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Goiás

Comissão Europeia prepara parecer sobre venda de ativos da Anglo American para a MMG
14 de setembro, 2026
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O Projeto Saúva, com teores de cobre e ouro que dobram os praticados em Chapada, deve começar a produzir na primeira metade de 2029, aumentando a produção de cobre em 30% e a de ouro em 67%.

Aporte destranca a compra de R$ 14,4 bilhões da mina Pela Ema e inclui contrato de compra futura de US$ 300 milhões pelo governo americano ao longo de cinco anos.

Plataforma digital facilita o cadastro de fornecedores nas regiões de Mara Rosa (GO) e Monte do Carmo (TO), reforçando a estratégia de contratação local em que a mineradora já investiu R$ 24 milhões em 2025 apenas no município goiano.

Decreto institui a Autoridade Estadual de Minerais Críticos (AMIC-GO) e busca atrair investimentos em separação e beneficiamento químico no estado, com memorando de cooperação com os Estados Unidos e negociações com o Japão.

Cidade goiana transitou da exploração de amianto para a diversificação mineral, potencializada pela presença de duas grandes hidrelétricas que formam um corredor energético estratégico no Rio Tocantins.

Iniciativa educativa voltada a alunos do 4º e 5º ano busca valorizar a fauna, flora e tradições locais do Cerrado por meio de oficinas pedagógicas e práticas com plantas e frutos da região.

A lavra ilegal resultou em ressarcimento de R$ 27 milhões aos cofres públicos e compromisso de recuperação da área degradada.

CAD$ 5 milhões em colocação privada irão financiar aquisição de equipamentos e mineração subterrânea, enquanto novo CEO Enrique de Alvear assume liderança para preparar abertura de capital.

Audiência realizada pela Assembleia Legislativa discutiu as alterações no plano de manejo da APA de Pouso Alto, com participação de órgãos ambientais federais e estaduais.

O programa selecionou 40 empresas regionais para participar de módulos de formação e mentorias personalizadas, com destaque para rodadas de negócios que conectarão os fornecedores locais a compradores da mineradora.

Memorando de entendimento prevê cooperação mútua em pesquisa e capacitação, com oferta de até US$ 600 milhões em financiamento pelos EUA para projetos em andamento no Brasil.

Simulado realizado em 12 de março envolveu onze pontos de encontro e contou com participação de Defesa Civil, Corpo de Bombeiros e secretarias municipais para testar protocolos de emergência.

O memorando com a organização japonesa busca transformar a exploração mineral do estado em desenvolvimento industrial, com transferência de tecnologia e processamento local das matérias-primas.

Testes de dessorção confirmam recuperações superiores a 94% de Óxido de Terras Raras Magnético, resultado que supera significativamente as taxas globais de 25% e reforça o potencial do depósito IAC no Prospecto Piracanjuba.

O fundo acumulou bilhões em caixa e já financiou centenas de quilômetros de rodovias, mas será revogado após pressões do setor agrícola por custos e instabilidade climática.

Programa oferece trilhas de capacitação técnico-profissionalizante em Eletrotécnica, Metalmecânica e Gestão, com primeira turma de 22 vagas já com inscrições abertas até 28 de fevereiro.

O investimento de R$ 28 milhões será alocado na Faculdade de Ciências e Tecnologia da UFG para pesquisa em processamento de minerais e formação de especialistas.

Aquisição contempla 15 mil hectares com potencial para 500 mil onças e operações planejadas até 2030.

Acordo encerra litígios de mais de duas décadas originários do lançamento de rejeitos no Rio Vermelho em 1994, estruturando medidas técnicas e plano plurianual de aplicação com a UFG.

A operação, que inclui três minas subterrâneas mecanizadas e uma a céu aberto com capacidade de processar 1,5 milhão de toneladas anuais, foi adquirida pela subsidiária da Aura, que planeja recuperar a produção e aumentar recursos e reservas.

O estudo aponta VPL de US$ 1,1 bilhão e TIR de 22% para a mina de terras raras pesadas, com vida útil de 18 anos e primeira produção prevista para meados de 2026.

Usina com capacidade de 45 MW foi construída em Jaboticatubas (MG) e está conectada ao Sistema Interligado Nacional, compensando o consumo energético da operação goiana.

Subsidiária Atlas Critical Minerals demonstrou viabilidade de dois tipos distintos de depósitos por estudos técnicos em Iporá (GO) e Alto do Paranaíba (MG), criando portfólio diversificado com múltiplos caminhos para produção.
Seminário do Minde e Senai busca construir diretrizes para verticalizar a cadeia produtiva e consolidar o estado como polo estratégico de insumos para tecnologias limpas.

Distribuição referente à arrecadação de agosto totalizou R$ 512,7 milhões, com Minas Gerais e Pará concentrando os maiores valores.

Licença ambiental permite início da prospecção com abertura de 3 km de trincheiras e sondagem exploratória, após amostra confirmar 13.000 ppb de ouro no projeto.

Receita alcançou US$ 885,6 milhões até julho, com preço médio das exportações crescendo 26,4% ante 2024, impulsionado pela antecipação das importações americanas antes das novas tarifas.

Financiamento de até US$ 5 milhões da agência americana de desenvolvimento será aplicado em estudo de viabilidade, com operações previstas para 2028.

Acordo reduz o passivo em 75% e inclui desconto de 75% na dívida de US$ 23 milhões junto à Equinox Gold, com amortização entre 4 e 10 anos a 2,5% ao ano.

A medida cria uma autoridade estadual única e um fundo de desenvolvimento destinado a financiar projetos estratégicos, pesquisa e formação de mão de obra no setor.

A transação inclui as unidades de produção Barro Alto e Codemin, além dos projetos Jacaré e Morro Sem Boné, com a MMG apresentando proposta de pagamento inicial superior e maior certeza de investimentos sustentáveis.

Apesar dos desafios em Mara Rosa, a produção de ouro atingiu 28.416 onças no primeiro semestre, com planos de recuperação já em andamento incluindo revisão completa da operação.

Operação iniciada em julho realiza movimentação de rejeito com mais de 20 equipamentos e serviços especializados em uma mineradora goiana.

Frente Parlamentar suprapartidária visa promover exploração sustentável, soberania estratégica e agregação de valor na cadeia de produção brasileira, que hoje ainda ocupa posição marginal no mercado global.

Especialista aponta que inovações trazidas pela lei sancionada em agosto mantêm modelo baseado em papel e subjetividade, enquanto vetos presidenciais impedem estados de elaborar seus próprios modelos.

Empresa mineira criada há menos de dois meses conquistou a maior fatia do leilão de minerais críticos da ANM, com destaque para 101 áreas de cobre e 13 de níquel em sete estados.

Parceria com Virginia Tech operará planta-piloto de separação que aproveitará matéria-prima de terras raras pesadas produzida pela empresa em Goiânia para gerar didímio, térbio e disprósio com pureza superior a 99,5%.

Próxima edição, marcada para 15 a 17 de junho de 2027, já tem 100% dos espaços vendidos e obriga organizadores a estudarem expansão do pavilhão.

Encontro em Goiânia reúne diretoria e representantes de estados para debater preservação de jazidas, cadastramento de empresas e anuncia 1º Congresso Brasileiro de Agregados em novembro de 2026.

Governador Ronaldo Caiado destaca o potencial do subsolo goiano durante abertura do 9º Encontro Nacional da Média e Pequena Mineração, que deve gerar R$ 1 bilhão em negócios.

Estado se destaca por ser o primeiro produtor nacional de terras raras e amplia o aproveitamento de minerais industriais com projetos de Serra Verde Mineração e Aclara Resources.

O Plano Estadual de Recursos Minerais foi elaborado a partir de diagnóstico participativo com mais de 1,3 mil envolvidos em 17 municípios mineradores, e será apresentado na BRASMIN no final de junho de 2025.

O 9º Encontro Nacional da Média e Pequena Mineração busca simplificar normas fiscais, ambientais e legais e criar uma política industrial estruturada para o setor.

Parceria prevê exploração de minerais críticos e fosfato no Projeto Santa Anna, com EDEM fornecendo infraestrutura local e reduzindo custos operacionais em até dois terços.

Feira reúne mais de 350 marcas nacionais e internacionais de 24 a 26 de junho no Centro de Convenções PUC II, com destaque para o 9º Encontro Nacional da Média e Pequena Mineração.

A planta-piloto processa argilas iônicas do Projeto Carina para produzir concentrado com mais de 95% de pureza, gerando cerca de 80 empregos e aplicando tecnologia sustentável que dispensa explosivos, barragens e resíduos líquidos.

Programa já investiu R$ 23 milhões desde 2020 e beneficiou 56 propriedades em municípios goianos com cercamentos e reflorestamento.

Estudo valida recursos em Santa Fé de Goiás e identifica potencial de exploração também de cobalto, escândio e terras raras na região.

Operações de Barro Alto, Codemin e dois projetos em desenvolvimento no Centro-Oeste e Pará passam para a subsidiária MMG Singapore por US$ 350 milhões iniciais, mais parcelas condicionais.

Reavaliação geológica indica potencial para expansão da mineralização em profundidade e identificação de novas zonas mineralizadas.

Com brecha legal que permite exportação até 2029, a mina Cana Brava em Minaçu (GO) segue sendo a única operação ativa de extração de amianto nas Américas.

Recursos serão destinados ao desenvolvimento do Projeto Carina no Brasil, com marcos planejados para submissão do estudo ambiental e início de operação piloto em 2025.

Investimento de R$ 1,3 bilhão via joint venture com a Newave Capital vai gerar 1.500 empregos na construção e suprir cerca de 50% do consumo energético das operações siderúrgicas da empresa no Brasil.

Mosaic venceu com projeto de recirculação de água e Serra Verde em duas categorias, com inovações em controle de emissões atmosféricas e iniciativas socioambientais.

O projeto Módulo Carina terá VPL de até US$ 2,2 bilhões e começa a produzir entre 2027 e 2028, após assinatura de memorando com o Estado e município de Nova Roma.

O Módulo Carina será desenvolvido com investimento de US$ 582,3 milhões e deverá gerar 3.200 empregos diretos, priorizando mão de obra e fornecedores locais.

Estimativa atualizada aponta 298 milhões de toneladas de argila de adsorção iônica, com terras raras pesadas crescendo 69% e leves atingindo 84.565 toneladas de NdPr.

Testes de dessorção em 182 amostras confirmaram altos teores e recuperações aprimoradas de óxidos magnéticos e pesados, abrindo caminho para avaliação econômica preliminar do Alvo IV e de quatro novos alvos com 2.500 hectares.

Distrato anulado após negociações não chegarem a consenso, deixando a unidade goiana inativa e seus 55 milhões de toneladas de recursos de níquel sem perspectiva de operação.