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Investimento abrange 79 empresas locais, demonstrando a estratégia da mineradora de fortalecer a cadeia de suprimentos regional e gerar desenvolvimento econômico nas comunidades onde atua.

Estrutura foi completamente removida em 2024 e as obras em curso são apenas de natureza preventiva para reforçar segurança e drenagem antes do período de chuvas.

Embargo da ANM ocorreu por ausência de atualização documental referente às melhorias realizadas na estrutura, segundo a Vale, que afirma que barragem permanece estável e monitorada 24 horas por dia.

Produção brasileira ficou estagnada na última década enquanto países como Austrália, Indonésia e Filipinas multiplicaram seus volumes e atraíram investimentos diretos estrangeiros.

Projeto Mina N3 licenciado em maio de 2026 deve afetar pelo menos 14 antas que habitam a região e intensificar a contaminação por metais nas espécies locais.

Descoberta envolveu espécies como Paepalanthus magalhaesii e Coracoralina amoena, consideradas extintas, redescobiertas em áreas protegidas do Quadrilátero Ferrífero entre Itabirito, Rio Acima e Ouro Preto.

Relatório produzido com a Accenture projeta que a arrecadação fiscal da mineração pode saltar de R$ 750 bilhões para R$ 1,3 trilhão entre 2026 e 2035.

Projeto de Flotação de Partículas Grossas em Salobo deverá adicionar seis milhões de toneladas de capacidade anual de processamento e aumentar a produção de cobre em até 30 mil toneladas.

Prêmio avaliou o desempenho executivo, estratégia de Relações com Investidores, práticas ESG e liderança corporativa da empresa na América Latina.

Usina Modelo em Itabira registrou ganhos de 25% em produtividade e 40% em minério premium, servindo como referência para expansão a Brucutu e outras unidades da mineradora.

Obras na barragem da Mina Brucutu incluíram a construção de um talude de enrocamento e permitiram à ANM suspender o nível de emergência em 2026.

Crescimento foi impulsionado pela expansão da produção de minério de ferro para 336 milhões de toneladas, consolidando a empresa como fornecedor global líder para a indústria do aço.

EBITDA Proforma atingiu US$ 4,1 bilhões, com crescimento de 3% na produção de minério de ferro e aprovação de dividendos de US$ 1,701 bilhão para setembro.

Vice-presidente do Conselho de Administração deixa a mineradora após ser destituído por vazamento de informações confidenciais de reunião do conselho.

Conselho aprovou a destituição após confirmação de vazamento de informações confidenciais pela apuração de escritório externo independente.

Empresa registrou crescimento de 1% em minério de ferro e aumentos de 6% em cobre e 4% em níquel no 2º trimestre de 2026, com destaques para recordes em Salobo e Long Harbour.

Acordo com a Wabtec prevê investimento de R$ 1 bilhão para implementar o sistema I-ETMS nas operações ferroviárias até 2031, elevando os padrões de segurança e confiabilidade.

Membro independente assume interinamente até eleição marcada para 22 de julho de 2026, após pressão da Previ, maior acionista individual da companhia.

Mineradora mantém portfólio de mais de 350 projetos de PD&I e já conta com 45 soluções de IA aplicadas à cadeia de valor, desde exploração mineral até navegação, apoiando decisões operacionais e redução de emissões.

Decisão resulta de rigorosa avaliação de aspectos técnicos, econômicos e financeiros do ativo localizado no Mato Grosso do Sul.

Presidente do Conselho de Administração deixou a posição com efeitos imediatos, cancelando a votação prevista para 22 de julho de 2026.

Decisão não aprovou qualquer investimento na empresa baiana após rigoroso processo de avaliação técnica e financeira.

Conclusão da descaracterização integra o Plano Ambiental de Fechamento de Mina (PAFEM), com B6 já iniciada e previsão de término em 2027.

Programa de 18 meses oferece formação técnica, experiências práticas e acompanhamento com líderes nas regiões de atuação da empresa.

Audiência marcada para 9 de julho em Ouro Preto apresentará projeto de adequação da bacia de dissipação e reforço da segurança hidráulica da estrutura, com previsão de conclusão até fim deste ano.

Segundo relatório em conformidade com o padrão ISSB traz análise ampliada sobre barragens, licenciamento ambiental, direitos humanos e saúde, além de destacar o crescimento de 107% na mineração circular em 2025.

Usina Modelo, instalada na unidade Conceição2, recebeu investimento de R$ 200 milhões e alcançou aumento de 25% na produtividade com integração de IA e automatização de 7.300 instrumentos.

Estratégia 2030 prevê transformação de práticas com redução de 80% nas estruturas de barragens em nível de emergência desde 2020 e foco em metais para a transição energética.

Operação que completa uma década de funcionamento em Canaã dos Carajás tornou-se referência global ao combinar capacidade de 90 milhões de toneladas anuais com automação, redução de água e integração ambiental desde a concepção.

Com EBITDA mais que dobrado em pouco mais de um ano, a divisão projeta crescer de 10% para 26% do resultado total em 2025, impulsionada pela demanda global por metais em transição energética.

Empresa projeta incremento de aproximadamente US$ 1,5 bilhão no fluxo de caixa livre em 2026, considerando cenários pré e pós-conflito no Oriente Médio.

Inscrições seguem até 10 de maio para profissionais de 18+ anos, com formação em áreas operacionais como mecânica, elétrica e operação ferroviária, realizada em parceria com o Senai por cerca de 18 meses.

Investimentos direcionados a gestão hídrica, modernização de instalações, descarbonização e projetos de hidrogênio verde, consolidando o papel estratégico de Tubarão na expansão da mineradora.

Lucro líquido avançou 36% na comparação anual, sustentado pela combinação de maiores volumes vendidos e preços realizados mais elevados em todos os segmentos.

Recordes foram batidos em S11D (19,9 Mt), Sossego (29 kt de cobre) e Long Harbour (produção histórica de níquel), com destaque também para o avanço de 35% nas pelotas do Sistema Sudeste.

Implantação de usina de reaproveitamento de rejeito em Gongo Soco deve começar a operar em 2025, com capacidade para produzir 2 milhões de toneladas de minério por ano.

Navio será entregue a partir de 2029 e faz parte de um contrato de 25 anos com a Shandong Shipping, reduzindo emissões de carbono em cerca de 90% comparado ao óleo combustível pesado.

Produção deve dobrar pela expansão de operações em Carajás e novos projetos no Complexo de Sossego, impulsionando a participação da VBM de 22% para até 35% do Ebitda do grupo até 2035.

Projeto em parceria com Vale Base Metals prevê vida útil de 24 anos e produção média de 108 mil toneladas de cobre equivalente anuais, com VPL de US$ 2 bilhões a preços atuais.

A decisão reformou sentença anterior e condenou a empresa por extração de cascalho e supressão de vegetação em área de 644 m² na Mina Del Rey, sem licenciamento ambiental desde 2013.

A mineradora produziu 26,3 milhões de toneladas por fontes circulares em 2025, com meta de alcançar 10% da produção brasileira de minério de ferro por esse caminho até 2030.

Prêmio é concedido pelo Shingo Institute pela implementação de frota de transporte 100% remoto, que começou em 2018 e conta atualmente com 15 caminhões e duas perfuratrizes monitoradas à distância.

Estratégia apresentada por Gustavo Pimenta no PDAC 2026 busca redesenhar a mineração através de novas tecnologias, redução de impactos ambientais e geração de valor para comunidades.

Acordo com a NMDC e Adani Ports irá ampliar a capacidade do porto indiano para 75 milhões de toneladas e torná-lo capaz de receber os maiores navios de minério de ferro do mundo (VLOCs).

Investimentos acontecem entre 2026 e 2030, incluindo o projeto de Bacaba em implementação na região.

Subsidiária manterá participação minoritária de 18,9% em novo consórcio que receberá até US$ 200 milhões de investimento para o cinturão de Thompson, em Manitoba.

EBITDA Proforma cresceu 3% em 2025, chegando a US$ 15,9 bilhões, com destaque para a produção de cobre e níquel em níveis recordes desde 2018.

Rejeição abrange três pedidos que somavam R$ 2,846 bilhões, deixando pendente apenas um de R$ 200 milhões.

Decisão foi motivada pelo rompimento da Cava Área 18 em 25 de janeiro, que extravasou 262 mil metros cúbicos de água e sedimentos atingindo o córrego Água Santa e o Rio Maranhão.

Três ações judiciais cobram bloqueios patrimoniais que somam R$ 2,046 bilhões relacionados aos extravasamentos de janeiro de 2026 nas unidades de Fábrica e Viga.

MPF busca bloquear R$ 1 bilhão e suspender operações da mina após vazamento de 262 mil m³ de água e sedimentos em estrutura de contenção improvisada.

Associação cobra relatórios técnicos e plano de ação imediato após extravasamentos em Ouro Preto e Congonhas que atingiram rios estratégicos em menos de 24 horas.

Produção de cobre atingiu 382 mil toneladas, maior nível desde 2018, enquanto níquel chegou a 177 mil t, o melhor resultado desde 2022, impulsionados pelo ramp-up de projetos estratégicos.

O extravasamento afetou apenas áreas de empresa terceira, sem comprometer as barragens da mineradora ou prejudicar as comunidades do entorno.

Plano inclui projetos como Vargem Grande 1, Capanema e expansão de Serra Sul com conclusão prevista para até final de 2026, totalizando investimentos de US$ 5,4 a US$ 5,6 bilhões em 2026.

Fábrica, em parceria com a Biosolvit, será capaz de produzir 1 milhão de litros mensais de resina biodegradável a partir de garrafas PET recicladas, gerando renda para mais de 560 catadores de materiais recicláveis da região.

Barragem Campo Grande é a primeira a montante do Complexo Mariana a ter descaracterização concluída, colocando o programa em 63% de avanço entre as 30 estruturas previstas.

Expansão será gradual durante cinco anos, elevando a frota de 14 para aproximadamente 90 caminhões autônomos em Serra Norte e Serra Sul, com ganhos de até 15% no rendimento operacional.

Decisão em primeira instância abre caminho para recursos contra a AGU, questiona aplicação de regras de preço de transferência e royalties minerais.
