Verticalização e processamento de minerais críticos no Brasil deve ser guiada por economia e previsibilidade e sugerem a criação de hubs integrados, o que reduz custos.
Há um desafio estrutural, já que o Brasil tem 14,2 milhões km² (incluindo área marinha) e que apenas cerca de 30% conta com bom conhecimento. Além disso, 60% do território é composto por bacias sedimentares com baixo nível de informação.
Don Lindsay, ex-CEO da Teck Resources e atual diretor da BHP Group, defende disciplina de capital, inovação com propósito e colaboração como pilares da mineração do futuro.
O entendimento estabelece um mecanismo estruturado de colaboração entre as duas entidades, com foco na promoção conjunta de atividades institucionais, no intercâmbio de melhores práticas e no estímulo a investimentos e financiamentos voltados ao setor mineral.
“Mais do que ampliar produção ou conquistar novos mercados, o desafio colocado para a indústria mineral — e para a Vale em particular — é redesenhar o próprio conceito de mineração, incorporando novas tecnologias, reduzindo impactos ambientais e ampliando a geração de valor para as comunidades”
Proposta é construir uma plataforma continental capaz de integrar conhecimento, investimento e políticas públicas. A ideia é que a mineração latino-americana avance para um modelo que combine competitividade global com responsabilidade socioambiental.
Workshop promovido pela ABIMAQ reunirá mineradoras, fabricantes e especialistas no Pará para discutir eficiência operacional, inovação e fortalecimento da cadeia produtiva.
Segundo a entidade, a revisão encerra uma interpretação em vigor desde 2020 que gerava créditos tributários indevidos com efeitos diretos sobre a concorrência e a dinâmica das importações de produtos interestaduais.