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Lundin Mining investirá US$ 110 milhões no projeto Saúva e expansão de Chapada
27 de agosto, 2026
Mais notícias e artigos sobre COBRE

Segunda tempestade reduz a previsão de produção de cobre em Caserones para 120 mil a 130 mil toneladas em 2026, com custo caixa também revisado para cima.

Projeto de Flotação de Partículas Grossas em Salobo deverá adicionar seis milhões de toneladas de capacidade anual de processamento e aumentar a produção de cobre em até 30 mil toneladas.

Descoberta em Santa Helena interceptou múltiplas camadas sobrepostas de mineralização VMS com ouro visível e teores robustos de cobre, zinco e prata, a apenas 10 km do projeto avançado Cabaçal.

Produção de ouro em Xavantina cresceu 170% no trimestre, enquanto Caraíba e Tucumã reforçam a oferta de cobre com expansão de capacidade.

Tempestade danificou torres de transmissão em Caserones, mas estoques de minério permitiram que a vizinha Candelaria mantivesse a produção enquanto aguarda restauração da energia.

Testes metalúrgicos mostraram blister com 98,9% de pureza de cobre e altos créditos pagáveis de ouro (95,2 g/t) e prata (387,6 g/t).

Nomeações trazem especialistas com décadas de experiência em mineração, negócios e direito mineral para fortalecer a governança da empresa.

Debate no 27º Congresso Mundial de Mineração revelou que a demanda pelo metal deverá crescer 50% até 2040, enquanto a oferta enfrenta gargalos estruturais que exigem maior reciclagem e novas soluções de fornecimento.

Empresa planeja atingir esses volumes por meio de expansões de baixo risco em Candelaria, Caserones e Chapada, além do potencial transformador do Projeto Vicuña nos próximos anos.

Parceria com a Microsoft e Prescience Insilico utilizou análise de mais de meio milhão de moléculas para identificar soluções mais eficientes e sustentáveis de lixiviação, com redução de toxicidade e custos.

Perfuração exploratória revela extensões de alto teor na zona SE e nova zona de mineralização na área Central do Projeto, ampliando o potencial de crescimento do depósito.

A mudança de mercado no SETSqx para o SETS ocorre em preparação para a inclusão no índice FTSE Small Cap, agendada para 22 de junho de 2026.

Licença solicitada à SEMA marca avanço para decisão final de investimento, com empresa já iniciando encomendas de equipamentos de longo prazo como moinho SAG e transformador principal.

Receita atingiu US$ 1.159 bilhão no primeiro trimestre, com fluxo de caixa livre operacional de US$ 380 milhões, enquanto a companhia avança em iniciativas de crescimento, incluindo o Projeto Vicuña, maior descoberta de cobre dos últimos trinta anos.

Produção consolidada de 17.287 toneladas de cobre no Q1 2026 gerou lucro líquido de US$ 108,8 milhões e redução de dívida para US$ 490,7 milhões.

Lucro líquido avançou 36% na comparação anual, sustentado pela combinação de maiores volumes vendidos e preços realizados mais elevados em todos os segmentos.

Recordes foram batidos em S11D (19,9 Mt), Sossego (29 kt de cobre) e Long Harbour (produção histórica de níquel), com destaque também para o avanço de 35% nas pelotas do Sistema Sudeste.

Acordo com credores visa reduzir dívida de R$ 4,697 bilhões e estabilizar fluxo de caixa da produtora, que enfrenta recuperação judicial desde 2021.

Aumento foi feito através da conversão de créditos de credores e capitalização de créditos não sujeitos ao plano de recuperação judicial, reduzindo o endividamento da empresa em R$ 10,5 milhões.

Produção deve dobrar pela expansão de operações em Carajás e novos projetos no Complexo de Sossego, impulsionando a participação da VBM de 22% para até 35% do Ebitda do grupo até 2035.

Colocação privada de ações visa arrecadar até C$ 33,75 milhões para financiar o desenvolvimento do projeto de cobre e ouro Planalto.
Contrato de US$ 215 milhões adiciona participação de 5% na mina Caserones e 31% do projeto Los Helados, ampliando a produção atribuível em 6,5 a 7 mil toneladas de cobre em 2026.

Produção consolidada de cobre atingiu 64.307 toneladas e ouro somou 52.290 onças, com EBITDA ajustado de US$ 409,7 milhões, aumento de 90% ante ano anterior.

Linha de crédito será expandida progressivamente até 2031, chegando ao valor total mediante o cumprimento de condições e aprovação da Etapa 1 do Projeto Vicuña.

Projeto Furnas prevê produção média anual de 108 mil toneladas de cobre equivalente, com VPL de US$ 2 bilhões após impostos e TIR de 27%.

Investimentos acontecem entre 2026 e 2030, incluindo o projeto de Bacaba em implementação na região.

Estimativa consolidada também inclui 48,2 milhões de onças de ouro e 812 milhões de onças de prata, com expansão significativa em Caserones e conversão contínua de recursos em reservas em Chapada.

A companhia levantará mais de C$ 100 milhões em caixa para avançar no desenvolvimento do projeto de Au-Cu-Ag de Cabaçal e expandir explorações nos cinturões de Jauru, Araputanga e Esipgão.

Produção de cobre atingiu 382 mil toneladas, maior nível desde 2018, enquanto níquel chegou a 177 mil t, o melhor resultado desde 2022, impulsionados pelo ramp-up de projetos estratégicos.

Quarto trimestre e ano inteiro superaram previsões iniciais, com Caserones atingindo melhor desempenho mensal desde a aquisição e projeto Vicuña avançando conforme cronograma.

Estimativas atualizadas indicam 1,3 milhão de onças de ouro em Cabaçal, enquanto Santa Helena Central revelou seu primeiro recurso mineral explorável com ouro, cobre, prata, zinco e chumbo.

Executivo com mais de 30 anos de experiência em mineração assume o cargo em 15 de janeiro de 2026.

Testes de flotação conduzidos pela mineradora sugerem viabilidade de recuperar o metal como subproduto do processamento de vanádio e titânio, com resultados encorajadores nos teores finais.

Estudo aponta que oferta não acompanhará a demanda, criando déficit de 10 milhões de toneladas métricas até 2040 devido à expansão simultânea de redes elétricas, energia renovável, IA e veículos elétricos.

Licença obtida em 6 de janeiro de 2026 permite o início das obras preliminares do projeto de ouro subterrâneo localizado em Jutiapa, Guatemala.

Construção civil, infraestrutura energética e transportes eletrificados serão os principais motores de consumo do metal até 2035.

Acordo prevê produção de 880 mil toneladas de cobre ao longo de 21 anos, com investimento entre US$ 1,6 bilhão e US$ 2 bilhões, e decisão final esperada para o primeiro semestre de 2027.

Assembléia geral em 9 de dezembro irá votar a criação da Anglo Teck, que será uma gigante em minerais críticos com sede no Canadá e uma das maiores produtoras de cobre do mundo.

Empresa atingiu 16.664 toneladas de concentrado de cobre com custo de US$ 2,00 por libra, enquanto produção de ouro cresceu 17% no trimestre com volume de 9.073 onças.

Projeto integra uma concessão de 75 km² adquirida da Ore Investments na Província Mineral de Carajás, com exploração inicial evidenciando mineralização promissora de cobre e ouro.

Estudo preliminar aponta VPL de US$ 378 milhões e TIR de 21% para a mina no distrito de Carajás, com início previsto em 2027.

Projeção da Wood Mackenzie aponta que fatores como eletrificação, IA e veículos elétricos serão responsáveis por 40% do crescimento até 2035, com demanda para VEs dobrando de 1,7 Mtpa para 4,3 Mtpa nesse período.

Fusão prevê US$ 1,4 bilhão em aumento médio anual do EBITDA pela combinação de Collahuasi e Quebrada Blanca, além de US$ 800 milhões em sinergias anuais recorrentes.

Programa DFS final retornou teores robustos de Au-Cu-Ag que ampliarão recursos e reservas em 2026, enquanto exploração greenfield em Cigarra intercepta mineralização VMS semelhante com potencial para grande descoberta de ouro.

O projeto será votado diretamente em Plenário e prevê a criação de um comitê para coordenar a política de minerais críticos como lítio, nióbio, terras raras, cobre e grafite natural.

Programa de Fase 1 com 28.000 metros de profundidade estendeu a mineralização a 950 metros abaixo da superfície, superando expectativas e abrindo caminho para a estimativa de recurso mineral atualizada.

Plano prevê produção adicional de 120 mil toneladas anuais de cobre ao longo de 21 anos, gerando valor presente líquido de ao menos US$ 5 bilhões dividido igualmente entre as partes.

Revisão aponta ouro com suporte de redução de juros nos EUA e demanda de bancos centrais, enquanto cobre e prata recebem pressão de dinâmica mista entre demanda asiática e incertezas comerciais.

A fusão com a Teck Resources criará um novo líder global em mineração, com o Brasil reforçando sua posição estratégica através de operações premium como o Sistema Minas-Rio e a integração dos recursos da Serra da Serpentina.

Exploração confirma extensões de cobre e ouro em T5 e identifica 17 anomalias prioritárias na Província Mineral de Carajás, enquanto avança nos estudos para conclusão de Estudo de Pré-Viabilidade.

Perfurações no projeto Santa Helena revelaram intervalo de ouro de 100+ gramas-metros, enquanto Santa Fé abriu nova fronteira de exploração na Formação Aguapeí, a oeste de Cabaçal.

Operação resultará no Anglo Teck, grupo com sede em Vancouver que espera gerar sinergias anuais de US$ 800 milhões até 2027 e passará a ocupar a quinta posição na produção mundial de cobre.

Evento de 6 de novembro em Belo Horizonte reúne executivos de mineração para debater transição energética, valorização de rejeitos, tecnologias e desafios geopolíticos do setor.

Programa oferece até US$ 500 mil em financiamento sem capital próprio, mentoria e acesso à rede de fornecedores da mineradora para empresas em estágio inicial.

David Halkyard assume interinamente a função financeira, enquanto Vitor Hugo Belo é promovido para supervisionar o desenvolvimento do projeto de ouro e cobre rumo à decisão de lavra em 2027.

Mapa detalha os principais depósitos de minérios da região, destacando a Província Mineral de Carajás e o potencial para minerais críticos e terras raras.

Contador público com 30 anos de experiência em projetos de grande escala na mineração global, substituindo Michael Melamed no cargo a partir de setembro de 2025.

A transação inclui as unidades de produção Barro Alto e Codemin, além dos projetos Jacaré e Morro Sem Boné, com a MMG apresentando proposta de pagamento inicial superior e maior certeza de investimentos sustentáveis.

Minério de ferro, ouro e cobre responderam por 74,1% da produção mineral brasileira em 2024, arrecadando R$ 5,97 bilhões em royalties.