O executivo defendeu que o principal diferencial competitivo do Brasil no mercado global de terras raras está na capacidade de desenvolver uma mineração alinhada aos mais elevados padrões de sustentabilidade.
A colocação consiste em aproximadamente 190,1 milhões de novas ações, com preço de US$ 0,053 cada, representando um desconto de 3,6% em relação ao último preço negociado de US$ 0,055.
O BFS confirma o Ema como um projeto de terras raras de longa vida útil e economicamente resiliente, impulsionando a trajetória da BCM rumo ao desenvolvimento e fortalecendo sua exposição a minerais críticos que sustentam as tendências globais de eletrificação.
O acordo foi formado durante a abertura do 3º Brazil Lithium & Critical Minerals Summit 2026, realizado em Belo Horizonte entre 17 e 18 de junho, encontro internacional dedicado aos minerais estratégicos.
Hancock Prospecting, empresa de propriedade privada de Gina Rinehart, irá contribuir com US$ 20 milhões e passará a deter aproximadamente 10,5% na mineradora após a conclusão da colocação privada.
O programa foi projetado para avaliar sistematicamente três corredores-alvo prioritários identificados em atividades de exploração anteriores e para fornecer a primeira avaliação do subsolo da mineralização prospectiva de terras raras em Campo Grande.
Relatório inédito da Shanghai Metals Market (SMM) traz dados atualizados sobre oferta, demanda, preços e políticas regulatórias que estão redefinindo a cadeia global de terras-raras.