Com motorização eletrônica exclusiva, intervalo de manutenção de até 500 horas, economia de até 20% no consumo de combustível e automação embarcada para monitoramento remoto, a linha de motobombas MWM responde a um setor que precisa equilibrar produtividade contínua, segurança operacional e compromissos ambientais cada vez mais rigorosos.
Gustavo Lanna, Presidente do Sindiextra, defende associativismo, modernização e visão de longo prazo para um segmento que movimenta 706 milhões de toneladas por ano e ainda opera abaixo do pico histórico de 2013.
A parceria estabelece um quadro de colaboração conjunta com o objetivo de desenvolver projetos de BECCS, uma tecnologia de remoção de carbono que captura CO₂ de sistemas energéticos baseados em biomassa e o armazena permanentemente.
De acordo com a Sigma, os dados “estão abaixo dos rigorosos limites legais no Brasil, bem como das normas estabelecidas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA)”.
A parceria amplia a atuação conjunta entre as instituições em agendas voltadas à ética e transparência e prevê, na prática, o desenvolvimento em conjunto de um projeto de Cadeia de Valor.
O acordo demonstra também o crescente interesse internacional pelos ativos da companhia, com destaque para o Projeto Araxá, voltado ao desenvolvimento de terras raras e nióbio.
O alumínio nacional já emite 3,5 vezes abaixo da meta global, além de ter altos índices de reciclagem e uma trajetória de redução das emissões próprias que supera o ritmo mundial.
O projeto busca ampliar o conhecimento sobre rochas evaporíticas (rochas de sal) ricas em cloreto de potássio (KCl), utilizado na produção de fertilizantes agrícolas.
O acordo prevê a participação societária da Samarco no Complexo Eólico Serra do Tigre, localizado entre o Rio Grande do Norte e a Paraíba, reforçando a estratégia da companhia como autoprodutora de energia limpa.