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A startup quer empregar o towpreg brasileiro na fabricação de cilindros de armazenamento de gases, como o hidrogênio e o biometano, até 70% mais leves do que as versões tradicionais, feitas de aço.

O saldo de minério de ferro está em superávit desde meados de 2025, o que levou a um aumento nos estoques, que agora estão em 160 milhões de toneladas, segundo a Steelhome.

A Usiminas fornecerá 16 mil toneladas de aço para a construção do Novo Porto da Manaus Moderna, um projeto estratégico para a infraestrutura logística da Região Norte.

A situação atual no Estreito de Ormuz está impactando significativamente o fluxo de aço chinês que caiu 5% em relação ao ano anterior, já que o Golfo Pérsico está efetivamente bloqueado para as exportações de aço da China.

Entre os países asiáticos, a China produziu 83,6 milhões de toneladas em abril de 2026 e caiu 2,8% em abril, enquanto a Índia registrou 13,8 milhões de toneladas no mês, 3,9% a mais que em abril de 2025.

O conjunto de dados atualizado engloba 16 produtos, desde bobinas laminadas a quente até chapas, vergalhões, aços galvanizados e folhas de flandres, em todos os principais setores de mercado.

o consumo aparente de produtos de aço no Brasil atingiu 26,1 milhões de toneladas em 2024, retomando patamares relevantes após oscilações recentes.

A China produziu 87 milhões de toneladas, 6,3% a menos que em março de 2025, enquanto a Índia produziu 15,3 milhões de toneladas no mês, um incremento de 9,4% sobre o mesmo mês de 2025.

A Associação Mundial do Aço prevê um crescimento modesto na demanda global de aço em 2026 e 2027, indicando que o setor atingiu seu ponto mais baixo em 2025-2026.

A China teve produção estimada de 76,1 milhões de toneladas, um declínio de 3,6% em relação a fevereiro do ano passado. Índia e Japão produziram 13,6 e 6,4 milhões de toneladas, com acréscimo de 7,7% na Índia.

Estima-se que a China, maior produtor, tenha produzido 75,3 milhões de toneladas em janeiro de 2026, uma queda de 13,9% em relação a janeiro de 2025.

A empresa anunciou investimentos de R$ 30 milhões para os próximos meses, 25% a mais do que os R$ 24 milhões investidos no ano passado.

Para a entidade, a medida representa um passo a mais no sistema de defesa comercial para conter as importações predatórias de aço.

O resultado foi impulsionado principalmente por produtos asiáticos, enquanto a produção interna cresceu em ritmo mais lento.

A China produziu 68,2 milhões de toneladas, 10,3% a menos que em dezembro de 2024, enquanto a Índia produziu 14,8 milhões de toneladas no mês, um incremento de 10,1% sobre o mesmo mês de 2024.

A China, que lidera a produção mundial, produziu 69,9 milhões de toneladas de aço em novembro de 2025 e despencou 10,9% em relação a novembro de 2024.

Com crescimento de 20,5%, o ingresso de produtos laminados atingirá 5,7 milhões de toneladas, o maior volume em 15 anos.

A China produziu 72 milhões de toneladas, 12,1% a menos que em outubro do ano passado, enquanto a Índia produziu 13,6 milhões de toneladas no mês, um incremento de 5,9%.
Uma recuperação de 1,3% é prevista para 2026, elevando a demanda global para 1,772 milhões de toneladas.
A produção mundial de aço teve um leve aumento de 0,3% em agosto de 2025, atingindo 145,3 milhões de toneladas, com crescimento impulsionado principalmente pela Ásia e América do Norte, enquanto a China, Europa e América do Sul registraram quedas.

Moody's revisa projeções de preços para metais e commodities, prevendo crescimento global lento em 2025-2026, com destaque para a estabilidade do ouro e a demanda fraca por aço na China, apesar do crescimento econômico.





































