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Minerais Estratégicos

MadCap lança fundo de US$ 200 milhões para projetos de minerais estratégicos no Brasil
23 de abril, 2026
Mais notícias e artigos sobre MINERAIS ESTRATÉGICOS

Artigo critica proposta de criação da TERRABRAZ como monopólio estatal e defende investimentos privados com redução do "Custo Brasil" como alternativa para desenvolver minerais críticos e estratégicos.

O Banco Nacional de Desenvolvimento estrutura um fundo de US$ 500 milhões em parceria com Vale para financiar empresas junior de minerais críticos, com chamada pública que captou interesse em US$ 16 bilhões em transformação mineral.

Método desenvolvido pelo Serviço Geológico do Brasil, Instituto Alemão BGR e CETEM integra o Projeto BioProLat e promove recuperação de metais críticos com menor impacto ambiental.

Investimento será aplicado a partir de 2026, focando na modernização das plantas de Pitinga e Pirapora, com objetivo de dobrar a capacidade produtiva até 2028.

Estudo revelou depósitos fosforados na Formação Longá com espessura até 200 metros e concentrações comparáveis aos maiores depósitos sedimentares do mundo, indicando potencial para viabilidade econômica.

Fundo focado em minerais estratégicos e transição energética está aberto apenas a investidores qualificados com prazo de dez anos.

Entidade reúne empresas da cadeia de minerais críticos com objetivo de fortalecer a representação técnica junto ao governo e organismos multilaterais, especialmente para apoiar empresas juniores do segmento.

Portaria nº 120/2025 prevê investimento anual de R$ 5,2 bilhões, sendo R$ 3,7 bilhões destinados à transformação mineral de cobalto, cobre, lítio, níquel e terras raras para a transição energética.

Organismo criou grupo de trabalho para posicionar Brasil como ator estratégico na cadeia de minerais críticos, alinhando segurança energética, economia verde e industrialização.

Brasil tem depósitos de classe mundial de minerais críticos, como 94% das reservas globais de nióbio e um terço das de terras raras, mas apenas 30% do território está adequadamente mapeado.

Evento reúne executivos, governo e mercado financeiro para discutir licenciamento ambiental e a política de minerais críticos com lançamento esperado no segundo semestre.

O país também é o maior detentor global de nióbio (94%), segundo colocado em grafita (26%) e terceiro em níquel (12%), conforme levantamento do Serviço Geológico do Brasil.

Levantamento cobrirá 20 mil km² na região sudeste do estado, mapeando ouro, cobre, níquel, fosfato, grafita e terras raras com resolução de 250 metros entre as linhas de voo.

Relator Arnaldo Jardim prevê apresentação do parecer após o recesso parlamentar, com foco em insumos estratégicos para energia renovável, fertilizantes e tecnologia de baterias.

As 124 propostas buscam investir em transformação de minerais estratégicos, com terras raras, lítio, cobre e grafita liderando a demanda.

Projetos de lítio no Vale do Jequitinhonha devem atrair investimentos de cerca de R$ 30 bilhões até 2030, com seis empresas em diferentes estágios de produção e expansão na região.

Especialistas apontam que a descarbonização global depende de terras raras, especialmente para ímãs de motores de veículos elétricos, e o Brasil tem posição estratégica para disputar esse mercado dominado pela China.

Os 47 projetos, localizados em 13 Estados-Membros europeus, demandam investimento de €22,5 bilhões e visam atingir metas de extração, processamento e reciclagem de matérias-primas até 2030.

Levantamento geoquímico do projeto Província Pegmatítica Oriental do Brasil identificou também potencial para tântalo e terras raras em área de 27 mil km² no nordeste mineiro.

Evento será realizado nos dias 10 e 11 de março no Rio de Janeiro e reunirá empresas nacionais e estrangeiras responsáveis pelos principais projetos de minerais estratégicos do país, além de representantes dos principais mercados consumidores.

Minuta abre oportunidade para incluir grafita, nióbio, manganês e bauxita na lista de minerais estratégicos elegíveis aos benefícios fiscais para debêntures.

Iniciativa contempla 19 minerais estratégicos e financia projetos de metalurgia, refino e recuperação de resíduos para cadeias de baterias, energia solar e eólica.

Memorando assinado em Abu Dhabi prevê investimentos de até R$ 15 bilhões em pesquisa mineral, processamento, tecnologia e capacitação de mão de obra para minerais essenciais à transição energética global.

Evento em Riad reunirá 85 representantes governamentais, 40 organizações internacionais e delegados de mais de 170 países com foco em minerais críticos para a transição energética global.

Projeto de Lei 2780/2024 busca instituir a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos, com incentivos fiscais para atrair investimentos de US$ 64,5 bilhões até 2028 no setor.

Edital de chamada pública de janeiro inclui linhas de crédito, participação acionária e recursos não reembolsáveis para projetos de transformação de minerais estratégicos com potencial de alavancagem de cinco a dez vezes o orçamento.

Seminário debate a retomada do programa nuclear brasileiro e destaca o potencial do setor de urânio, com a GE21 anunciando abertura de filial na Argentina.

O projeto institui diretrizes, incentivos e desoneração para fomentar pesquisa, lavra e transformação de minerais essenciais à transição energética e à segurança alimentar brasileira.

Seminário acontece no dia 17 de abril e discute perspectivas tecnológicas para o desenvolvimento da cadeia produtiva, com foco na demanda de veículos elétricos e baterias.

Captura de recursos será feita em 15 anos através de quatro ações, incluindo a concessão da Unidade de Buena, no Rio de Janeiro, e projetos de mineração no Paraná, Pará e Ceará.

Meta inclui também desenvolvimento de projetos em terras raras — com destaque para a Caldeira de Poços de Caldas — e silício, reduzindo a dependência de importações de fertilizantes.

O fundo buscará captar no mínimo R$ 1 bilhão, com aporte de até R$ 250 milhões do banco, para financiar de 15 a 20 projetos de pesquisa e desenvolvimento de minerais estratégicos em empresas de pequeno e médio porte.

Seminário ocorre em 21 e 22 de fevereiro em Brasília, com seis blocos de debates sobre minerais para transição energética, reunindo órgãos públicos e empresas como BYD, WEG, CBMM e Sigma Lithium.

Seminário de dois dias abordará oportunidades da transição energética, fabricação de baterias e políticas públicas para expansão da oferta mineral brasileira.

Projeto de Lei reúne seis iniciativas para mobilidade sustentável e integra políticas de biocombustíveis, logística e eficiência energética dos veículos.

Setor cobra simplificação de licenciamentos ambientais e redução de burocracias para atrair investimentos e acelerar projetos de mineração responsável.
A entidade se opõe ao projeto que estabelece restrições à exploração desses minerais estratégicos, classificados como essenciais para a diversificação energética e produção de fertilizantes agrícolas do país.

Pesquisas no Ceará identificam ocorrências de grafita e lítio, além de rochas ornamentais como quartzito, com destaque para iniciativas que reduzem riscos de exploração e estimulam investimentos no setor.

Publicação apresentada no PDAC 2023 mapeia depósitos de minerais estratégicos para transição energética e segurança alimentar, direcionada a investidores globais.

Projetos Luanga (platina) e Centro Gold (ouro) foram habilitados e devem aumentar as reservas brasileiras desses minerais quando concluírem o licenciamento ambiental.

O CTAMPME trabalha para auxiliar os projetos minerários relevantes para a ampliação da produção nacional de minerais estratégicos.

O SGB/CPRM possui diversos programas voltados para pesquisa de minerais denominados estratégicos devido ao uso na indústria de alta tecnologia.