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Terceira edição do evento acontece entre 27 e 29 de novembro, com apoio da Finep e expectativa de atrair novo público após receber mais de nove mil visitantes na edição anterior.

Diretor-presidente do órgão apresenta projeto de avaliação do potencial da grafita como matéria-prima para grafeno, com foco em inovação e desenvolvimento econômico de baixo carbono.

Acordo de cooperação tecnológica visa desenvolver revestimentos à base de grafeno que aumentem a resistência e durabilidade do aço, com testes em escala industrial previstos para 2023 na unidade de Araucária.

A pesquisa usa grafeno e seus derivados para recuperar propriedades mecânicas, térmicas e elétricas de plásticos pós-uso, abrindo novas possibilidades de aplicação para esses materiais.

Primeira norma brasileira para o material busca padronizar nomenclatura, manipulação e uso em produtos industriais, abrindo caminho para um mercado projetado em mais de US$ 1,4 bilhão até 2025.

CNPq abre duas chamadas de R$ 20 milhões cada para pesquisa e inovação, com 30% dos recursos destinados obrigatoriamente a projetos nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

Empresa apoiou a delegação brasileira do MCTI na conferência britânica, compartilhando estrutura de laboratório e know-how em nanotecnologia entre o IPT e seu centro em Manchester.

O produto, chamado C-Fix, é uma tinta imobiliária à base de água desenvolvida em parceria com a Grafftex e a Polystell, e já está sendo comercializada para clientes externos da construção civil e industrial.

Webinar acontece em 25 de fevereiro, reunindo instituições brasileiras e italianas para apresentar perspectivas comerciais do grafeno no Brasil.

Parceria com EMBRAPII SENAI/SP desenvolverá masterbatches com grafeno em resinas termoplásticas, com primeiros produtos previstos para o primeiro trimestre de 2025.

O grafeno traz ganhos consideráveis ao desempenho das tintas, incluindo propriedades anticorrosivas e de barreira.

O novo centro ficará no campus do IPT, e tem o objetivo de tornar realidade as aplicações de grafeno em processos industriais.

A planta é considerada a maior de produção de grafeno em escala industrial da América Latina.

A Gerdau pesquisa grafeno há quatro anos e desde 2019 atua junto à Universidade de Manchester.

A empresa iniciou um grupo de trabalho dedicado ao grafeno nas instalações de seu centro de pesquisas em Volta Redonda.
