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China importou 108,2 milhões de toneladas em julho, enquanto estoques portuários subiram 22% e pressão sobre exportações australianas e brasileiras tende a aumentar.

Produção doméstica de minério de ferro recua 13,5%, enquanto superávit global eleva estoques a 160 milhões de toneladas com exportações brasileiras em trajetória ascendente.

China e Índia puxam a demanda global, enquanto o bloqueio do Estreito de Ormuz desvia fluxos e a Guiné considera limitar exportações para sustentar preços.

Produção recorde coincide com acúmulo de estoques nos portos chineses, que atingem 172 milhões de toneladas, sinalizando pressão futura na demanda global.

Segundo o Global Energy Monitor, o país ainda conta com 291 GW de capacidade licenciada ou em construção, mesmo com a energia solar pronta para ultrapassar o carvão em 2026.

Relatório aponta que o aumento de 2,5% no fluxo de minério de ferro em 2025 totalizou 1,8 bilhão de toneladas, com a Austrália respondendo por 55% das exportações marítimas globais.

China registra o maior recuo entre produtores globais, enquanto Índia e Irã expandem suas operações.

Rio Tinto migra para índice Fastmarkets, enquanto Fortescue adota média entre indicadores chineses, em resposta a críticas da compradora estatal sobre referenciação em dólares americanos.

A compra das minas de ouro da Equinox Gold, prevista para conclusão no primeiro trimestre de 2026, permitirá à chinesa operar em três estados brasileiros e produzir entre 250 mil e 270 mil onças de ouro anualmente.

Acordo com provincia de Shanxi prevê intercâmbio de especialistas e desenvolvimento de soluções para reduzir drenagem ácida de mina e reaproveitar resíduos até 2029.

Os controles atingem 12 metais essenciais para scanners de RM, raio-X e cirurgia a laser, com mercado estimado em US$ 15 bilhões até 2036.

Memorando com produtora chinesa de material catódico busca garantir fornecimento de hidróxido de lítio de grau de bateria para reforçar a cadeia europeia de baterias.

Restrições abrangem toda a cadeia de suprimentos, da mineração à reciclagem, e incluem proibição de exportações para usuários militares e setores de semicondutores e inteligência artificial.
Enquanto a Índia cresceu 13,2%, China e Brasil registraram quedas — a produção acumulada no ano caiu 1,7% ante 2024.

Revisão aponta ouro com suporte de redução de juros nos EUA e demanda de bancos centrais, enquanto cobre e prata recebem pressão de dinâmica mista entre demanda asiática e incertezas comerciais.

Receita alcançou US$ 885,6 milhões até julho, com preço médio das exportações crescendo 26,4% ante 2024, impulsionado pela antecipação das importações americanas antes das novas tarifas.

Estudo prevê que fatores como tensões geopolíticas, políticas climáticas incertas e volatilidade das commodities condicionarão o fluxo de capital na próxima década.

China registrou queda de 4% na produção, enquanto Brasil recuou 5,5% no mês, puxando a redução global para o acumulado do ano.

Plano de Ação (2025-2026) reforça cooperação estratégica em mineração sustentável e estimula proteção de inovações tecnológicas em extração, automação e inteligência artificial.

Cotas de mineração e fundição para 2025 foram divulgadas discretamente apenas em junho, sinalizando reforço no controle de oferta como retaliação aos aumentos de tarifas americanas.

Relatório aponta que preços devem oscilar entre US$ 80 e US$ 100 por tonelada nos próximos 12 a 18 meses, enquanto demanda por minério de alto teor divergirá da de baixo teor com transição para produção mais limpa.

Ministro Alexandre Silveira negociou em Xangai com a China Baowu Steel Group, incluindo possível investimento de mais de R$ 50 milhões em planta piloto de biocarbono.

Pequim injetou US$ 56,9 bilhões em financiamento para projetos de extração e processamento de minerais de transição em 165 países, controlando 93% de empréstimos destinados a operações de propriedade chinesa.

Petição busca tarifas de até 920% sobre importações chinesas de grafite natural e sintético para material de ânodo de baterias de íons de lítio.

Restrição atinge especialmente germânio e gálio, dos quais a China responde por 59,2% e 98,8% da produção mundial refinada, respectivamente, acirando tensões comerciais antes da posse de Trump.

No acumulado de janeiro a agosto, a produção global caiu 1,5%, enquanto o Brasil registrou crescimento de 7,3% em agosto comparado ao ano anterior.

O evento reúne mais de 400 expositores e 10 mil delegados de mais de 50 países em busca de cooperação e oportunidades de negócios na mineração.

Fábrica brasileira comemora 23.456 equipamentos fabricados e inaugura Centro de Pesquisa e Desenvolvimento com investimento de R$ 270 milhões.

Termo de confidencialidade entre CBPM e empresa chinesa prevê instalação de conglomerado na região de Santa Maria Eterna, em Belmonte, para exploração do mineral de alta relevância tecnológica.

Localizado na província de Sichuan, o depósito é considerado o maior de pegmatito na Ásia e deve reforçar o fornecimento de matéria-prima para o setor de veículos elétricos e baterias do país.

Acordo selará grupo de trabalho com três representantes brasileiros e três chineses para desenvolver mineração baiana com tecnologias de transição energética.

Reunião deve resultar em parcerias entre três empresas chinesas e a estatal baiana, com novo evento previsto para novembro para atrair investimentos em logística e mineração.

A descoberta na mina de Xiling, localizada a até 2.085 metros de profundidade, pode garantir exploração da jazida por mais de 40 anos se mantiver produção de 3,3 milhões de toneladas anuais.

China ameaçou restringir as exportações de gálio e germânio a partir de agosto de 2023, intensificando a rivalidade entre superpotências pelo controle de materiais essenciais à indústria de chips.

Analistas apontam que Europa e EUA enfrentarão demanda crescente por neodímio e praseodímio a partir de 2028, enquanto apenas dois ou três dos mais de 20 projetos ocidentais devem se concretizar nesta década.

Artigo reflete sobre os avanços da China em redução de emissões e destaca o Brasil como país com maior participação de energia limpa no G20, alertando o setor mineral sobre a necessidade de repensar sua cadeia de suprimentos.

Parceria com siderúrgica chinesa investirá até US$ 15 milhões em três anos para testar tecnologias de captura e utilização de CO2 em processos de aço.

Acordos incluem projeto de processamento de ferro-níquel na Indonésia com start-up previsto para 2025, parcerias em descarbonização com uso de biocarvão e cooperação para desenvolvimento de equipamentos com emissão zero.

Com exceção de China e Irã, todos os 10 maiores produtores tiveram redução, enquanto o Brasil recuou 4,9% na produção de aço bruto.

Queda global foi influenciada principalmente pela redução na China, que produziu 77,9 milhões de toneladas em dezembro, enquanto Brasil registrou produção de 2,5 milhões de toneladas no mês.

China produziu 87 milhões de toneladas em setembro, crescimento de 17,6%, enquanto produção global recuou 4,3% no acumulado do ano.

Recuperação das margens do aço na China levou ao reinício de alguns altos-fornos ociosos, aliviando preocupações sobre a demanda fraca pelo ingrediente siderúrgico.

Redução de importações chinesas provocou queda de 52,5% no saldo comercial mineral no primeiro semestre de 2022 comparado ao ano anterior.

Conglomerado estatal de 20 bilhões de yuans atuará como plataforma unificada de compra para siderúrgicas chinesas e gerenciará projetos no exterior, como Simandou na Guiné.

Parceria com a Jiangsu Shagang Group e porto de Zhoushan terá capacidade de 15 milhões de toneladas anuais de minério blendado, com operações previstas para o segundo semestre de 2023.

Queda foi puxada principalmente pela redução de 10% na China, enquanto Índia, EUA, Alemanha e Irã registraram avanços na produção.

O minério com 62% Fe foi negociado a US$ 136/tonelada no norte do país, queda de mais de 5% em relação ao início da semana.

Parceria com a Hunan Valin Iron & Steel Group visa explorar tecnologias verdes — como hidrogênio, biomassa e Tecnored — para reduzir emissões de CO2 na cadeia siderúrgica.

O país ainda lidera a produção mundial de ouro, tendo produzido 365,3 toneladas em 2020.
