grafite, titânio e urânio, ampliando sua atuação além do lítio em minerais críticos essenciais à transição energética global.

Pesquisa identificou quatro novas ocorrências no depósito Rio Cristalino, que abrange aproximadamente 9 mil km² e está localizado a 50 km da zona urbana.

Acordo contempla ENBPar, Eletronuclear, INB e Nuclep com foco em modernizar a governança, redefinir modelos de negócio e alinhar as estatais aos objetivos nacionais para energia renovável.

Seminário debate a retomada do programa nuclear brasileiro e destaca o potencial do setor de urânio, com a GE21 anunciando abertura de filial na Argentina.

Seminário abordará a flexibilização do monopólio estatal com a Lei 14.514, reunindo especialistas, governo, empresas e parlamentares para discutir a regulamentação do setor.

Ramal de 100 km levará a produção da mina de Itataia até o Porto de Pecém, com previsão de 1,05 milhão de toneladas anuais de fertilizantes fosfatados e execução em um ano e meio.

Programa estabelece parcerias com empresas de mineração para prospectar recursos em áreas com potencial conhecido, após 40 anos sem atividades de exploração.

Mapa de Favorabilidade foi desenvolvido em parceria com CDTN e INB, alinhando-se à Política Nuclear Brasileira para fomentar pesquisa e exportação de minérios nucleares.

A entidade propõe flexibilizar a pesquisa e exploração do mineral por meio de parcerias com a INB ou individualmente, com potencial para colocar o Brasil entre as dez maiores reservas de urânio do mundo.

Informe classifica os geocompartimentos conforme favorabilidade para depósitos de urânio e busca subsidiar a Política Nuclear Brasileira com redução do risco exploratório.

Custo estimado em US$ 500 milhões para o desmonte das estruturas é o principal obstáculo, conforme explicou a empresa pública durante audiência na Comissão de Minas e Energia.

Captura de recursos será feita em 15 anos através de quatro ações, incluindo a concessão da Unidade de Buena, no Rio de Janeiro, e projetos de mineração no Paraná, Pará e Ceará.

Medida Provisória permite parcerias entre a INB e mineradores privados para exploração de jazidas com elementos nucleares, sem exigência de valor econômico mínimo.

Monitoramento entre 2018 e 2021 realizado com o Ibama não constatou contaminação por urânio nas águas superficiais e subterrâneas do município baiano.

Audiências do Ibama em três municípios cearenses buscaram validar a viabilidade ambiental e socioeconômica do empreendimento, que promete aumentar o PIB local em até 9,8 vezes e eliminar barragem de rejeitos com processo a seco.

Primeira etapa remediou 3.900 embalados com resíduo radioativo em menos de dois meses, superando a meta inicial e gerando dados para dimensionar as próximas operações até o fim do ano.

Aquisição de 17 concessões minerais pela empresa americana será investimento de US$ 27,5 milhões com potencial de produzir até 10 mil toneladas anuais de concentrado de monazita, minério portador de elementos de terras raras e urânio.

Audiências públicas acontecem em três municípios cearenses para discussão do impacto ambiental do projeto de mineração em Santa Quitéria.

Comunicado esclarece detalhes do projeto de exploração de urânio no Ceará, reafirmando o uso de processo inovador de concentração a seco e ausência de terras indígenas na região.

Aceitação do EIA/RIMA abre caminho para audiências públicas em maio sobre o projeto do Consórcio Santa Quitéria, que também prevê mineração de fosfato no Ceará.

Projeto minero industrial receberá investimentos de R$ 2,3 bilhões e se enquadra na Política Pró-Minerais Estratégicos do Governo Federal.

Marca foi alcançada em 2022 com a entrega de 56 elementos combustíveis à Eletronuclear, consolidando a capacidade produtiva da fábrica em Resende/RJ.

Contrato com o CDTN será fundamental para definir soluções em áreas vitais da Unidade de Caldas e acelerar o processo de descomissionamento.

O projeto está alinhado à Política Nuclear Brasileira que visa fomentar a pesquisa e prospecção de minérios nucleares no País.

Com a ampliação, a INB reduz o seu grau de dependência na contratação do serviço de enriquecimento isotópico no exterior.

A licença enviada à INB tem condicionantes, como continuidade dos programas ambientais realizados pela empresa.

O equipamento possui a capacidade de agir com diversos tipos de amostra e consegue analisar amostras com teores muito baixos e elevados.

País pode se tornar uma potência no setor, uma vez que pode vir a ter um dos maiores estoques de recursos do mineral.
