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Operação recircula água captada em seu processo produtivo, mantendo 18 pontos de monitoramento contínuo na região e ampliando a demanda por profissionais de engenharia ambiental.

A unidade terá capacidade de 200 mil toneladas anuais de fertilizantes e investimento estimado de R$ 26 milhões no Complexo VLI em Palmeirante.

Levantamento abrangeu mais de 20 mil km² e custou cerca de R$ 10 milhões do Novo PAC, combinando magnetometria, gamaespectrometria e gravimetria strapdown de forma inédita.

Levantamentos aerogeofísicos financiados pelo Novo PAC irão mapear 20 mil km² em 20 municípios, com resultados previstos para o 1º semestre de 2026.

Apesar dos desafios em Mara Rosa, a produção de ouro atingiu 28.416 onças no primeiro semestre, com planos de recuperação já em andamento incluindo revisão completa da operação.

Levantamento cobrirá 20 mil km² na região sudeste do estado, mapeando ouro, cobre, níquel, fosfato, grafita e terras raras com resolução de 250 metros entre as linhas de voo.

Projeto envolve também Mineratins, Unitins, Fieto e Sebrae para identificar aplicações industriais além de corretivos agrícolas e cimento, ampliando oportunidades de mercado no estado.

Evento reúne mineradoras e instituições públicas e privadas para debater tendências em tecnologia e dados sobre investimentos, fiscalização e gestão do setor mineral no estado.

Aquisição da Cerrado Gold Inc. inclui depósito Serra Alta com 1,012 milhão de onças de ouro e infraestrutura significativa já em fase avançada de autorização ambiental.

Levantamento em Monte Santo identificou cinco cooperativas de garimpeiros legalizadas e integra dados geológicos para disponibilização às mineradoras e comunidade local.

Agência de Mineração do Tocantins assinou acordos de cooperação técnica com ANM, Serviço Geológico do Brasil e Sefaz para fortalecer a regulamentação e atrair investidores.

Leilão marcado para 4 de junho na ANM oferece direitos minerários para projeto com potencial de 725 mil toneladas e investimento previsto de R$ 20 milhões em pesquisas.

Investimento de A$ 4,2 milhões visa exploração regional no projeto Palma de Cobre-Zinco e avanços nos projetos Bluebush e Iporá de argila iônica.

Relatório entregue ao Serviço Geológico do Brasil quantifica 9,5 milhões de toneladas de minério com teores de cobre, zinco, chumbo, prata e ouro, além de identificar cinco novos alvos de exploração.

Investimento irá financiar pesquisa complementar com objetivo de transformar recurso mineral estimado em 1,7 milhão de toneladas em depósito economicamente viável.

Ação de compensação ambiental envolveu parceria com colégio agrícola e comitê de bacias hidrográficas na preservação do bioma.

Reunião entre agência estadual e ministério avança discussões sobre políticas públicas e projetos do setor mineral no estado.

Contrato de opção com a Hochschild prevê pagamento de US$ 15 milhões adiantados como empréstimo garantido e saldo de US$ 45 milhões em quatro parcelas ao longo de três anos, com investimento mínimo de US$ 5 milhões em despesas qualificadas durante o período de operação.

Gabriel Sapucaia, Gerente de Beneficiamento, assumirá o cargo após o sucesso no ramp up da planta, que atingiu capacidade acima do esperado em menos de um ano.

Termo de cooperação técnico-científica entre as instituições busca aprofundar o mapeamento geológico e identificar potencialidades minerárias do Estado para atrair investimentos no setor.

Estudo de viabilidade corrigido aponta VPL de US$ 369 milhões e produção média anual de 94.797 onças ao longo de 9 anos de vida útil.

Mapeamento identifica depósito polimetálico de Palmeirópolis, jazidas de ouro em produção no sudeste e potencial para urânio, terras raras e níquel laterítico.

Projeto Almas investiu US$ 74 milhões em 16 meses e já processa aproximadamente 152 mil toneladas de minério, antecipando o início da produção comercial.

Primeira barra produzida em 10 de agosto marca o sucesso do ramp-up da planta, que processou 152 mil toneladas de minério desde abril e deve atingir a produção comercial ainda em agosto.

Projeto greenfield no município de Almas deve produzir entre 25 mil e 30 mil onças até o fim de 2023, com vida útil de 17 anos e investimento de US$ 78 milhões.

A Licença de Instalação deve ser concedida nos próximos 3 a 4 meses, abrindo caminho para o início da construção do empreendimento.

Mina a céu aberto construída com investimento de US$ 78 milhões deve produzir 51 mil onças de ouro por ano durante sua vida útil de 17 anos.

Processo de revisão considerará venda de ativos, fusão com parceiro estratégico, recapitalização ou continuidade do plano de longo prazo, com apoio do maior acionista CL Fertilizers Holding LLC.

Mineradora projeta alcançar a marca ambiciosa após implementar projetos Borborema e Matupá, além de otimizações nas operações atuais.

Estudo do Idesp revela que o estado emprega 4.312 trabalhadores diretos no setor e exporta 60% da produção para cinco estados brasileiros.

Instalação de mistura e distribuição em Palmeirante, no Tocantins, e continuidade da mina Taquari, em Sergipe, integram o plano de Capex de US$ 1,3 a 1,4 bilhão para 2023.

Parceria entre os órgãos prevê mapeamento geológico em cinco folhas na porção sudeste do estado e criação da primeira exposição de minérios e rochas tocantinenses para atrair investimentos em pesquisa mineral.

Empreendimento prevê a criação de 800 empregos diretos a partir de 2025, com início da implantação no segundo trimestre de 2023.

Projeto na fase de implantação já gerou 400 empregos diretos na construção e deverá criar mais 300 postos de trabalho em breve.
