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Tarifa de 25% entra em vigor em 22 de julho de 2026 e afetará principalmente máquinas e equipamentos, gerando incerteza nas cadeias produtivas integradas entre os dois países.

Associação alerta para importações de China e Índia beneficiadas por diferimentos tributários de ICMS que criam concorrência assimétrica com produtores nacionais.

Relatório do USTR recomenda tarifas sobre produtos como censura digital, protecionismo e desmatamento, com decisão final prevista para 15 de julho.

Volume exportado cresceu 5,4%, mas receita caiu para US$ 25,9 bilhões devido à queda de preços, que ficaram abaixo de US$ 100/tonelada.

Medida prorrogada por um ano mantém alíquota de importação em 25% para seis produtos processados, buscando frear a competição internacional desleal.

Associação pede ao Brasil estruturação imediata da ANM, definição de rol de minerais críticos e investimento em pesquisa mineral para não ficar à margem da disputa global por recursos estratégicos.

Ministro Alexandre Silveira negociou em Xangai com a China Baowu Steel Group, incluindo possível investimento de mais de R$ 50 milhões em planta piloto de biocarbono.

Nota conjunta aponta que tarifa de 10% sobre exportações brasileiras a partir de 5 de abril pode impactar comércio e investimentos bilaterais, apesar do superávit americano de US$ 29 bilhões em 2024.

Brasil recorrerá à OMC contra as tarifas americanas de 10% e pode aplicar sobretaxas aos produtos dos EUA em resposta.

ABIMAQ teme perda de competitividade nas exportações de máquinas agrícolas e de transformação, enquanto ABAL acompanha tarifas adicionais que já incidem sobre alumínio desde março.

Restrição atinge especialmente germânio e gálio, dos quais a China responde por 59,2% e 98,8% da produção mundial refinada, respectivamente, acirando tensões comerciais antes da posse de Trump.

Manifesto assinado pela Abeaço e apoiadores afirma que elevação de alíquotas beneficiaria apenas a CSN, impactando preços de alimentos como sardinha, atum e leite em pó.

Medida será aplicada a partir de 4 de julho se as discussões com autoridades chinesas não encontrarem solução, com fabricantes como SAIC enfrentando alíquota de 38,1%.

Quartzitos lideraram o desempenho com crescimento de 57%, impulsionados pela forte demanda do mercado americano que absorveu 58% das exportações do país.

Decisão preserva preços de alimentos e construção civil, evitando impactos na cesta básica e em programas como Minha Casa Minha Vida.

Entidade alerta que aumentar tarifa de importação beneficia apenas a CSN, monopolista na produção, e impactará preços de alimentos, tintas e materiais de construção civil.

Minério de ferro liderou as vendas com mais de US$ 12,9 bilhões, seguido pelo cobre que cresceu 41% em comparação ao ano anterior.

Indústria extrativa mineral teve saldo positivo de US$ 27,1 bilhões, impulsionada pelas exportações de ferro, alumínio e cobre.

Comitê será presidido por Jose Luis Vidal e focará em sinergias entre mineração e setor de óleo e gás, promovendo tecnologias alinhadas com premissas de ESG e mineração verde.

Retração foi impulsionada pela queda em vendas para EUA (-14,3%) e China (-28,7%), principais clientes do setor.

Vendas da Vale e coligadas recuaram 16,7% em abril na comparação com o mesmo mês do ano anterior, enquanto pelotas registraram forte expansão.

A partir de outubro, exportadores brasileiros de aço, ferro, alumínio e fertilizantes precisarão comprovar as emissões de carbono embutidas em seus produtos para continuar vendendo para o bloco europeu.

Revogação em vigor desde 1993 elimina sobretaxa de 74,52% nas importações americanas de chapas de aço carbono brasileiras, abrindo perspectivas de crescimento para o segmento nos EUA.
