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Rochas Ornamentais

Cachoeiro Stone Fair debate soluções para aumentar competitividade
7 de agosto, 2026
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Queda maior em valor (4,6%) que em volume (0,4%) reflete redução do preço médio, de US$ 709/t para US$ 680/t, por aumento nas vendas de blocos brutos em detrimento dos materiais processados.

Apenas rochas beneficiadas na NCM 6802.99.90 estão isentas, deixando granitos, mármores e outras classificações sujeitas à tributação, o que afeta 23,1% das vendas ao mercado americano.

Companhia marca presença em Verona com objetivo de atrair investimentos em processamento local e consolidar a Bahia como referência global no setor.

Levantamento da entidade mostra a correta classificação fiscal de produtos rochosos nos capítulos 25 e 68 do Sistema Harmonizado, fundamentais para evitar penalidades comerciais e mitigar impactos de tarifas.

Estudo mapeia 66 substâncias minerais em mais de três mil ocorrências, com destaque para calcário, feldspato, ferro, tungstênio, ouro e sal marinho, que responde por mais de 90% da produção nacional.

Receita alcançou US$ 885,6 milhões até julho, com preço médio das exportações crescendo 26,4% ante 2024, impulsionado pela antecipação das importações americanas antes das novas tarifas.

Debate abordou impacto de tarifas estadounidenses em 31,4% das exportações minerais brasileiras, aprovação de política nacional para minerais críticos e remoção de garantias de não incidência do Imposto Seletivo.

Minério de ferro, ouro e cobre responderam por 74,1% da produção mineral brasileira em 2024, arrecadando R$ 5,97 bilhões em royalties.

O evento acontece de 26 a 29 de agosto em Cachoeiro de Itapemirim e reúne mais de 200 marcas expositoras em uma área de 30 mil m² de exposição, com destaque para debates sobre tarifas de exportação.

Proposta de programa de assistência técnica a 6 mil micro, pequenas e médias empresas buscaria ampliar acesso a inovação e qualificação, replicando modelo bem-sucedido do extensionismo rural.

Missão na Marmomac, em setembro, na Itália, busca estruturar uma cadeia vertical de produção e atrair empresas italianas para consolidar um polo de rochas ornamentais no estado.

Decreto assinado em 30 de julho cria duas categorias de produtos: matérias-primas essenciais para a siderurgia americana ficam protegidas, enquanto rochas ornamentais e itens de maior valor agregado enfrentam sobretaxas de 50%.

Tarifa de mais de 50% incide sobre os produtos beneficiados que correspondem a 72% das exportações brasileiras do setor, predominantemente destinadas ao mercado americano desde há 25 anos.

Brasil é o 5º maior produtor mundial e principal fornecedor para os Estados Unidos, com presença em obras de arquitetura em mais de 100 países.

Crescimento impulsionado pelos blocos de granito e quartzo, cujos preços subiram 15% e 6,8%, respectivamente, no período.

Estudo identificou 25 áreas potenciais e 53 novas ocorrências minerais, com destaque para rochas como o Azul Sucuru e quartzitos exóticos já consagrados no mercado internacional.

Ceará possui mais de uma dezena de rochas nobres com alta atratividade comercial, como quartzitos, granitos e arenitos, mapeados em estudo que avalia a cadeia produtiva e o potencial de exploração no estado.

Receita atingiu US$ 720,8 milhões e volume 1,27 milhão de toneladas de janeiro a julho, impulsionados pelas chapas de quartzitos e quartzo natural, com aumento de 28,7%.

Edição acontece de 27 a 30 de agosto com 200 marcas expositoras e expectativa de receber compradores de mais de 28 países.

Quartzitos lideraram o desempenho com crescimento de 57%, impulsionados pela forte demanda do mercado americano que absorveu 58% das exportações do país.

Lançamento inclui escavadeira Volvo EC350DL e retroescavadeiras Bull HD96 e HD100, que serão apresentadas pela primeira vez na Vitória Stone Fair de 30 de janeiro a 2 de fevereiro.

Evento reúne 250 estandes e espera atrair 15 mil visitantes de 50 países para apresentar a diversidade de pedras naturais brasileiras nos dias 30 de janeiro a 2 de fevereiro.

Reunião entre entidades do setor visa ampliar estudos sobre a criação de um polo baiano de desenvolvimento de rochas ornamentais, com apoio do governador Jerônimo Rodrigues.

Edição ocorre no Centro de Eventos entre 8 e 10 de novembro, reunindo arquitetos, engenheiros e construtores para apresentar as novidades do setor de mármores e granitos cearenses.

Processo de planejamento deve se estender até fevereiro de 2024 e contará com consultoria externa para ouvir empresários e stakeholders do setor.

Descoberta ocorre na Serra das Araras e pode impulsionar a mineração estadual se o beneficiamento da pedra for realizado em Mato Grosso.
Atlas catalogou 118 novos materiais e destaca aumento em quartzitos e mármores, com cores em tons azuis, verdes e multicoloridas que atendem à demanda global que movimenta US$ 1 bilhão anuais.

Retração foi impulsionada pela queda em vendas para EUA (-14,3%) e China (-28,7%), principais clientes do setor.

Subsidiária JGC opera pedreira em Minas Gerais com apoio da Lithium Royalty Corporation, que investiu US$ 20 milhões em 2023.

A iniciativa utiliza resíduos do setor de rochas ornamentais como alternativa ao calcário, reduzindo emissões de CO2 e impactos ambientais nas comunidades próximas.

Quedas significativas nos últimos três meses do ano impactaram o resultado, apesar da recuperação em mercados como Itália (19,65%) e China (5,89%).

Evento reúne fabricantes e profissionais do setor entre 9 e 11 de novembro em Fortaleza, com entrada gratuita e uma programação que inclui palestras, fórum do IBRO e homenagem aos 100 anos da pedra natural brasileira.

Realizada após dois anos de pausa pela pandemia, a edição 2022 contou com 180 expositores e profissionais de 22 países.

Pesquisadora da instituição recebeu bolsa de 36 meses para desenvolver materiais ecoeficientes a partir de resíduos de processamento de pedras ornamentais, aglomerados artificiais e cerâmicas.

Edição marca o centenário da pedra natural brasileira com 3º Fórum do IBRO, palestras técnicas e lançamento de novos materiais, consolidando a posição do Ceará como terceiro maior exportador do país.

Ranking traz as 10 maiores produtoras brasileiras de rochas ornamentais, movimentando cerca de US$ 5 bilhões anuais e empregando 480 mil pessoas na cadeia produtiva.

Evento será realizado de 23 a 26 de agosto, reunindo aproximadamente 17 mil visitantes e expositores de máquinas, equipamentos e serviços para o setor de rochas naturais.

Workshop reuniu lideranças do setor com o ministro Adolfo Sachsida para discutir aperfeiçoamento de marcos legais e redução de burocracia.

Crescimento de 10,92% no comparativo anual é impulsionado pela evolução de 15,04% no preço médio dos materiais, apesar dos desafios logísticos pós-pandemia.

Volume encolheu 2,6%, mas os preços subiram 12,2%, refletindo maior demanda por rochas processadas e mudança na composição das exportações.

Atlas apresenta 118 tipos de materiais pétreos, com destaque para quartzitos verdes, azuis, xistos e rochas exóticas, e será lançado em 31 de maio no Museu Geológico da Bahia.

Apenas em novembro, as vendas externas somaram US$ 138,24 milhões, crescimento de 37,86%.

Os Estados Unidos foram o principal destino dos produtos brasileiros, com cerca de 62,9% das exportações.


O resultado foi positivo apesar da falta de espaço em navios e disponibilidade de contêineres desde o início do ano.

O resultado é fruto de duas décadas de trabalho do Sindicato das Indústrias de Rochas Ornamentais, Cal e Calcários do Espírito Santo (Sindirochas).

O Sindirochas representa as indústrias do segmento instaladas no Espírito Santo, o maior estado produtor de rochas ornamentais do país.

Os principais destinos das rochas ornamentais brasileiras são os mercados dos Estados Unidos, China e Itália.