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ANM terá cooperação com a Coreia visando modernizar o setor
28 de julho, 2026
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O evento reunirá autoridades de 50 países entre junho de 2026 para debater transição energética e abastecimento de minerais estratégicos.

Acordo envolve construção de porto e coordenação de investimentos para fortalecer cadeias de suprimento de mineração e processamento, incluindo reciclagem de minerais críticos.

Acordo busca reduzir dependência de ambos os países sobre a China e elevar comércio bilateral para US$ 20 bilhões em cinco anos.

Memorando de Entendimentos com validade de cinco anos prevê investimentos do Fundo de Investimento Público saudita em exploração, processamento e mapeamento geológico do subsolo brasileiro.

Valor engloba petróleo (maior reserva mundial), ouro, níquel, minério de ferro, bauxita e gás natural distribuídos em três ambientes geográficos, com destaque para o Arco Mineiro do Orinoco.

Brasil e África Ocidental aumentam embarques enquanto China enfrenta pressão macroeconômica que pode frear a procura.

Memorando assinado em Jacarta abrange cooperação em petróleo, gás, energias renováveis e minerais críticos, buscando integrar as cadeias produtivas dos dois países.

A empresa busca ampliar sua rede de investidores interessados em explorar múltiplos recursos minerais do país africano, com foco em projetos que combinem sustentabilidade e responsabilidade socioambiental.

Relatório reduz previsões de crescimento macroeconômico para 2025/26 e aponta desaceleração da China como principal risco para a demanda global por metais industriais.

Relatório aponta que US$ 5,4 trilhões serão necessários entre 2024 e 2035, com mais de 70% destinados aos quatro principais produtos — ferro, carvão, cobre e ouro.

Documento final reafirma compromisso de atingir emissões líquidas zero até metade do século e busca ampliar financiamento climático de bilhões para trilhões.

Laurence Tubiana aponta que o país dispõe de 60% a 70% dos minerais necessários para carros elétricos e outras tecnologias limpas, posicionando-o para liderar a transição energética global.

Relatório aponta que excesso de oferta de petróleo e GNL na segunda metade dos anos 2020 criará espaço para investimentos maiores em transições energéticas limpas.
Obra começou em agosto em Jagiroad e promete entrar em operação em meados de 2025, com capacidade de 48,3 milhões de chips diários em montagem, teste e embalagem de componentes para automotiva, comunicação e IA.

Ministro da Indústria e Recursos Minerais saudita esteve no Brasil em julho buscando oportunidades de investimento mútuo alinhadas com a Visão 2030 do Reino.

Cooperação inclui investimento de R$ 41 bilhões do FNDCT no Nova Indústria Brasil, focado em inovação e tecnologias sustentáveis para mineração e energias renováveis.

A iniciativa da COP28 abre período para inscrição de projetos de descarbonização profunda até 27 de setembro, selecionando aqueles com potencial de escalabilidade e tecnologias inovadoras prontas para comercialização.

Segundo a S&P Global, o país leva quase 29 anos em média desde a descoberta até a produção, superando apenas a Zâmbia, enquanto Canadá e Austrália conseguem em 27 e 20 anos respectivamente.

O evento reúne mais de 400 expositores e 10 mil delegados de mais de 50 países em busca de cooperação e oportunidades de negócios na mineração.

Operação rendeu US$ 155 milhões à subsidiária canadense Vale Canada Limited, e a MIND ID passa a controlar 34% da empresa, com licença de operação estendida até dezembro de 2035.

País possui mais de 15 das 50 substâncias de interesse norte-americano e busca atrair investimentos para desenvolver cadeias de suprimento resilientes e seguras.

Reunião técnica busca estruturar projetos de mineração em pequena e média escalas, com foco na troca de dados geológicos e boas práticas de exploração sustentável entre os dois países.

País planeja reformar sua legislação mineral e já estuda construir planta de ureia de 1,5 milhões de toneladas ao ano na fronteira com Mato Grosso.

Memorando prevê estudos de viabilidade para construção de fábricas nos dois países, com potencial de projetos em Três Lagoas (MS), Cuiabá (MT) e em municípios bolivianos.