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Terras Raras

Enova Mining tem prazo prorrogado para due diligence de projeto de Monazita
14 de outubro, 2026
Mais notícias e artigos sobre TERRAS RARAS

Oferta da Lynas pela Meteoric, vizinha no complexo alcalino de Poços de Caldas, levou a empresa a priorizar sondagens abaixo dos furos a trado e testes de lixiviação na SGS Brasil.

Furo MFSR-055 cortou 91 metros a 7,7% de TREO desde a superfície, com trecho de 23,1 metros a 17,5%; o alvo de exploração estimado é de 9,2 milhões a 10,7 milhões de toneladas.

Plataforma entra no ar em 14 de outubro com dados econômicos e geoespaciais organizados por substância; os números mostram que os minerais críticos e estratégicos respondem por 129.423 empregos, 57% do total da indústria extrativa mineral.

Em seminário do Instituto Diálogos, em Brasília, a senadora Tereza Cristina alertou para o risco de demora e inconsistência nas regras da política nacional de minerais críticos; para a AMC, colocá-las em prática não levará menos de um ano.

Interceptações têm teor médio de 26 ppm de disprósio e térbio, e a compra da Mata Azul eleva a área do projeto para 9.859 hectares, no mesmo granito da mina Serra Verde.

Foram coletadas 97 amostras nas três áreas do projeto de terras raras, na Bahia, e os resultados das análises são esperados entre novembro e dezembro.

O SGB apresentou durante conferência em São Paulo dados sobre levantamentos aerogeofísicos e o Plano Geofísica 2027–2036 para identificar minerais críticos no território nacional.

Acordo garante fornecimento local de sulfato de magnésio, insumo essencial para o processo de lixiviação in situ do projeto de extração de elementos de terras raras em argila de adsorção iônica.

Instituição mobiliza recursos em duas frentes: fundo de investimento em participação criado em parceria com a Vale e chamada pública que selecionou 56 projetos em cadeias estratégicas.

Executivo do setor relembra o colapso da indústria de alumínio para alertar contra riscos similares na exploração de minerais críticos e estratégicos.

Operação reúne o maior recurso mineral de óxidos de terras raras em argilas iônicas fora da China à experiência de uma das principais produtoras globais, abrindo perspectivas para separação e agregação de valor no Brasil.

Campanha de perfuração alcançou 52 furos concluídos até setembro, com primeiros resultados esperados para outubro e objetivo de estimativa de Recurso Mineral para a área de Naked Hill.

Mais de 100 kg de amostras de perfuração foram selecionadas para investigar a composição mineralógica e orientar testes de recuperação e processamento de terras raras.

Explosão da produção americana, impulsionada por investimento governamental de US$ 7 bilhões, pode gerar sobrecapacidade global caso demanda não acompanhe a rápida expansão fora da China.

Montante total captado chega a US$ 2 milhões, com recursos destinados à exploração do Projeto de Monazita de Caraúbas e do Projeto Naked Hill.

O Projeto Morro do Ferro concentra entre 9,2 e 10,7 milhões de toneladas com teores de 7,8% a 9,2% de TREO, com sondagem programada para conclusão em oito semanas.

Empresa obtém exclusividade para adquirir 100% do projeto localizado na Paraíba e levanta US$ 2 milhões para financiar due diligence e exploração inicial.

Lei nº 14.994/2026 prevê incentivos fiscais de até R$ 5 bilhões e cria fundo garantidor de R$ 2 bilhões para industrializar recursos críticos em cadeia de suprimento global.

Audiência pública em Apuí apresentou o projeto de extração de terras raras iônicas via tecnologia ISR, com apoio do INCRA e da administração municipal para avanço dos trâmites de acesso à terra e licenciamento ambiental.

Licença de emissões atmosféricas aprovada pelo estado da Louisiana abre caminho para construção do Projeto Dynamo a partir do primeiro trimestre de 2027.

Discussão na plenária da ABM Week aponta que Brasil pode se posicionar como detentor de minas mais sustentáveis de terras raras em dois anos, mas precisa avançar na cadeia produtiva além da extração.

Programa selecionará bolsistas em três projetos focados em recuperação de metais críticos, terras raras e agrominerais, com inscrições abertas até 14 de setembro de 2026.

E o Brasil, com as segundas maiores reservas conhecidas do mundo, desponta como ator estratégico para reduzir a dependência americana dos minerais chineses.

Consultores trazem mais de 45 anos de experiência cada um em exploração mineral, processamento de terras raras e desenvolvimento de projetos em grandes operadoras internacionais.

A parceria estruturada por joint venture irá contar com aporte de até US$ 3 milhões da agência japonesa ao longo de três anos para explorar depósitos em argilas iônicas, com opção de a JOGMEC adquirir 30% de participação nos projetos.

Patrocínio reforça o papel do porto americano como hub estratégico para conectar minerais críticos brasileiros à demanda industrial dos EUA, por meio do projeto Florida Strategic Minerals Gateway.

Acordo prevê tratamento prioritário no licenciamento ambiental, com análise especializada pela SUPPRI e apoio de órgãos estaduais de desenvolvimento econômico.

Recursos do BNDES Mais Inovação financiarão a planta-piloto do Projeto Colossus, que deve iniciar operação industrial ao final de 2028 em Poços de Caldas, MG.

A Meteoric Resources obteve aval da ANSN para sua planta-piloto em Poços de Caldas, Minas Gerais, após fiscalização que a isentou de controle regulatório para o processamento mineral de terras raras do Projeto Caldeira.

Senado aprova PL 2780/2024 e Congresso estabelece um marco para sustentar as políticas públicas para minerais críticos e estratégicos e cria mecanismos de apoio ao adensamento das cadeias produtivas minerais. Com a aprovação do projeto, o Brasil continua aberto ao investimento produtivo. A prioridade para o setor continuará sendo garantir a segurança jurídica e a previsibilidade, debate que continuará com o governo nas fases de regulamentação e implementação.

Carbonato Misto de Terras Raras (MREC) refinado do Projeto Colossus segue pela cadeia de suprimentos doméstica brasileira, passando por instituições de pesquisa para separação em óxidos, produção de ligas e fabricação de ímãs permanentes.

Estudo da Amcham Brasil mostra que maior atração de investimento internacional e processamento doméstico de minerais críticos pode gerar 446 mil empregos adicionais até 2050.

Altris Engineering conduzirá a engenharia básica (FEED) do projeto Ema no Amazonas, dando continuidade ao trabalho realizado no estudo de viabilidade bancária e acelerando o caminho rumo ao financiamento.

Terceiro furo revelou 108,55 m com 4,15% de óxidos de terras raras totais e um recorde de 44.042 ppm de óxidos magnéticos.

A cadeia produtiva de imãs permanentes no país depende de importações, revelando a lacuna entre a mineração e a manufatura de produtos de alto valor agregado.

Comissão pretende aproximar ecossistemas minerários dos dois países e desenvolver projetos relacionados a terras raras e transição energética.

Protocolo do EIA/RIMA junto à FEAM marca o início formal do processo de licenciamento, com expectativa de conclusão das fases LP e LI em até 12 meses.

Portfólio de projetos não inclui ainda uma unidade de beneficiamento, etapa crítica para agregação de valor na cadeia produtiva.

Acordo garante 575 hectares de terreno com geologia similar à da mina Serra Verde, avaliada em US$ 2,8 bilhões, reforçando a posição da empresa como líder em exploração na região norte do granito Serra Dourada.

Os requerimentos abrangem aproximadamente 3.697 hectares no distrito de Itarantim–Maiquinique, onde a empresa irá executar reconhecimento de campo e amostragem geoquímica para avaliar o potencial econômico da mineralização.

Aporte destranca a compra de R$ 14,4 bilhões da mina Pela Ema e inclui contrato de compra futura de US$ 300 milhões pelo governo americano ao longo de cinco anos.

Associação entregou dez medidas aos candidatos presidenciais, incluindo a criação de uma Política Nacional de Minerais Críticos como política de Estado e a harmonização de procedimentos regulatórios para desbloquear investimentos.

O DFS revela perspectivas impressionantes: TIR pré-impostos de 47%, VPL de US$ 1,866 bilhão e payback em apenas 2,7 anos, com produção anual de 2.843 toneladas de neodímio-praseodímio.

Revisão nos números reduz NPV de US$ 7,9 bilhões para US$ 6,0 bilhões e adia produção para 2031.

O Estudo de Escopo do projeto Rocha da Rocha indica Taxa Interna de Retorno de 89% e retorno do investimento em apenas 1,1 ano, com potencial para se tornar uma das maiores fontes globais de suprimento de terras raras.

Estudo confirma reserva de 151 Mt com teor de 3.524 ppm de TREO, viabilizando produção média de 3.862 toneladas anuais de NdPr e criando até 1.720 empregos entre construção e operação.

O furo MFSR-051 atingiu 116 metros com 4,78% de TREO e uma zona excepcional de dois metros com 18,12%, além de detectar mineralização de gálio até o final da perfuração a 210,9 metros.

Acordo prevê que a empresa coreana adquira até 30% do concentrado produzido pelo Projeto Caldeira por um período de até sete anos, com suporte técnico e ajuda na busca de financiamento.

Recuperações de julho alcançaram 79% para MREO e 64% para TREO, superando as premissas do Estudo de Pré-Viabilidade e abrindo caminho para aumentar a viabilidade econômica do projeto.

Projeto de Fase I da subsidiária Aclara Technologies visa otimizar a separação de terras raras a partir de múltiplas fontes usando IA, reforçando a cadeia de suprimentos de minerais críticos norte-americana.

Recursos Medidos cresceram 246%, alcançando 128 milhões de toneladas, ampliando a base técnica para o Estudo de Viabilidade Definitivo.

Análise da Evolution Capital projeta potencial de valorização via metodologia de soma das partes, com o projeto Morro do Ferro como ativo central situado em Poços de Caldas.

Transação de US$ 2 milhões forneceu financiamento sem diluição acionária, reforçando a posição financeira da mineradora para avançar em projetos prioritários de exploração.
Executivo defendeu a sustentabilidade como diferencial competitivo do Brasil no mercado global de terras raras, posicionando o país como fornecedor estratégico para Europa e Estados Unidos.

Recursos financiarão atividades de pré-desenvolvimento, engenharia preliminar, perfuração de poços e aquisição de equipamentos para a primeira fase do empreendimento no Amazonas.

Estudo de viabilidade projeta VPL de US$ 1,47 bilhão e posiciona o projeto como um dos de menor custo de produção de terras raras do mundo ocidental.

Produto desenvolvido na planta-piloto em Santiago contém aproximadamente 99% de teor de terras raras, aumentando significativamente a pureza em relação aos carbonatos convencionais.

Encontro reúne órgãos federais, prefeituras e comunidades em Poços de Caldas, Caldas, Andradas e Águas da Prata para debater segurança hídrica, riscos radioativos e participação popular nos projetos.

Programa de caracterização mineralógica busca viabilizar concentrado premium para ímãs, priorizando neodímio, praseodímio, disprósio e térbio enquanto reduz cério de menor valor.