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Mineração Taboca
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Ciclo de investimentos marca mudança estratégica sob novo comando, com foco em modernização das plantas de Pitinga e Pirapora, dobro da capacidade produtiva e pesquisa mineral de US$ 25 milhões voltada para economia circular e novos alvos.

Investimento será aplicado a partir de 2026, focando na modernização das plantas de Pitinga e Pirapora, com objetivo de dobrar a capacidade produtiva até 2028.

Companhia quer dobrar a presença feminina em seus quadros e investe em programas de capacitação e mentoring para acelerar progressão das mulheres a cargos de gestão.

Tribunal Regional Federal exigiu comprovação de que a chinesa China Nonferrous Metal Mining não explorará o minério estratégico na Mina Pitinga, sob risco de suspensão total das operações.

Chineses e americanos disputam acesso a minérios críticos no Brasil através de três transações: CNMC compra Mineração Taboca por US$ 340 milhões, Baiyin Nonferrous negocia Vale Verde por US$ 420 milhões e banco americano financia projeto de lítio.

Compra pela empresa chinesa CNMC inclui as operações de mineração em Presidente Figueiredo e metalurgia em Pirapora do Bom Jesus, consolidando a presença de produção de estanho, tântalo e nióbio sob controle asiático.

A mina de Pitinga, principal produtora de estanho do Brasil, agora persegue a recuperação de tântalo, nióbio e terras raras contidos no minério para ampliar sua receita.

Projeto com LAREX/USP busca extrair elementos de alto valor agregado a partir dos resíduos da cassiterita, abrindo oportunidade para o Brasil disputar mercado global dominado pela China.

Laboratorio será utilizado para produção de ligas metálicas com altíssima qualidade e maior valor agregado
