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No acumulado de 2026, as vendas alcançaram 39 milhões de toneladas, impulsionadas pelo desempenho das regiões Norte e Nordeste.

Produção de ouro em Xavantina cresceu 170% no trimestre, enquanto Caraíba e Tucumã reforçam a oferta de cobre com expansão de capacidade.

Estudo projeta que maior participação de capital estrangeiro e adensamento das cadeias produtivas poderão gerar 446 mil empregos adicionais e beneficiar estados como Minas Gerais, São Paulo e Paraná.

Investimento englobou atualização de equipamentos e novas tecnologias na aciaria e lingotamento contínuo, ampliando a capacidade produtiva e permitindo a fabricação de tarugos de maiores dimensões.

Ebitda de US$ 2,1 bilhões no Q2 demonstra a força dos investimentos estratégicos, enquanto projeções indicam expansão downstream no Brasil e crescimento na Índia e Libéria.

Faturamento recorde foi impulsionado pela valorização do ouro e cobre, que compensaram a queda nos preços do minério de ferro, maior commodity do setor.

Produção nacional alcançou 1,18 milhão de toneladas, o maior volume desde 2013, com investimentos brutos chegando a R$ 6,8 bilhões e geração de 508 mil empregos.

Investimento de 700 milhões de coroas suecas em Eskilstuna visa consolidar a fabricação de escavadeiras no país, com conclusão da fábrica prevista para 2028.

A subsidiária Vale Base Metals passará a contribuir com aproximadamente 28% do EBITDA consolidado da companhia no longo prazo, conforme nova estimativa baseada em preços médios de 2026.

A companhia projeta ampliar seus projetos voltados para mineração ainda em 2026, com microrredes de energia solar, baterias e modelo sem imobilização de capital próprio.

EBITDA ajustado cresceu 25% no período, com vendas globais de oito milhões de toneladas, impulsionadas pela diversificação geográfica e início de operação do novo moinho em Edealina (GO).

O resultado foi impulsionado pelos preços recordes da prata, que subiram 164% em relação ao ano anterior, além da expansão da margem Ebitda Ajustado para 31,8%.

Fusão com a Teck gerará empresa focada em minerais críticos, com mais de 70% de exposição ao cobre e aprovação regulatória canadense já concedida em dezembro.

Ouro e cobre puxam expansão, mas minério de ferro recua; exportações crescem 21,5% em valor, impulsionadas por preços internacionais, enquanto volume cresce apenas 0,9%.

Investimento inclui aquisição de sete locomotivas Wabtec ES43BBi e contratação de 700 profissionais para operação como Agente Transportador Ferroviário de Cargas na EFVM.

Produção deve dobrar pela expansão de operações em Carajás e novos projetos no Complexo de Sossego, impulsionando a participação da VBM de 22% para até 35% do Ebitda do grupo até 2035.

Volume recorde de 89 milhões de toneladas foi impulsionado principalmente por petróleo e minério de ferro, movimentando US$ 16 bilhões no comércio exterior.

No Brasil, a companhia produziu 326 mil onças em 2025 e implementou o programa "Full Asset Potential" para otimizar custos, particularmente no complexo Cuiabá, em Minas Gerais.

A empresa registrou encomendas de 5,5 bilhões de euros no período, impulsionadas pela força do mercado de minerais e agregados e pelos altos preços dos metais.

Cobre teve queda de 14% em relação ao ano anterior, enquanto minério de ferro premium subiu 6% e níquel cresceu 3% no trimestre.

Divisão operará com orçamento específico em programas de geofísica, geoquímica e perfuração de até 8 mil metros na Província Mineral de Carajás.

Crescimento de 12,5% é impulsionado por minério de ferro, projetos socioambientais e minerais estratégicos, que aumentaram suas projeções em 15,2%.

Receita alcançou R$ 299 bilhões, mas o segundo semestre enfrentou desaceleração com queda de 2,8% no último trimestre ante 2024, refletindo o impacto da política monetária restritiva e do protecionismo norte-americano.

Queda foi puxada principalmente pela China, que produziu 10,3% menos aço em dezembro comparado ao mesmo mês de 2024, enquanto Índia e Irã registraram crescimento.

Relatório desenvolvido com MIT Technology aponta que 52% das empresas investem entre US$ 1 milhão e US$ 5 milhões anuais em eficiência operacional, com prioridade em planta, logística e manutenção.

A queda de 3,4% em comparação com outubro de 2024 reflete a desaceleração do mercado doméstico impactado pela política monetária contracionista e pelas tarifas dos EUA, apesar do crescimento acumulado no ano.

Empresa produz 328 milhões de toneladas e projeta alcançar 360 milhões em 2025, apostando em minérios de alto teor para atender à crescente demanda por descarbonização e eletrificação mundial.

CEO destaca a Cultura 360 como modelo de gestão que integra sustentabilidade e responsabilidade ambiental-social, com produção que ultrapassou 270 mil onças equivalentes de ouro em 2024.

Setor vai impulsionado por programas de habitação como o MCMV e investimentos em infraestrutura, especialmente em pavimentação de concreto.

Com investimentos de R$ 4 bilhões, o projeto irá elevar a produção para cinco milhões de toneladas anuais e migrar toda a produção para pellet feed, minério premium com baixas emissões de carbono.

Concentrados estocados desde 2012 totalizam estimativa inicial de 29 mil onças, com embarques de 3 mil toneladas já concluídos em outubro e expectativa de 10 a 15 mil toneladas no quarto trimestre de 2025.
Lucro bruto cresceu 17% em relação ao trimestre anterior, impulsionado por maiores volumes, eficiência operacional e preços favoráveis de commodities.

Lítio, cobalto, níquel e terras raras devem ter oferta concentrada em poucos países, criando vulnerabilidades no mercado global que exigem políticas de incentivo à produção e beneficiamento.

Corredor do Ferro e minas como Caraíba (Ero Copper) e operações da Ferbasa consolidam a região como nova província mineral, com infraestrutura integrada e energia renovável transformando o potencial geológico baiano.
Recuperação de 1,3% é prevista para o próximo ano, segundo perspectiva de curto prazo da Associação Mundial do Aço, impulsionada por crescimento em economias em desenvolvimento como Índia e Vietnã.

Estratégia "Nós vamos além" estabelece metas de crescimento de vendas em 7% ao ano e aumento de margem EBITA para acima de 18% até 2028, com foco em reposição e transição energética.

Revisão aponta ouro com suporte de redução de juros nos EUA e demanda de bancos centrais, enquanto cobre e prata recebem pressão de dinâmica mista entre demanda asiática e incertezas comerciais.
Empresa começou a produzir em julho com planta em Poconé (MT) que está sendo expandida de 1.500 para 2.200 toneladas/dia, com potencial para crescer rapidamente no portfólio.

Companhia planeja investir mais R$ 100 milhões nos próximos dois anos e expandir a produção em mais de 50% até 2030, com nacionalização de equipamentos como a carregadeira WA380-6 e novos modelos de harvester.

A empresa projeta produzir 700 mil toneladas em 2025, com foco em operações responsáveis e iniciativas de sustentabilidade ambiental nas comunidades de Barcarena e Ipixuna do Pará.

Empresa traça expansões brownfield de baixo capital em Candelaria, Caserones e Chapada para aumentar produção em 30 a 40 mil toneladas anuais nos próximos três a cinco anos.

Previsão da Agência Internacional de Energia mostra que a China lidera com quase metade das vendas globais, enquanto mercados emergentes na Ásia e América Latina crescem acima de 60%.

Produção de óxido chegou a 68.308 toneladas, com custos entre os mais baixos da indústria e margem EBITDA de 21%, superando metas para 2025.

Produção de 512 mil onças no Q1 deve alcançar meta de 2 milhões de onças em 2025, com investimento total de US$ 1,15 bilhão previsto para o ano.

Minério de ferro recua 12% no período, mas ouro explode com crescimento de 101%, impulsionando a arrecadação de impostos a R$ 25,5 bilhões.

Levantamento do Red Book 2024 aponta que a base global de recursos alcançou 7,93 milhões de toneladas, com despesas de exploração saltando para US$ 840 milhões em 2023.

Segundo estudo da Deloitte, o Brasil possui 10% das reservas mundiais desses insumos e pode se tornar um benchmark global na exploração, desde que agilize políticas públicas de longo prazo.

Alumínio atingiu 1,8 milhão de toneladas em 2024, impulsionado por demanda aquecida em setores estratégicos como construção civil, eletricidade e transportes.

Receita do segmento de máquinas de construção e mineração alcançou € 9.891 milhões, com crescimento de 3,5% impulsionado principalmente por carteiras de pedidos saudáveis na área de mineração.

Levantamento da KPMG aponta que terras raras e minerais críticos concentraram o maior volume de negócios, impulsionados pela descarbonização e interesse de investidores internacionais.

Valor chegou a R$ 270,8 bilhões em 2024, com minério de ferro representando 59,3% da produção total e gerando R$ 5,57 bilhões em CFEM.

Latam produziu 526 mil onças em 2024, sendo 351 mil delas no Brasil, com fluxo de caixa livre de R$ 2 bilhões após dois anos de resultados negativos na região.

A empresa registrou 101.491 toneladas de cobre e 51.946 toneladas de zinco no quarto trimestre, com receita de US$ 1.023,8 milhões impulsionada pelas operações contínuas.

Crescimento de 5,3% em janeiro aponta demanda aquecida, mas pressões inflacionárias, alta de juros a 13,25% e inadimplência limitam a projeção para o ano a apenas 1% de expansão.

Setor recolheu R$ 93 bilhões em tributos em 2024, mas enfrenta ameaça do imposto seletivo sobre exportações minerais, que pode comprometer competitividade.

Levantamento aponta queda de 0,9% na comparação anual, mas dezembro registrou recuperação com alta de 5,6%, impulsionada pela produção asiática e pelo crescimento de 1,8% do Brasil.

Empresa prevê produção de alumina entre 9,5 e 9,7 milhões de toneladas em 2025, e de alumínio entre 2,3 e 2,5 milhões de toneladas, com reinício de fundições contribuindo para o crescimento.

Minério de ferro liderou o segmento com US$ 12,7 bilhões, enquanto cobre e alumina também registraram crescimento expressivo nas exportações estaduais.

A empresa atingiu recuperação de 89,2% em seus circuitos de processo e planeja expandir a produção da mina no Pará, além de avançar com projetos na Guiana e Brasil.
