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Mais notícias e artigos sobre PESQUISA

Material desenvolvido com apoio da Fapesp pode reduzir em até 45% o custo logístico do transporte de gases em cilindros especializados.

Pesquisadores da Unicamp utilizam a magadiita, silicato de sódio encontrado naturalmente no Quênia, como catalisador para converter CO₂ em combustíveis sintéticos como metanol e metano.

Pesquisa mostra que brasileiros que apoiam igual prioridade ao crescimento econômico e proteção ambiental saltaram de 12% em 2017 para 47% em 2025.

Propostas podem chegar a até R$ 2,5 milhões e devem ser submetidas até 16 de março pelo Sistema de Apoio à Gestão (SAGe).

Recursos não reembolsáveis serão distribuídos entre instituições científicas e tecnológicas, com prazo de submissão até 29 de maio de 2026 e foco em cadeias agroindustriais, saúde, defesa, transformação digital e bioeconomia.

Perfuração com trado em CODA Central confirma concentrações significativas de titânio, elementos de terras raras e nióbio próximas à superfície, reforçando o potencial de mineralização multielementar do projeto em Minas Gerais.

Estrutura conta com 57 profissionais e replica processos industriais em menor escala, permitindo testes ágeis de novos produtos como o aço inoxidável Endur 300 desenvolvido em parceria com universidades.

Pesquisadores desenvolveram materiais a partir de rejeitos de vermiculita e manganês capazes de remover até 99% de poluentes da água, como azul de metileno, cromo e manganês.

CEO da AMG Brasil foi reeleito ao comitê, reforçando o compromisso da empresa com pesquisa, inovação e valor agregado nas cadeias globais do tântalo e nióbio.

Parceria de quatro anos prevê três projetos, incluindo documento técnico para apresentação na COP 30 em Belém e estudos sobre reuso de água na mineração.

A tecnologia usa campos elétricos controlados e armadilhas de elétrons para aumentar a durabilidade, reduzindo resíduos e sendo aplicável a qualquer tipo de bateria, do smartphone até satélites.

Investimento de R$ 2,1 milhões equipa dois laboratórios na Ufopa para análise de solos, rochas e desenvolvimento de tijolos ecológicos, beneficiando cerca de 30 turmas em Juruti e Santarém.

Produto aproveitará também retalhos de têxteis e garrafas PET, com qualidade comparável aos tijolos de solo-cimento tradicionais.

Estudo de cinco anos identifica potencial de plantas nativas, como a taboa, para descontaminar solos impactados por rejeitos de mineração no estuário desde o rompimento da barragem do Fundão em 2015.

O Centro de Referência em Geociências contará com cinco laboratórios especializados em isotopia, geocronologia e análises minerais, posicionando o Brasil entre os maiores complexos científicos da América Latina.

Estudo analisou mais de 1,4 milhão de mensagens em redes sociais de dez países e constatou que 50% das menções associam o setor à ilegalidade, mineração ilegal e corrupção.

Projetos Jaguar e Borborema já apresentam amostras com concentrações de até 7,60% de Li₂O, enquanto devido diligence é renegociado na Bahia e primeiras perfurações avançam no Rio Grande do Norte.

Pesquisa da Universidade de Toronto identifica bactéria geneticamente modificada capaz de acelerar a extração de níquel de rejeitos, com potencial para gerar enxofre elementar como subproduto comercializável.

Estudo quadrimestral coletará dados sobre demanda, contratações, investimentos e gargalos do setor mineral brasileiro.

Recursos integram as instituições ao ecossistema de inovação e deverão alavancar aproximadamente R$ 150 milhões em investimentos totais entre as 10 unidades credenciadas no país.

Mineral obtido da recuperação de efluentes de esgoto é capaz de produzir até 800 kg de estruvita por dia, dependendo da vazão da estação de tratamento.

Prêmio busca soluções com viés sustentável e digital que expandam os limites do aço, com inscrições até 18 de janeiro e resultado em maio na Suécia.

Pesquisa comprova a eficiência da taboa na extração de metais contaminantes do solo, abrindo caminho para estratégias de fitorremediação e agromineração sustentável.

Pesquisadora da instituição recebeu bolsa de 36 meses para desenvolver materiais ecoeficientes a partir de resíduos de processamento de pedras ornamentais, aglomerados artificiais e cerâmicas.

Pesquisadores desenvolvem nanomaterial MXene de carboneto de titânio capaz de remover mercúrio em níveis inferiores a 1 parte por bilhão de águas contaminadas.

Chamada Nº 28/2022 apoia projetos em segmentos como agregados, agrominerais, gemas, cerâmica e rochas ornamentais, com inscrições até 13 de setembro.

As chamadas buscam financiar projetos de PD&I em minerais estratégicos, tecnologias circulares, Indústria 4.0 e geotecnologias, com investimentos de até R$ 5 milhões por proposta.

Em convênio com a UFPA, desenvolverá pesquisas para produzir cimento de baixo carbono a partir do resíduo de bauxita no Laboratório de Tecnologia das Construções.

CNPq abre duas chamadas de R$ 20 milhões cada para pesquisa e inovação, com 30% dos recursos destinados obrigatoriamente a projetos nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

Implante com revestimento de cobre criado por pesquisadores da universidade desativa vírus e mata bactérias em contato direto com tecidos humanos.

Pesquisa cria método automatizado de análise petrográfica usando inteligência artificial, reduzindo tempo de processamento e permitindo melhor caracterização de reservatórios de petróleo.

Pesquisa da Esalq/USP mostra que a Taboa pode aumentar a descontaminação do elemento em até 2.000%, oferecendo alternativa natural para remediar danos causados pelo rompimento da barragem do Fundão em Mariana.

Programa visa fortalecer a cadeia produtiva e garantir autonomia tecnológica brasileira em setores de alta tecnologia por meio de inovação e parcerias entre academia e indústria.

Parceria de 19 meses com a Unifesp visa transformar resíduos em nanotecnologia para aplicações em agricultura, pecuária, cosméticos e tintas, alinhada à legislação de descarte sustentável.

Acordo com a Universidade Federal de Ouro Preto busca desenvolver aços bainíticos para aplicações em setores como naval e eólico, ampliando as possibilidades de uso do material em infraestrutura.

Pesquisa envolve Embrapa, UEMA e Epamig no enriquecimento de sementes de feijão-caupi através do micronutriente, com experimentos em andamento em Itapecuru Mirim, São Luís e Nina Rodrigues.

Iniciativa busca viabilizar produção com pureza de 99%, transformando o Brasil em exportador do mineral via tecnologia de bioalgas.

Projeto em parceria com a Unifesp visa sintetizar nanopartículas a partir de rejeitos de cobre para aplicações em setores cosmético, urbano e agroindustrial.

Parceria com Senai Paraná busca dominar a tecnologia de folhas de alumínio para uso em eletrodos de baterias, abrindo novo mercado internacional para a empresa além de embalagens.

O programa Mining Lab Beginnings abre inscrições para desenvolver soluções tecnológicas e econômicas que transformem o lodo neutro gerado em Cajarmaquilla em um novo produto de valor agregado.

Processo de aquecimento flash Joule consegue extrair metais raros de cinzas volantes, bauxita e lixo eletrônico com muito menos energia e menor concentração ácida que métodos industriais tradicionais.

Eletrodo baseado em nióbio e metileno aguentou 70 mil ciclos de carga/descarga, cerca de 35 vezes mais que as baterias convencionais.

A pesquisa identifica que a taboa consegue acumular ferro na parte aérea com facilidade de manejo, podendo ser aplicada na recuperação do estuário atingido pelo rompimento da Barragem do Fundão em 2015.

Parceria com EMBRAPII SENAI/SP desenvolverá masterbatches com grafeno em resinas termoplásticas, com primeiros produtos previstos para o primeiro trimestre de 2025.

A ideia é preparar os garimpeiros para o século XXI, disseminando técnicas de recuperação de ouro sem mercúrio.

Foram examinados três metais de bateria elétrica (cobalto, lítio e níquel) em três cenários de absorção distintos.

O Centro de P&D tem 13 mil m² e conta com uma equipe de cerca de 100 profissionais, entre pesquisadores, cientistas e técnicos.

Acordo visa o desenvolvimento tecnológico e científico na área de materiais supercondutores com aplicação de nióbio.

O novo centro ficará no campus do IPT, e tem o objetivo de tornar realidade as aplicações de grafeno em processos industriais.

Artigo por Fernando A. Freitas Lins

Programa tem como objetivo buscar soluções para a escassez de água no semiárido brasileiro.

No último ano, segundo o comitê, foram registrados 722 casos e 823 ocorrências de conflito abrangendo mais de 1 milhão de pessoas.

A honraria reconhece a atuação e mulheres em diversas áreas da Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática em Minas Gerais.

A cooperação entre as instituições tem como objetivo o desenvolvmento de um portfólio de projetos de P,D&I.

A startup desenvolveu e investiu na primeira “nanoindústria” de processamento do nanomaterial do nióbio, em Belo Horizonte (MG).

A agência nacional de ciência da Austrália CSIRO nomeou a Professora Bronwyn Fox como Cientista Chefe.

Laboratorio será utilizado para produção de ligas metálicas com altíssima qualidade e maior valor agregado
