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O primeiro lançamento busca desenvolver uma solução tecnológica capaz de apoiar a segurança das atividades de campo realizadas pelo SGB.

A iniciativa conta com investimento total de R$ 6,7 milhões, viabilizado por meio de recursos do Novo PAC. Até 1º de junho, 90% da área foi sobrevoada e os resultados serão publicados no 2º semestre.

O presidente do SGB também informou que o órgão avança na modernização da infraestrutura laboratorial brasileira por meio de um projeto desenvolvido em parceria com a Petrobras e a Agência Nacional do Petróleo (ANP).

O levantamento foi elaborado em escala regional e indicou setores mais promissores para a ocorrência desses elementos. Com os resultados, o SGB selecionou áreas prioritárias para estudos detalhados.

Os mapas contemplam municípios de Minas Gerais (23), Pará (10), Goiás (5), Bahia (5), Mato Grosso (3), Mato Grosso do Sul (1), Amazonas (1), Maranhão (1), e Alagoas (1).

Os mapas contêm informações sobre a distribuição espacial das unidades geológicas, suas relações estratigráficas, padrões estruturais e recursos minerais da área mapeada.

Lavras Gold sedia workshop com especialistas globais para aprimorar a exploração do Projeto Lavras do Sul.

O Serviço Geológico do Brasil (SGB) lança mapas geológicos detalhados do Escudo Sul-Rio-Grandense e da Província Carajás, essenciais para o conhecimento geológico e a exploração de recursos minerais do país.

O Serviço Geológico do Brasil (SGB) disponibilizou dados de 212 projetos em sua base de geoquímica, incluindo centenas de milhares de amostras e alíquotas, visando otimizar recursos e evitar custos com novas campanhas e análises.

Os trabalhos incluem mapeamento geológico, descrição detalhada de perfis de alteração, coleta sistemática de amostras e integração de dados geológicos, geoquímicos e geofísicos.

A área estudada abrange cerca de 24,2 mil km² na porção centro-norte da Bahia, a 340 quilômetros de Salvador, e está inserida no contexto do Cráton do São Francisco.

Rondônia tem uma geologia diversificada com rochas pertencentes a diferentes ambientes geológicos e idades, o que favorece a presença de importantes recursos minerais.

Há um desafio estrutural, já que o Brasil tem 14,2 milhões km² (incluindo área marinha) e que apenas cerca de 30% conta com bom conhecimento. Além disso, 60% do território é composto por bacias sedimentares com baixo nível de informação.

Os resultados irão oferecer além do avanço da área de cobertura do mapeamento geológico básico, a atualização e integração de bases de dados e ampliação do conhecimento sobre recursos minerais, principalmente lítio e grafita.

Parceria visa ampliar o conhecimento do território mato-grossense e criar um ambiente mais favorável à atração de investimentos no setor mineral.

Os dados apresentados no dashboard foram levantados no projeto Avaliação do Potencial de Níquel do Brasil – Fase 1, e referem-se a empreendimentos na Bahia, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Piauí, Rondônia e São Paulo.

A identificação de novas ocorrências abre também a possibilidade de produção local de fosfato para suprir a demanda da região e, dessa forma, potencializar a produtividade agrícola.

"Buscamos identificar agendas em que possamos aprofundar ainda mais essa cooperação para beneficiar o nosso país, contribuindo para aumento da segurança e eficiência do setor mineral brasileiro”.

Após a conclusão da Avaliação Econômica Preliminar (PEA), de julho de 2025, a Bravo identificou uma oportunidade para aprimorar ainda mais o desempenho metalúrgico e incorporou a tecnologia consagrada em seu programa de testes.

Depósito gigante de minério de ferro localizado na região de Hamersley, no oeste do país, que deve conter, segundo estimativas, nada menos que 55 bilhões de toneladas de minério.

O estudo revelou intervalo fosfatado com altos valores de fosfato, urânio e terras-raras, comparáveis, e até superiores, aos observados em depósitos sedimentares clássicos encontrados em outros países do mundo.

A Elevação do Rio Grande (ERG), reivindicada pelo Brasil para ser incorporada à Plataforma Continental Jurídica Brasileira (PCJB), é formada por um conjunto de platôs, montes submarinos e áreas elevadas que se destacam do assoalho oceânico profundo.

O relatório integra informações sobre rochas, estruturas geológicas e recursos econômicos, uma referência básica e estratégica para pesquisadores, gestores públicos e o setor mineral.

Durante o painel “Mapeamento Geológico de Mato Grosso”, o diretor-presidente interino do SGB, Valdir Silveira, explicou que minerais estratégicos são essenciais ao desenvolvimento socioeconômico do País.

Ela estava ocupando o cargo de Diretora-Presidente após a renúncia de Inácio Melo. Com a exoneração, o diretor de Geologia e Recursos Minerais, Valdir Silveira, passa a ocupar interinamente o cargo de Diretor-Presidente, acumulando com sua atual função.

Sabrina Góis atuou como chefe de gabinete na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, atuando na coordenação e no acompanhamento do processo legislativo.

Ele anunciou a renúncia através de carta aos servidores, na qual afirma que cumpriu sua missão e segue agora para novos desafios.

Procedimentos visam garantir a qualidade, precisão e confiabilidade dos dados que serão coletados.

A iniciativa traz os projetos prioritários do SGB para a próxima década no levantamento e avaliação de áreas potenciais para recursos minerais, com foco especial em minerais críticos e estratégicos.



SGB apresenta resultados preliminares de projeto sobre a Província Pegmatítica Oriental, durante evento sobre lítio em Araçuaí (MG).


























