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Mais notícias e artigos sobre BARRAGENS

Relatório aponta que 55 dessas estruturas são destinadas à mineração, com distribuição entre setores privado, público e sociedades de economia mista.

Audiência marcada para 9 de julho em Ouro Preto apresentará projeto de adequação da bacia de dissipação e reforço da segurança hidráulica da estrutura, com previsão de conclusão até fim deste ano.

Equipamento consegue captar detalhes a 20 km de distância e reduz custos operacionais entre 40% a 70% em comparação com vistorias manuais.

O evento reuniu especialistas, autoridades e indústria para discutir avanços na redução de barragens em alerta, que caiu de 109 para 90 estruturas em 2025.

O evento reuniu prefeitos, vereadores, órgãos de controle e ONGs para apresentar ações de gestão de rejeitos, monitoramento geotécnico e protocolos de emergência.

Audiência pública foi convocada para debater riscos ambientais e de segurança da mineração ilegal em Minas Gerais, com destaque para operações da Polícia Federal em Nova Lima e Itabirito.

Simulado realizado em 12 de março envolveu onze pontos de encontro e contou com participação de Defesa Civil, Corpo de Bombeiros e secretarias municipais para testar protocolos de emergência.

Investimento de R$ 253 milhões na Mina de Córrego do Sítio em Santa Bárbara marca o comprometimento da empresa com a segurança ambiental e redução de riscos operacionais.

Agência validou dados via seu sistema de monitoramento de barragens, mas ressalta limitações orçamentárias para fiscalizações presenciais imediatas.

Barragem Campo Grande é a primeira a montante do Complexo Mariana a ter descaracterização concluída, colocando o programa em 63% de avanço entre as 30 estruturas previstas.

Relatório mostra que 67% das 836 instalações de membros já estão em plena conformidade, com priorização nas estruturas de maior risco potencial.

Retirada ocorre após conclusão de obra de reforço e validação de inspeções técnicas que atestaram estabilidade plena da estrutura.

Relatório mostra que 421 barragens (92%) tiveram estabilidade atestada, com diminuição de estruturas embargadas e sete anos sem rompimentos no Brasil.

Marco regulatório municipal busca fortalecer a autonomia dos municípios mineradores diante dos desafios econômicos, ambientais e jurídicos da atividade mineral.

Audiência na ALMG discute os impactos da mineração em Minas Gerais, com foco na justiça fiscal e responsabilidade socioambiental dos territórios minerados.

Iniciativa na Mina Alegria é a terceira estrutura a montante do Complexo Mariana a ter descaracterização em andamento, com conclusão prevista para 2034 e geração de 180 empregos diretos.

Estrutura recebeu Declaração de Condição de Estabilidade positiva após remoção de 1,78 milhão de metros cúbicos de rejeito através de obras de descaracterização.

O equipamento permite a filtragem de rejeitos em diferentes locais das plantas, sem necessidade de fundações fixas, reduzindo impactos ambientais e custos de implantação.

Organização governada por múltiplas partes interessadas, o instituto tem sede na África do Sul e será responsável por auditar e certificar independentemente instalações de rejeitos conforme o Padrão Global (GISTM).

Estratégia reutiliza mais de três milhões de toneladas de rejeito arenoso na descaracterização das barragens, reduzindo a necessidade de novos insumos e ampliando a vida útil das estruturas de disposição.

A Agência Nacional de Mineração concedeu Declaração de Condição de Estabilidade positiva à barragem Campo Grande após avanço no processo de descaracterização previsto para 2026.

Acionamento da sirene no dia 29 de outubro gerou pânico entre 4.373 pessoas na zona de autossalvamento da barragem CDS-II, levando o MPMG a exigir R$ 20 milhões em indenização por danos morais coletivos.

Iniciativa público-privada formada por oito empresas holandesas especializadas visa oferecer soluções para contenção de rejeitos e segurança de barragens no setor minerário brasileiro desde 2021.

Série de artigos acadêmicos sobre gestão de rejeitos e estruturas de contenção de bauxita será publicada na revista como exemplo de integração entre empresa e universidade.
O MPMG solicita multa de até R$ 500 mil a cada sócio e apreensão de passaportes por descumprimento do termo de compromisso com a Agência Nacional de Mineração.

Operação marca 16ª estrutura eliminada pela mineradora, atingindo 53% do programa de descaracterização de barragens a montante.

Projeto de R$ 200 milhões, iniciado em junho de 2023, deve ser concluído em 2025 e inclui implantação de instrumentos de monitoramento e revegetação da área.

Conclusão do Dique 1B marca a 15ª estrutura a montante eliminada, com investimento de mais de R$ 9 milhões desde 2019 no programa de descaracterização.

Estrutura, em nível máximo de emergência desde 2019, está em processo de descaracterização com previsão de conclusão até 2035.

Operação a úmido deve recuperar 15 milhões de toneladas anuais de minério de ferro e elevar a qualidade média do complexo em 2%, alinhando-se ao guidance de produção para 2026.

A redução foi resultado de investigações geológico-geotécnicas adicionais e ações de drenagem, com previsão de conclusão da descaracterização até 2029.

Termo obriga a mineradora a apresentar projeto de descaracterização da barragem Calcinados em 90 dias e das demais em 24 meses, mantendo transparência contínua com órgãos públicos e comunidade.

Levantamento de 2024 mostra que 16 das 73 mineradoras com barragens de alto potencial de dano seguem o Padrão Global da Indústria para a Gestão de Rejeitos, um avanço de 4% em relação a 2022.

Evento acontece nos dias 2 e 3 de julho no Mercure Belo Horizonte Lourdes Hotel com especialistas internacionais e brasileiros para debater avanços na gestão de rejeitos e segurança operacional.

Instituto passará a divulgar periodicamente o status de 52 barragens a montante em processo de descaracterização, com meta de eliminar mais de 90% delas até 2027.

Custo estimado em US$ 500 milhões para o desmonte das estruturas é o principal obstáculo, conforme explicou a empresa pública durante audiência na Comissão de Minas e Energia.

46% do programa já foi concluído com desembolsos de US$ 1,7 bilhão, e a mineradora prevê atingir 70% até o final de 2026.

Descaracterização envolveu remoção de 3,3 milhões de metros cúbicos de rejeito com equipamentos não tripulados, além de acordo de R$ 500 milhões para reparação no distrito.

Barragem localizada em Minas Gerais segue sob protocolo de emergência desde 2019, com zona de autossalvamento mantida desocupada e monitoramento contínuo pela ANM e auditoria independente.

Descaracterização utiliza 1 milhão de toneladas de rejeito arenoso reutilizado nas obras de correção topográfica e reforço de estruturas, evitando a compra de novos insumos.

Grupo de trabalho coordenado pela pasta busca regulamentar a lei sancionada em dezembro de 2023, com participação de órgãos federais e do Movimento dos Atingidos por Barragens.

Manifesto alertado para a existência de 64 barragens de mineração em situação de emergência no Brasil, com destaque para 35 em Minas Gerais, e denuncia a falta de 1,3 mil servidores na ANM para fiscalizar adequadamente.

Repasse cumpre acordo de 2023 firmado após as evacuações de 2019 causadas pelo aumento de emergência da barragem Sul Superior e beneficiará saneamento básico, educação, saúde e projetos da comunidade.

Vítimas do rompimento da Barragem do Córrego do Feijão somam 1.400 autores na ação judicial que corre na Corte de Munique desde 2019, com veredicto esperado até o final de julho após parecer de especialista em direito brasileiro.

Lei 14.809/24 exclui indenizações de vítimas de rompimentos do cálculo de renda para fins de permanência em programas sociais federais.

Centro centraliza, em tempo real, o monitoramento das barragens da empresa na Zona da Mata mineira, elevando a segurança operacional e a sinergia na gestão das estruturas.

Acordo de cinco anos com a Defesa Civil de Minas Gerais visa fortalecer a fiscalização, prevenção e resposta a problemas em barragens de mineração, além de disseminar boas práticas e tecnologias avançadas de segurança.

Parceria entre empresas mineiras e a chinesa Jingjin Equipment vai injetar R$ 510 milhões em cinco anos, construindo dez módulos de produção em Nova Lima e gerando 600 empregos diretos.

Relatório mostra que 420 de 456 barragens de mineração atestaram estabilidade em setembro de 2023, com redução de estruturas embargadas em relação ao primeiro semestre.

O bloqueio dos direitos minerários na área visa evitar a transferência da exploração para terceiros antes que o passivo ambiental seja quitado, mantendo as operações da empresa na mina Casa de Pedra.

A tecnologia chamada Método Wave utiliza microondas para segregar minerais estratégicos com 99% de reciclagem de ácidos e zero emissão de rejeitos em barragens.

A barragem PDE3 obteve certificado de estabilidade após obras de reforço, deixando de estar em nível de emergência, o que integra a sequência de melhorias da Vale em segurança de estruturas de rejeitos desde Brumadinho.

Investimento de R$ 400 milhões foi concluído antes do prazo previsto, com acompanhamento de auditorias externas e tecnologia de drones para garantir exatidão nas obras.

Acordo prevê investimentos em programas de transferência de renda, requalificação turística e cultural, com auditoria técnica independente acompanhando resultados.
Programa holandês de subsídios financiará projetos de demonstração, estudos de viabilidade e preparação de investimento em setores específicos do país, com foco em soluções para segurança de barragens.

Auditoria realizada em julho atestou 100% de conformidade da mineradora com os 77 padrões globais para gestão de rejeitos, incluindo aspectos de segurança, direitos humanos e transparência.

Descaracterização será concluída em 24 meses e marca o início de um novo ciclo de operações sem barragens de rejeitos.

Segundo a ANA, o Pará lidera com 35 barragens preocupantes, apesar da queda geral de 35% no país no período.

Primeira inspeção após transferência de competência da CNEN revelou deficiências em barragens da INB, com fator de segurança inferior ao mínimo legal.
