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Mais notícias e artigos sobre SGB-CPRM

Resultado consolida impactos sociais, ambientais e econômicos de 22 produtos e serviços da instituição, reafirmando seu papel estratégico na gestão de recursos hídricos, prevenção de desastres e fortalecimento do setor mineral.

Painel Power BI integra mais de 170 produtos científicos sobre recursos marinhos, incluindo estudos sobre crostas cobaltíferas, sulfetos polimetálicos e fosforia nas águas jurisdicionais brasileiras.

Projeto financia mapeamento do subsolo de 22,8 mil km² em dois levantamentos de R$ 11,9 milhões, com resultados esperados até dezembro deste ano.

Levantamento gravimétrico em cinco municípios da Bacia do Parnaíba buscou identificar estruturas geológicas com potencial de cloreto de potássio, reduzindo a dependência do Brasil nas importações de fertilizantes.

O mapeamento abrange seis folhas cartográficas na escala 1:100.000 na porção sudoeste do Pará, integrando a Ação Pesquisa Mineral do Novo PAC e identificando potencial para depósitos epitermais e tipo pórfiro.

Material educativo aborda a origem dos minerais e sua presença em objetos do cotidiano, com foco na mineração responsável e recuperação ambiental.

Reunião técnica com a canadense Origen Resources apresenta resultados de cinco anos de pesquisa geológica, com potencial confirmado para fosfato, elementos terras raras e urânio na região leste do estado.

Levantamento abrangeu mais de 20 mil km² e custou cerca de R$ 10 milhões do Novo PAC, combinando magnetometria, gamaespectrometria e gravimetria strapdown de forma inédita.

Publicação contempla municípios de 9 estados e busca reduzir riscos exploratórios, atraindo investimentos em pesquisa e produção mineral.

Projeto financiado com recursos do Fundo Especial do Japão inclui mapeamento de gráfita, terras raras e lítio em regiões estratégicas, com dados que serão disponibilizados publicamente para atrair investimentos sustentáveis.

Mapa de favorabilidade identifica novas áreas promissoras no Cráton do São Francisco, uma das principais províncias auríferas do país.

Publicação inclui mapas nas escalas 1:100.000 das folhas Cacoal e Serra Azul, com informações sobre estanho, ouro, cobre, manganês, ferro, gemas e minerais industriais do estado.

Acordo assinado durante a PDAC 2026 busca aplicar metodologias integradas de geologia, geoquímica, geofísica e inteligência artificial, com resultados esperados até o final de 2027.

Painelistas discutem gargalos estruturais na prospecção brasileira, incluindo a falta de conhecimento geológico em 70% do território e a necessidade de padronização de dados de exploração.

Pesquisa mapeará os recursos minerais da região até 2027, gerando quatro cartas geológicas e bases de dados integradas sobre potencial de lítio, elementos terras raras e grafita.

Estudo identificou que metade do potencial de urânio da província baiana ainda está por explorar, abrindo oportunidades para que o Brasil suba entre os cinco maiores produtores mundiais do minério.

Acordo de cooperação técnica com o governo estadual viabilizará levantamentos geológicos e aerogeofísicos para atrair investimentos minerais ao estado.

Método desenvolvido pelo Serviço Geológico do Brasil, Instituto Alemão BGR e CETEM integra o Projeto BioProLat e promove recuperação de metais críticos com menor impacto ambiental.

Dashboard interativo consolida dados de 30 depósitos e 10 minas distribuídos por nove estados, revelando 2,37 bilhões de toneladas em recursos de níquel e posicionando o Brasil como ator estratégico na cadeia global de energia limpa.

Estudo identificou novas ocorrências e áreas prioritárias para prospecção na Formação Inajá, abrindo a possibilidade de reduzir a dependência externa por fertilizantes e fortalecer a soberania agrícola brasileira.

Advogado com experiência em direito público e governança, Simões retorna à estatal após anos atuando na Consultoria Jurídica e em órgãos estratégicos da administração pública.

Estudo revelou depósitos fosforados na Formação Longá com espessura até 200 metros e concentrações comparáveis aos maiores depósitos sedimentares do mundo, indicando potencial para viabilidade econômica.

Valdir Silveira alertou que apenas 30% do território nacional está mapeado na escala ideal para atrair investimentos, e que levaria 110 anos para completar o mapeamento com os recursos humanos atuais.

O mapa identificou novas áreas com alto potencial para tungstênio na Província Mineral do Seridó, ampliando as possibilidades de descoberta de depósitos além dos três principais conhecidos (Brejuí, Boca de Lage e Barra Verde).

Mapa aerogeofísico identifica estruturas geológicas ocultas e potencial de minerais estratégicos na região, disponível para pesquisadores e investidores.

Acordo sem repasse financeiro será executado no Depósito Polimetálico de Palmeirópolis e testará novas metodologias geocientíficas em benefício de ambas as instituições e do Estado brasileiro.

Plano Decenal de Pesquisa de Recursos Minerais (PlanGeo 2026–2035) contempla dois cenários de execução, um deles com aumento mínimo de 50% no número de profissionais e dobro dos investimentos.

Projeto mapeou seis cartas geológicas em 12.267 km² abrangendo Alagoas e Pernambuco, identificando novos recursos como minério de ferro, cobre e minerais de construção civil.

Iniciativa de cinco anos conta com investimento de R$ 10,2 milhões e reúne 15 instituições para desenvolver materiais avançados e formar especialistas estratégicos na Amazônia.

A assinatura com a empresa espanhola Xcalibur viabiliza a aquisição de novos dados de alta qualidade, integrando o Plano Decenal de Mapeamento Geológico e o programa Deep Brazil.

Mapa de prospectividade identifica que 62% das 151 ocorrências conhecidas estão em zonas de alto potencial, abrindo possibilidades para novas descobertas e avanços na pesquisa mineral na região.

Lasa Prospecções venceu licitação para mapear um milhão de quilômetros lineares com aerogeofísica, metodologias que apoiam a busca por minerais estratégicos e a transição energética.

O mapa identificou seis ocorrências minerais na região de Filadélfia, incluindo cinco com indícios de cobre e uma de ouro, cobrindo apenas 14,8% da área analisada como de média favorabilidade.

Estudo valida recursos em Santa Fé de Goiás e identifica potencial de exploração também de cobalto, escândio e terras raras na região.

Pesquisa identificou quatro novas ocorrências no depósito Rio Cristalino, que abrange aproximadamente 9 mil km² e está localizado a 50 km da zona urbana.

Leilão ocorre em 25 de março, em Brasília, com investimento esperado de até R$ 10 milhões em pesquisas minerais na fase inicial do contrato.

Estudo avaliou duas sub-bacias (Alto Garças e Apucarana) e identificou maior potencial de mineralização na primeira, alinhado ao objetivo de reduzir dependência de fertilizantes importados.

Acordo entre a estatal e o SGB destinará recursos das cláusulas de PD&I da ANP para construção de laboratórios especializados, revitalizando o Museu de Ciência e Tecnologia e seus laboratórios associados.

Projeto envolve também Mineratins, Unitins, Fieto e Sebrae para identificar aplicações industriais além de corretivos agrícolas e cimento, ampliando oportunidades de mercado no estado.

Reavaliação geológica indica potencial para expansão da mineralização em profundidade e identificação de novas zonas mineralizadas.

Informe Técnico do SGB identifica altas concentrações de manganês (15% a 33%), cobalto (7.000 a 10.000 ppm) e lítio (2.000 a 5.000 ppm) em rochas supergênicas no Cráton do São Francisco.

O ativo minerário está localizado no município paraense e possui reserva estimada de 800 milhões de toneladas com alto índice de alvura.

Levantamentos de um milhão de quilômetros lineares usarão três metodologias modernas de mapeamento para identificar depósitos de minerais críticos como lítio, cobalto, grafita e níquel.

Leilão realizado pelo Serviço Geológico do Brasil em 27 de novembro envolveu depósitos de 725 mil toneladas de ouro em Natividade (TO) e 245 milhões de toneladas de minério diamantífero em Santo Inácio (BA).

Estudo identificou 25 áreas potenciais e 53 novas ocorrências minerais, com destaque para rochas como o Azul Sucuru e quartzitos exóticos já consagrados no mercado internacional.

Plano Decenal com 60 blocos prioritários foi submetido a consulta pública entre abril e junho, e prioriza mapeamento de áreas com potencial para minerais críticos como lítio e cobre essenciais à transição energética.

Leilão marca novos ativos minerários em Pará, Tocantins e Bahia, com destaque para 800 milhões de toneladas de caulim, 725 mil toneladas de minério de ouro e 245 milhões de toneladas de cascalho diamantífero.

O projeto será financiado pela Petrobras com investimento aproximado de R$ 300 milhões e deverá ser iniciado em três meses, quando estiverem assinados os acordos de cooperação entre as instituições.

Projeto mapeará sistematicamente cinco folhas cartográficas (cerca de 15.125 km²) com foco especial em urânio e fosfato, além de outras ocorrências minerais como estanho, cromo, cobalto e ouro.

Estudo mapeou 1.947 km² do Setor Aquiri em busca de depósitos de cobre, ouro, níquel e estanho, atraindo crescente interesse de mineradoras para a maior província metalogenética do Brasil.

Ceará possui mais de uma dezena de rochas nobres com alta atratividade comercial, como quartzitos, granitos e arenitos, mapeados em estudo que avalia a cadeia produtiva e o potencial de exploração no estado.

Inácio Melo foi homenageado na abertura do evento em Belo Horizonte pela valiosa contribuição em defesa dos interesses do setor mineral.

Geóloga formada pela UFPA com doutorado em geotectônica, a pesquisadora integra o Conselho Consultivo de Brasil Mineral e coordenou nacionalmente programas estratégicos de mapeamento geológico do país.

Mapa de Favorabilidade foi desenvolvido em parceria com CDTN e INB, alinhando-se à Política Nuclear Brasileira para fomentar pesquisa e exportação de minérios nucleares.

Protocolo prevê pesquisas sobre pegmatitos na Província da Borborema e treinamento de pessoal, buscando atrair investimentos e criar novas indústrias no estado.

Projeto utilizará inversão magnética 3D e machine learning para mapear alvos exploratórios de minerais críticos nas regiões de Alta Floresta (MT), Tapajós (PA) e Araçuaí (MG).

32 cartas de anomalias geofísicas, geoquímicas e geológicas estão disponíveis gratuitamente para estimular prospecção mineral na região da ferrovia que ligará Tocantins ao Porto Sul na Bahia.

Mapeamento sistemático de quatro folhas cartográficas abrange 12 mil km² e segue até dezembro de 2027, com publicação de mapas e documentação técnica.

Informe classifica os geocompartimentos conforme favorabilidade para depósitos de urânio e busca subsidiar a Política Nuclear Brasileira com redução do risco exploratório.
