Caixas de testemunho da Core Case têm durabilidade de mais de 12 anos

Fabricante acompanhou desde 2014 peças de polipropileno reciclado expostas ao clima do Cerrado; o primeiro lote, vendido em 2011 à Mineração Serra Grande, segue em uso em Crixás (GO).
A Core Case passou a acompanhar as caixas de testemunho produzidas pela empresa e verificou que permanecem intactas, estruturalmente estáveis e totalmente funcionais após mais de 12 anos de uso contínuo no campo (com registros formais desde 2014). Durante os 12 anos de monitoramento, as caixas mantiveram o armazenamento de amostras rochosas em cenários operacionais reais e não ideais, expostas a fatores climáticos e mecânicos severos. A análise avaliou quatro pilares fundamentais para a rotina de galpão e litoteca: resistência individual da peça, comportamento estrutural ao empilhamento prolongado, durabilidade da matéria-prima e resistência ao intemperismo.
As caixas têm carga contínua de cerca de 30kg por unidade e são expostas a temperaturas de 12 °C a 45 °C, com umidade relativa variando entre 15% e 90%, aliada à alta incidência de radiação UV do Cerrado. Além do acompanhamento de campo, os resultados observados em Goiás são respaldados por ensaios em laboratórios credenciados e testes no laboratório da Core Case: as caixas suportam até 160 kg de carga em testes de ruptura e empilhamento de 12 unidades; estabilidade garantida em ensaios de exposição entre -40 °C e +60 °C em ciclos de 24 horas; e conformidade com os requisitos da norma ASTM D635:2018. “A preservação observada em condições não ideais demonstra que, sob cenários adequados de armazenamento (áreas cobertas e superfícies niveladas), a vida útil das caixas tende a ser ainda mais prolongada, garantindo qualidade, segurança, ergonomia e organização de longo prazo para as campanhas de sondagem”, comentou Edson Onofri, representante comercial da Core Case no Brasil.
Paralelamente ao estudo de 12 anos, a Core Case registra a conservação do seu primeiro lote comercializado (modelo Geração I), vendido em fevereiro de 2011 na Mineração Serra Grande, em Crixás (GO). As peças seguem armazenadas em condições operacionais favoráveis, comprovando a durabilidade e a sustentação da matéria-prima em polipropileno (PP) 100% reciclado ao longo de 15 anos no campo.







