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Tempestade danificou torres de transmissão em Caserones, mas estoques de minério permitiram que a vizinha Candelaria mantivesse a produção enquanto aguarda restauração da energia.

Estudo aponta que 35.843 unidades serão comercializadas no próximo ano, impulsionadas pelo setor público, que lidera as compras com 23% das vendas totais.

Relatório prevê excedente de 400 milhões de toneladas de minério nos próximos cinco anos, apontando a diversificação para Índia e Oriente Médio como estratégia fundamental para o Brasil.

Produção nacional alcançou 1,18 milhão de toneladas, o maior volume desde 2013, com investimentos brutos chegando a R$ 6,8 bilhões e geração de 508 mil empregos.

Debate no 27º Congresso Mundial de Mineração revelou que a demanda pelo metal deverá crescer 50% até 2040, enquanto a oferta enfrenta gargalos estruturais que exigem maior reciclagem e novas soluções de fornecimento.

Relatório com projeções até 2030 mostra mercado de óxido de praseodímio-neodímio em transição, com oferta apertada no início do ano mas recuperação esperada no segundo semestre, enquanto políticas regulatórias chinesas reforçam controles de exportação.

O crescimento de 2,2% em relação a abril de 2025 é impulsionado pelo mercado imobiliário aquecido e pelo programa Minha Casa, Minha Vida, que responde por 52% dos lançamentos, mas a confiança na construção recua diante da inflação e endividamento.

Crescimento impulsionado pelo aquecimento do mercado de trabalho, desemprego em mínima histórica e ganhos reais na renda das famílias brasileiras.

Índice de incerteza atinge patamares recordes, mas eletricidade, energias renováveis e energia nuclear emergem como tendências de estabilidade no setor.

Analistas do mercado financeiro preveem que o preço médio chegue a US$ 5.500 até o Ano Novo Chinês, em um contexto de instabilidade geopolítica e demanda por ativos seguros.

Listagem ocorre sob o símbolo "ATCX" na Nasdaq Capital Market e permitirá maior acesso a investidores institucionais globais para financiar seus projetos de minerais críticos.

Estudo aponta que oferta não acompanhará a demanda, criando déficit de 10 milhões de toneladas métricas até 2040 devido à expansão simultânea de redes elétricas, energia renovável, IA e veículos elétricos.

Relatório aponta que o aumento de 2,5% no fluxo de minério de ferro em 2025 totalizou 1,8 bilhão de toneladas, com a Austrália respondendo por 55% das exportações marítimas globais.

Construção civil, infraestrutura energética e transportes eletrificados serão os principais motores de consumo do metal até 2035.

Banco Mundial projeta que ouro atingirá 180% acima da média de 2015-2019 em 2026, enquanto cobre e estanho devem bater recordes nominais impulsionados pela demanda de energia limpa.

Projeção de 335 a 345 milhões de toneladas para 2026 e de 360 milhões em 2030, com investimentos planejados entre US$ 5,4 bilhões e US$ 5,7 bilhões no próximo ano.

Retomada do Minha Casa, Minha Vida e investimentos em infraestrutura impulsionaram o crescimento, revertendo quedas dos anos anteriores.

Aprovação contempla antecipação de dividendos e juros sobre capital próprio com pagamentos previstos entre janeiro e março de 2026.

Títulos subordinados captam recursos para recomposição de caixa após aquisição de debêntures participativas, com taxa inicial de juros de 6% ao ano até 2031.

Brasil e África Ocidental aumentam embarques enquanto China enfrenta pressão macroeconômica que pode frear a procura.

Setor vai impulsionado por programas de habitação como o MCMV e investimentos em infraestrutura, especialmente em pavimentação de concreto.

Com 23% das reservas mundiais, o país possui potencial para suprir até 10% da demanda global, mas enfrenta entraves institucionais e desafios na sustentabilidade ambiental do processo.

Lítio, cobalto, níquel e terras raras devem ter oferta concentrada em poucos países, criando vulnerabilidades no mercado global que exigem políticas de incentivo à produção e beneficiamento.
Recuperação de 1,3% é prevista para o próximo ano, segundo perspectiva de curto prazo da Associação Mundial do Aço, impulsionada por crescimento em economias em desenvolvimento como Índia e Vietnã.

No acumulado de janeiro a setembro, as vendas chegaram a 50,3 milhões de toneladas, com perspectiva de crescimento de 2% projetada para o ano, impulsionada por programas habitacionais e investimentos em infraestrutura.

Robin Tsui, estrategista da State Street, aponta compras de bancos centrais, cortes de juros nos EUA e riscos geopolíticos como fatores que podem impulsionar o metal até esse patamar nos próximos anos.

Revisão aponta ouro com suporte de redução de juros nos EUA e demanda de bancos centrais, enquanto cobre e prata recebem pressão de dinâmica mista entre demanda asiática e incertezas comerciais.

Estudo prevê que fatores como tensões geopolíticas, políticas climáticas incertas e volatilidade das commodities condicionarão o fluxo de capital na próxima década.

Instalação em Curitiba tem capacidade de 60 m³/hora e integra plano de expansão que levou a empresa a cinco centrais no Estado, com nova unidade também inaugurada em Ponta Grossa.

O EBITDA do segundo trimestre foi de US$ 652 milhões, impulsionado por margens crescentes, produção recorde e execução comercial forte.

Estudo mapeia 17 drivers de transformação e traça quatro cenários possíveis para a mineração brasileira até 2040, servindo como base estratégica para empresas, governos e startups do setor.

Estudo aponta que concentração dos mercados deve diminuir apenas marginalmente até 2035, mantendo vulnerabilidade às interrupções de oferta.

Prejuízo líquido de US$ 9,2 milhões foi impulsionado pela queda de 26% nas receitas (de US$ 42,2 para US$ 28,2 milhões) e pelo colapso de 26% no volume de vendas de V2O5 (de 2.765 para 2.046 toneladas).

Relatório aponta que preços devem oscilar entre US$ 80 e US$ 100 por tonelada nos próximos 12 a 18 meses, enquanto demanda por minério de alto teor divergirá da de baixo teor com transição para produção mais limpa.

Relatório reduz previsões de crescimento macroeconômico para 2025/26 e aponta desaceleração da China como principal risco para a demanda global por metais industriais.

Será lançado o estudo Mining Map 2040, uma pesquisa inédita no Brasil que projeta tendências, desafios e oportunidades do setor mineral até 2040.

Tranche 1 da colocação foi liquidada com emissão de 30.962.500 ações ordinárias a US$ 0,095 por ação, dentro da capacidade existente da companhia.

Divulgação da worldsteel mostra que em março a produção cresceu 2,9%, puxada especialmente pela Ásia que atingiu 3,9% de incremento, enquanto o Brasil registrou alta de 6,6%.

Perspectiva negativa é justificada por desaceleração do PIB chinês a 3%-4% em 2025 e tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos.

Alumínio atingiu 1,8 milhão de toneladas em 2024, impulsionado por demanda aquecida em setores estratégicos como construção civil, eletricidade e transportes.

Crescimento de 5,3% em janeiro aponta demanda aquecida, mas pressões inflacionárias, alta de juros a 13,25% e inadimplência limitam a projeção para o ano a apenas 1% de expansão.

H.C. Wainwright recomenda compra com meta de US$ 19,00 por ação, citando a produção prevista para este ano e parcerias com Mitsui, Chengxin e Yahua que totalizam US$ 80 milhões de investimento.

Rali de 6% nos últimos cinco dias é impulsionado por demanda chinesa e medidas de estímulo, mas tarifas Trump podem frear a alta a partir do segundo trimestre.

Negociação busca viabilizar a retomada da produção de nitrogenados nas FAFENs da Proquigel, alinhada ao Plano de Negócios 2025-2029.

Volume atingiu 1,225 milhão de toneladas, com destaque para setores de eletricidade, construção civil e embalagens.

Programa de recompra de até 3,9 milhões de ações acontecerá entre 27 de novembro de 2024 e 26 de novembro de 2025, visando aumentar o valor para acionistas.

Montante será creditado aos acionistas em 28 de novembro, com base nas posições registradas em 21 de novembro.

Previsão é recuo após nove anos consecutivos de crescimento, com demanda caindo diante dos volumes registrados em 2023.

Operação injeta US$ 21,85 milhões à G Mining Ventures e elimina todos os warrants da estrutura de capital, marcando o fim do financiamento associado ao projeto de ouro no Brasil.

Trump planeja aumentar as tarifas de importação para 10% a 20% (60% para a China), criando pressão inflacionária e incentivando realocação de cadeias de suprimentos para os EUA.

Previsão aponta queda de 0,9% em 2024, mas recuperação de 1,2% em 2025, com Índia mantendo crescimento robusto enquanto China segue enfrentando crise imobiliária.

Crescimento foi puxado por eletricidade, construção civil e bens de consumo, em um terceiro trimestre consecutivo de alta do setor.

A empresa suspende trabalhos preparatórios para estágio 4 em Mt. Cattlin e adia projetos em Quebec e Argentina, reduzindo custos ante o colapso de margens globais do setor.

Plano foi aprovado por credores representando mais de 1/3 do endividamento e depende da venda de participações societárias, ativos e operações a um terceiro investidor ainda em negociação.

Companhia esclarece que o processo investiga apenas importações da China e não altera a tarifa de importação de folhas metálicas, mantida em 10,8%.

Com produção de 86,9 toneladas anuais, o país produz cinco vezes mais do que demanda localmente, destacando-se entre os maiores produtores mundiais.

Valor bruto de R$ 2,09 por ação será pago a partir de 4 de setembro para acionistas da B3 e de 11 de setembro para detentores de ADRs na NYSE.

Medida cautelar busca criar ambiente estável para negociação com credores financeiros, enquanto acordo de exclusividade com CSN expirou sem renovação.

Recompra de até 9,41% das ações em circulação visa otimizar alocação de capital e aumentar retorno aos acionistas até dezembro de 2025.
