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Appian Capital aposta no Brasil com níquel, grafite e mina subterrânea inédita
26 de agosto, 2026
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O primeiro lote comercial de 36 toneladas será embarcado esta semana após aprovação em testes de qualidade, abrindo caminho para vendas futuras ao cliente.

A planta aumentou a alimentação de ROM em 30% e dobrou a produção de concentrado de grafite, enquanto mantém controle rigoroso sobre custos com reagentes.

Projeto prevê investimento de R$ 700 milhões e entrada em operação no segundo semestre de 2029, com capacidade de produção superior a 50 mil toneladas anuais de grafite concentrado.

Planta alcançou 97% de pureza de carbono no concentrado e processou 5.136 toneladas de minério bruto desde retomada das operações, com meta de 5.000 toneladas de produção anual.

Subsidiária Atlas Critical Minerals demonstrou viabilidade de dois tipos distintos de depósitos por estudos técnicos em Iporá (GO) e Alto do Paranaíba (MG), criando portfólio diversificado com múltiplos caminhos para produção.

Estudo prevê que fatores como tensões geopolíticas, políticas climáticas incertas e volatilidade das commodities condicionarão o fluxo de capital na próxima década.

Fundo privado exportou o concentrado via Atlantic Nickel em cinco embarques pelo Porto de Ilhéus para Canadá, China e Finlândia, chegando a mais de 500 mil toneladas secas exportadas desde 2019.

Mina de Boa Sorte está em ramp-up desde dezembro de 2024, com estimativa de produzir até 3 mil toneladas de concentrado com teor de 98% até o final do ano.
Reunião ocorre uma semana após anúncio de tarifas de 50% sobre produtos brasileiros, sinalizando possível tratamento diferenciado para o setor mineral na negociação com os EUA.

Relator Arnaldo Jardim prevê apresentação do parecer após o recesso parlamentar, com foco em insumos estratégicos para energia renovável, fertilizantes e tecnologia de baterias.

Com participação de 32,2% na Atlas Critical Minerals, a mineradora ganha exposição a grafite, titânio e urânio, ampliando sua atuação além do lítio em minerais críticos essenciais à transição energética global.

Investimento visa implantação de ativos de exploração e primeira planta de beneficiamento no Sul da Bahia, com capacidade inicial de 5,5 mil toneladas por ano e início das operações previsto para o primeiro trimestre de 2025.

Petição busca tarifas de até 920% sobre importações chinesas de grafite natural e sintético para material de ânodo de baterias de íons de lítio.

A empresa traz um portfólio com cerca de 200 milhões de toneladas de grafitito, depósitos de lítio em argilas iônicas similares aos explorados pela Tesla em Nevada, além de bauxita, feldspato potássico e outros minerais essenciais para a transição energética e o agronegócio.

Produção ocorre em Santa Cruz, marcando o retorno da mineração de grafite nas Américas após 28 anos, com embarques esperados até o final de outubro.

Subsidiária irá extrair o minério em Minas Gerais a partir de julho de 2028, gerando cerca de 300 empregos diretos até 2030.

Primeira planta do projeto Santa Cruz começará operação nas próximas semanas, com capacidade inicial de 1 mil toneladas/mês de grafite, enquanto fases 2 e 3 já têm licenças ambientais aprovadas para até 50 mil tpa.

As Fases 2 e 3 receberão investimentos de até US$ 18 milhões via acordo Sprott Streaming, com meta de atingir 50 mil toneladas anuais de concentrado até 2025.

Aquisição de três direitos de exploração em Minas Gerais amplia presença da empresa em todos os metais de bateria e inclui a promoção de Volodymyr Myadzel a VP de Geologia.