Com motorização eletrônica exclusiva, intervalo de manutenção de até 500 horas, economia de até 20% no consumo de combustível e automação embarcada para monitoramento remoto, a linha de motobombas MWM responde a um setor que precisa equilibrar produtividade contínua, segurança operacional e compromissos ambientais cada vez mais rigorosos.
O foco da seleção abrange uma ampla gama de substâncias, com destaque para o ouro, cobre, níquel, lítio e terras raras, além de nióbio, grafita, manganês e rochas ornamentais.
A mineradora já investiu cerca de R$ 300 milhões para ampliar as operações e novo montante faz parte do pacote de investimentos de R$ 1,5 bilhão projetados pela empresa para o período 2024/2033.
O Congresso Mundial de Mineração 2026 (WMC2026), acontecerá de 24 a 26 de junho de 2026, no Centro de Convenções de Lima, consolidando o Peru como país anfitrião de um dos principais debates internacionais sobre o futuro da indústria de mineração.
O selo demonstra o compromisso da Alunorte com a transparência na gestão e divulgação de suas emissões e, ainda, evidencia os avanços da refinaria em sua estratégia de descarbonização, que já resultou na redução de 33% das emissões de CO₂ de 2017 a 2025.
O acordo foi formado durante a abertura do 3º Brazil Lithium & Critical Minerals Summit 2026, realizado em Belo Horizonte entre 17 e 18 de junho, encontro internacional dedicado aos minerais estratégicos.
Passam a integrar o colegiado Eduardo Luís Carneiro de Oliveira (Ero Brasil), Mario Caramori, (Anglo American), Marsol de Oliveira (GEOSOL) e Thiago Diniz (ValOre Metals).
A empresa delineou oportunidades de expansão de médio prazo em instalações existentes nos próximos dois a quatro anos para aumentar a produção de cobre por meio de projetos de baixa intensidade de capital em Candelaria, Caserones e Chapada.