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SGB levanta quase R$ 12 milhões do Novo PAC para Fase I e II em Goiás
10 de junho, 2026
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Encontro na Câmara reuniu órgãos públicos e municipalidades para discutir combate à sonegação, garimpo ilegal e crimes socioambientais no setor.

Método permite investigar o subsolo em grandes áreas, especialmente em regiões de difícil acesso como a Amazônia, reduzindo riscos do setor mineral privado.

Parceria entre os órgãos prevê mapeamento geológico em cinco folhas na porção sudeste do estado e criação da primeira exposição de minérios e rochas tocantinenses para atrair investimentos em pesquisa mineral.

Economista vem do Ministério de Minas e Energia e tem trajetória em órgãos como Finep e BNDES, onde atuou em projetos de mineração e metais.

Programa Nacional envolve parceria com USP e outras instituições de pesquisa para desenvolver agrominerais alternativos que reduzam a dependência de fertilizantes solúveis e promovam fixação de carbono no solo.

Levantamento abrange cinco municípios e busca subsidiar gestores públicos no planejamento territorial e desenvolvimento econômico sustentável do estado.

Serviço Geológico do Brasil apresentará o mapeamento geológico estratégico no maior evento de prospecção mineral mundial, buscando atrair investimentos em projetos sustentáveis e minerais críticos para a transição energética.

Ativo será leiloado em 21 de setembro com lance inicial de R$ 50 mil, atraindo investidores privados para exploração de ouro na região Norte.

Profissional ingressou na instituição em 1971 e trabalhou por 30 anos contribuindo para o desenvolvimento da geologia brasileira e representando o país em negociações internacionais.

Levantamento registra 118 tipos de rochas extraídas do estado, destacando variedades como quartzitos verdes e azuis, xistos, e materiais únicos não encontrados em outras regiões.

Atlas apresenta 118 tipos de materiais pétreos, com destaque para quartzitos verdes, azuis, xistos e rochas exóticas, e será lançado em 31 de maio no Museu Geológico da Bahia.

Esteves Colnago e quatro diretores foram reconduzidos ao cargo até fevereiro de 2024, após aprovação do Conselho de Administração e análise do comitê de elegibilidade.

Consulta pública vai debater licitações de três projetos de mineração no Pará, Bahia e Tocantins, com prazo de contribuições até 6 de maio e leilão previsto para 21 de setembro.

Primeira publicação do mapa geológico desde a emancipação do estado em 1989 integra investigação interdisciplinar de geologia, geofísica e geoquímica como base para identificar potencialidades minerais.

Visita da Agência de Mineração do Estado do Tocantins ao SGB-CPRM resultou no planejamento de um evento em Palmas para apresentar projetos de levantamentos aerogeofísicos e geoquímicos a prefeitos e empresas.

Identidade visual reforça o posicionamento do órgão com paleta que une azul dos recursos hídricos, amarelo do setor mineral, verde do desenvolvimento sustentável e branco que simboliza transparência geocientífica.

Órgão desenvolve caderno sobre conhecimento geocientífico para orientar expansão do setor mineral nos próximos 28 anos, com participação aberta até 25 de fevereiro.

Convênio de 24 meses denominado "Capital Sustentável da Mineração" busca financiar estudos sobre políticas de ASG e inovação tecnológica para atrair mais investimentos ao setor.

Mapeamento abrange áreas de risco em 14 municípios, com especial atenção a Barra do Garças (MT), onde aproximadamente 2.536 pessoas residem em zonas de risco geológico alto ou muito alto.

O período sideriano apresenta-se marcado por intensas mudanças geológicas, como a formação de grandes depósitos de formações ferríferas bandadas (BIFs).

A área abrange a região impactada pela exploração de chumbo e seus rejeitos na cidade de Boquira e arredores.

O projeto está alinhado à Política Nuclear Brasileira que visa fomentar a pesquisa e prospecção de minérios nucleares no País.

Com o trabalho, o SGB-CPRM busca ampliar o conhecimento geológico em áreas oceânicas, às margens continentais.

O pesquisador atua no Centro de Geociências Aplicadas (CGA) e desenvolve o mapeamento geológico do pré-cambriano do Nordeste do Brasil.

O projeto caracteriza basaltos e dacitos, que são rochas de origem vulcânica, do Grupo Serra Geral, enquanto seu potencial para uso agrícola.

No evento, o diretor-presidente Esteves Colnago destacou a missão da empresa em gerar e disseminar o conhecimento geocientífico.

O lançamento inclui mapas temáticos, bancos de dados e relatório final, de uma área de mais de 42.000 km2, localizada a sul de Carajás.

O estudo revela como a Bacia Potiguar poderá ser no futuro uma fonte de matéria-prima.

As cartas de suscetibilidade são dirigidas especialmente a municípios sujeitos a desastres naturais.

O Projeto Fosfato Miriri abrange sete processos minerários, ao sul de João Pessoa (PB).

O projeto é resultado de uma pesquisa realizada pelo SGB-CPRM na década de 1980.

Gabriela Valente é chefe da Assessoria Especial de Comunicação Social do Ministério da Economia.

Os dois elementos são vistos como de grande potencial para o setor mineral e saúde humana.

Além de estudos sobre o uso dos remineralizadores, o SGB-CPRM pesquisa potencialidades para produção de fosfato e potássio.

O estudo apresenta um modelo que indica a possibilidade da existência de jazidas de ametistas sob as camadas de ágatas.

SGB-CPRM identificou potássio na Bacia do Amazonas que amplia em 70% a potencialidade sobre depósitos de sais de potássio.

A cooperação entre as instituições tem como objetivo o desenvolvmento de um portfólio de projetos de P,D&I.

País pode se tornar uma potência no setor, uma vez que pode vir a ter um dos maiores estoques de recursos do mineral.

O material abrange a parte norte do Cráton do São Francisco e possibilita a identificação de novos depósitos minerais.

O SGB/CPRM possui diversos programas voltados para pesquisa de minerais denominados estratégicos devido ao uso na indústria de alta tecnologia.

Segundo a pesquisa, a região apresenta alto potencial mineral, incluindo os mais importantes complexos carbonatíticos e kimberlíticos do Brasil.