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Finep prorroga edital de R$ 215 milhões para projetos com foco em minerais críticos e estratégicos
3 de setembro, 2026
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Geólogo com 13 anos na companhia, liderou projetos sobre terras raras e terá como meta fortalecer pesquisas e integrar tecnologias avançadas em geociências.

Estatal baiana contestou a transferência de US$ 1,015 bilhão para a chinesa CMOC por falta de autorização contratual expressa, alegando que o direito minerário pertence ao Estado.

Recursos serão direcionados ao cascalhamento da estrada Angico dos Dias–Peixe e outras obras de infraestrutura nas comunidades rurais, como parte das contrapartidas do projeto de mineração de fosfato na região.

Protocolo permitirá aos empreendimentos da estatal usufruir de benefícios como agilidade em licenciamento, visibilidade global e acesso a ferramentas de fomento do Governo Federal para atrair investidores internacionais.

Projeto aprovado transforma a companhia em produtora mineral, permitindo que ela própria detenha direitos minerários e lucre com a exploração, em vez de apenas pesquisar e repassar áreas ao setor privado.

Missão na Europa buscou aproximação com instituições financeiras francesas, incluindo a Infravia Capital, que dispõe de 16 bilhões de euros destinados a investimentos no segmento mineral.

Companhia marca presença em Verona com objetivo de atrair investimentos em processamento local e consolidar a Bahia como referência global no setor.

Acordo inclui R$ 7 milhões em investimentos em infraestrutura urbana, educação e políticas públicas, além da entrega de 40 computadores para instituição de educação profissional.

Empresa avança com os programas Garimpo Legal em Nordestina e Prisma em Jussiape, visando qualificar garimpeiros e qualificar mão de obra local.

Investimento de US$ 5,7 bilhões inclui beneficiamento de minério, construção de ramal ferroviário de 120 km e plantas siderúrgicas, posicionando a Bahia como referência na produção de aço verde com tecnologia que reduz emissões de CO₂ em até 99%.

Mudança amplia atuação da empresa para todas as etapas do ciclo mineral, desde pesquisa até lavra, com expectativa de gerar renda e emprego na Bahia.

Missão na Marmomac, em setembro, na Itália, busca estruturar uma cadeia vertical de produção e atrair empresas italianas para consolidar um polo de rochas ornamentais no estado.

Investimento inclui projeto em Irecê com operação prevista para abril de 2026 e tornará o estado autossuficiente na produção de fosfato, atendendo 30% da demanda das regiões Norte e Nordeste.

Associação à câmara busca atrair investimentos estrangeiros e consolidar parcerias com empresas canadenses em projetos de areia silicosa, vanádio e ouro.

Memorando envolve investimento de R$ 1,8 bilhão em Belmonte para construir a primeira fábrica de vidro solar do mundo fora da China, utilizando sílica de elevada pureza baiana.

Companhia apresenta prospecto localizado na Província Metalogenética do Norte da Bahia durante roadshow com investidores canadenses no Brasil, reforçando o estado como polo de atração para minerais essenciais à transição energética.

A empresa alemã, especializada em energia renovável, busca transferir suas técnicas de mineração sustentável e produção de ferro verde para o projeto que será desenvolvido pela companhia inglesa na Bahia.

Empresa receberá primeira planta de moagem de barita do estado e deverá ampliar oferta do mineral para empresas de perfuração de petróleo.

Empresa estadual muda de identidade para se tornar sócia de empreendimentos minerais e oferecer consultoria técnica, buscando garantir sua sustentabilidade financeira e fomentar a cadeia mineral baiana.

Fórum reuniu 150 participantes em Salvador com foco em minerais críticos e estratégicos para a transição energética, com anúncio da terceira edição em 2025.

Encontro com empresas finlandesas buscou fomentar parcerias estratégicas e apresentar soluções tecnológicas para melhorar a eficiência operacional e sustentabilidade das operações minerais baianas.

Acordo busca capacitar garimpeiros da Chapada Diamantina para regulamentar a atividade em conformidade com normas ambientais e segurança, gerando sustento digno para famílias que dependem do garimpo.

Compra de matéria-prima integra projeto de fábrica alemã que investirá US$ 2 bilhões em Camaçari e gerará até sete mil empregos na Bahia.

A Si&Mex Solutions, empresa alemã investidora, irá adquirir matérias-primas do estado e gerar aproximadamente 7 mil empregos durante a operação da unidade.

Economista de carreira, assumirá o comando da estatal baiana após saída de Henrique Carballal para coordenar campanha política, marcando o retorno de um funcionário de carreira à presidência em 33 anos.

Parceria com a empresa alemã Siemex busca trazer a primeira fábrica de placas solares do País, com financiamento do BNDES e instalação prevista em Camaçari.

Discurso abordou a diversidade de minerais e a nova província mineral na região de Campo Alegre, que abrange níquel-cobre-cobalto, ferro-titânio, vanádio, fosfato, grafita e terras raras.

Investimento de até R$ 1,5 bilhão prevê a construção de planta de beneficiamento em Ilhéus e fábrica de células solares em Aratu, gerando até 3 mil empregos na Bahia.

Investimento será executado em quatro anos, com geração de 1.681 empregos e plantas de beneficiamento em Ilhéus e Aratu focadas em células solares e sílica de alta pureza.

Investimento de R$ 7 milhões vai cobrir 1.260 km² no extremo norte baiano, focando a prospecção de cobre, níquel, fosfato, grafita e terras raras.

Dois contratos de pesquisa complementar totalizam investimentos mínimos de R$ 650 mil, com produção anual mínima de 50 mil toneladas em cada concessão.

O evento acontece dia 23 de novembro com palestrantes de mineradoras, órgãos públicos e especialistas, discutindo minerais estratégicos para a transição energética e oportunidades minerais no Estado.

Reunião entre entidades do setor visa ampliar estudos sobre a criação de um polo baiano de desenvolvimento de rochas ornamentais, com apoio do governador Jerônimo Rodrigues.

Acordo selará grupo de trabalho com três representantes brasileiros e três chineses para desenvolver mineração baiana com tecnologias de transição energética.

Reunião deve resultar em parcerias entre três empresas chinesas e a estatal baiana, com novo evento previsto para novembro para atrair investimentos em logística e mineração.

O evento reúne empresas, universidade e governo para debater responsabilidade social, impacto ambiental e tendências ESG na mineração baiana.

Projeto abrange 32 municípios no sudoeste baiano e inclui potencial de exploração de lítio, alumínio, grafita, urânio e ferro, posicionando-se como primeiro vale de commodities lançado no Brasil.

Acordo com a canadense Homerun Resources visa montar fábrica na Bahia a partir de 2024 para produzir películas de revestimento para placas solares, aumentando a geração de energia em 50%.

Acordo busca agilizar processos de licenciamento e análise de requerimentos para impulsionar a mineração como vetor de desenvolvimento econômico e geração de emprego no estado.

Licitação prevê parceria privada para exploração da área e instalação de indústria de cimento no município, após assinatura de termo de cooperação técnica com a prefeitura.

Henrique Carballal assume a presidência da estatal baiana com foco em valorizar funcionários, realizar concurso público e promover a autonomia da companhia.

Licitação busca empresa que implante também unidade industrial para transformação em cimento e produtos de maior valor agregado na região.

Vencedora irá explorar depósito de 15 milhões de toneladas em Sento Sé e planeja instalar polo de ferro-gusa no estado para agregar valor à produção.
Ouro, cobre e níquel foram os minerais que mais impulsionaram a arrecadação de CFEM em 2022, com destaque para os municípios de Jacobina, Itagibá, Jaguarari e Juazeiro.

Com R$ 65 milhões investidos em quatro anos, a companhia baiana obtém resultados promissores em levantamentos aerogeofísicos no Norte do estado, com potencial para grande mina de níquel, cobre e cobalto.

Prêmio da CBPM reconheceu a companhia e seu presidente Paulo Misk pela liderança e ações de destaque na mineração baiana durante 2022.

Integração de dados geológicos, geoquímicos e geofísicos mapeará áreas com potencialidade mineral a até 100 km de distância dos trilhos da ferrovia, com 15 cartas lançadas inicialmente.

Avanços recentes incluem levantamentos aerogeofísicos realizados no Norte baiano que mapearam novas oportunidades minerais para descoberta de jazidas.

Debate reúne pesquisadores e setores públicos e privados para explorar a criação de uma nova cadeia produtiva com foco em remineralizadores de solos e agrominerais silicáticos.

Três dos projetos já estão licitados, enquanto dois novos encontram-se em fase inicial de pesquisa para reduzir a dependência brasileira de importações de fertilizantes.

Decreto nº 10.965 desburocratiza procedimentos da ANM e estabelece novas obrigações ambientais e sociais para mineradores, segundo o presidente da instituição.

A companhia se destacou pelos projetos socioambientais realizados nas comunidades vizinhas do município de Jacobina (BA), onde a Yamana opera.

Ao longo dos últimos dez anos – de 2010 a 2020 – a Bahia destinou mais R$ 1,8 bilhão à pesquisa mineral.

Atualmente a Bahia é o segundo maior produtor de esmeraldas do país.

Para o presidente da CBPM, Antonio Carlos Tramm, a verticalização da produção mineral na Bahia fortaleceria as próprias empresas.

As cidades com maior participação na PMBC foram Jacobina (18%), Caetité (16%), Itagibá (12%), Piatã (10%), Jaguarari (6%) e Barrocas (5%).

O material abrange a parte norte do Cráton do São Francisco e possibilita a identificação de novos depósitos minerais.

As vencedoras do leilão se comprometem a investir em pesquisas complementares e, posteriormente, iniciarem a produção mineral.