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Projeto mapeou 22 espécies ameaçadas de extinção e gerou base técnica para futuras ações de monitoramento e conservação da fauna regional.

Montante repassado já alcança quase um quarto do valor total de R$ 170 bilhões do acordo, com destaque para indenizações a mais de 800 mil pessoas e investimentos em saneamento e saúde em Minas Gerais e Espírito Santo.

Terceira parcela totalizando R$ 17,69 bilhões já foi repassada desde a homologação, financiando políticas públicas de saúde, saneamento e infraestrutura em Minas Gerais e Espírito Santo até 2044.

Recursos do Fundo Rio Doce irão beneficiar 16,9 mil pequenos agricultores de Minas Gerais e Espírito Santo através da reabilitação de solos contaminados pelo rompimento da barragem de Fundão em 2015.

Desembolso de R$ 4,45 milhões será utilizado para financiar consulta prévia com 2,9 mil núcleos familiares de comunidades tradicionais afetadas pelo rompimento da barragem da Samarco em 2015.

Tour virtual detalhado mostra dez anos de esforços de reparação na Bacia do Rio Doce, com investimento de R$ 170 bilhões destinado às comunidades e meio ambiente.

Doze meses após homologação do STF, companhia já investiu R$ 30,4 bilhões em ações de reparação, sendo R$ 19,5 bilhões de recursos próprios, e beneficiou mais de 288 mil pessoas com indenizações e auxílios.

Recursos irão financiar o monitoramento da fauna aquática nos ambientes dulcícolas, estuarinos, costeiros e marinhos por até 18 meses, sob coordenação de universidades mineiras e capixabas.

Recurso para o Programa Especial de Saúde do Rio Doce vai fortalecer unidades de saúde em municípios atingidos do rompimento da barragem em Minas Gerais e Espírito Santo.

Programa encerrado no dia 14 de setembro registra 279 mil acordos e R$ 7 bilhões em pagamentos por danos do rompimento da barragem de Fundão.

Acordo prevê repasse de R$ 25 milhões em 2025 para 49 municípios (38 em Minas Gerais e 11 no Espírito Santo) visando fortalecer os serviços de assistência social nas regiões atingidas.

Débitos superiores a R$ 50 bilhões foram reestruturados perante 10 mil credores, permitindo o retorno gradual da produção, que deve alcançar capacidade plena em 2028.
