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Aprovação do PLP 114/2026 e do Profert abre caminho para a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos e reduz vulnerabilidade do Brasil na cadeia global de insumos

TRF-1 mantém válidas decisões sobre licenciamento de relevante projeto de fertilizantes, negando recursos do MPF e de comunidades indígenas.

Um relatório exclusivo da SMM revela como tensões geopolíticas e restrições de exportação estão reconfigurando o mercado global de enxofre, ácido sulfúrico e fusão de metais, com impactos diretos nos custos de produção de fertilizantes, níquel e cobre.

A iniciativa contribui diretamente para o fortalecimento da produção agrícola na região, ao ampliar o acesso a insumos, reduzir custos para o produtor rural e aumentar a competitividade do agronegócio do Matopiba.

A Yara utilizará sua plataforma de amônia para o setor intermediário para atender tanto clientes externos quanto suas próprias necessidades internas de abastecimento.

“Fortalecer a cadeia produtiva brasileira de fertilizantes é uma questão estratégica para o desenvolvimento nacional. Produzir fertilizantes no Brasil é uma questão de soberania”

O projeto busca ampliar o conhecimento sobre rochas evaporíticas (rochas de sal) ricas em cloreto de potássio (KCl), utilizado na produção de fertilizantes agrícolas.

O projeto está voltado à modernização da unidade industrial, com o objetivo de ampliar a flexibilidade operacional.

Esse montante total será limitado a R$ 2 bilhões anuais, que poderão passar para o ano seguinte, até 2031, se não tiverem sido utilizados no ano anterior.

Empresa já investiu R$ 230 milhões no projeto desde 2011 e projeta atender cerca de 10% da demanda gaúcha por fosfato

A nova estrutura tem 2 km de extensão e foi adaptada para possibilitar o aumento do volume de carregamento ferroviário de fertilizantes, que irão abastecer as cadeias produtivas no interior brasileiro.

A Petrobras retomará as obras da UFN-III em Três Lagoas (MS) com um investimento de US$ 1 bilhão, após reavaliação econômica positiva.

A empresa também anunciou que planeja buscar o desenvolvimento da oportunidade de nióbio em Patrocínio.

Instalada junto à estrutura da CalBahia, mineradora de calcário agrícola pertencente ao grupo, a nova unidade amplia a oferta de soluções voltadas à correção e à fertilidade do solo, atendendo produtores do Oeste baiano e de outras regiões do Nordeste e Centro-Oeste.

Pelo segundo período consecutivo, mineradora de fosfato é reconhecida pelo Ministério da Agricultura por maturidade em compliance e práticas ESG.

A operação nasce com capacidade produtiva superior a 3 milhões de toneladas por ano, faturamento aproximado de R$ 500 milhões e expectativa de atingir, em até três anos, 5 milhões de toneladas de produção.

A identificação de novas ocorrências abre também a possibilidade de produção local de fosfato para suprir a demanda da região e, dessa forma, potencializar a produtividade agrícola.

Devido à extensão da paralisação, a Mosaic não pretende comprar enxofre no Brasil em curto prazo.

Para 2026, as prioridades incluem a conclusão da engenharia crítica para os poços da mina e a planta de processamento, a obtenção de um parceiro estratégico de equity no nível do projeto por meio do processo liderado pela BTIG.

Os investimentos foram direcionados à na nova planta em Irecê (BA) e à duplicação da capacidade produtiva do Complexo Industrial de Luís Eduardo Magalhães (BA).

Com investimento próximo de R$ 350 mil, os projetos garantiram produção de 450 mil toneladas de fertilizantes em 2024.

O Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) informou que a Lista de Minerais Críticos do Departamento do Interior serve como uma ferramenta estratégica para fortalecer as cadeias de suprimento mineral nacionais.

Com o negócio, realizado por meio da VL Mineração, a VL Holding amplia sua presença estratégica na cadeia de insumos agrícolas, com foco em ganhos de produtividade, segurança logística e autonomia na oferta de potássio.

Os motivos estariam atrelados ao estoque de minério na planta de Araxá, que segundo fontes locais opera em máxima capacidade.

O principal objetivo da parceria é desenvolver o mercado para o produto KMgS, uma mistura de sulfatos que pode ser usado na fertilização do solo, como fonte de potássio e magnésio.

Pelo acordo, a Fosfatados Centro assumirá a responsabilidade pela mina e barragens de rejeitos em Patos de Minas, pagando à Mosaic US$ 111 milhões em dinheiro.

Neste momento, a companhia engatou um pacote de investimentos de R$ 100 milhões no Brasil, com previsão de aumentar o aporte em mais R$ 40 milhões até o final deste ano.

A EuroChem, em sua unidade de Três Corações (MG), transforma materiais descartáveis, como pallets e esteios de madeira, em soluções operacionais, gerando economia e benefícios para a sustentabilidade e segurança da planta.





A Mosaic vende sua única mina de potássio em operação no Brasil, Taquari-Vassouras, para a VL Mineração por até US$ 27 milhões, com a expectativa de conclusão da transação até o final de 2025.







Como um dos resultados desse projeto, o SGB publicou o informe de recursos minerais ‘Avaliação do Potencial Mineral de Fosfato do Brasil – Área: Sequência Devoniana na Bacia do Paraná (PR e MS.

















