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Mais notícias e artigos sobre AMAZÔNIA

Lançamento reuniu autoridades, pesquisadores e especialistas em ambiente, reforçando o compromisso do setor mineral com a preservação ambiental e o desenvolvimento sustentável.

Obra reúne documentação de 100 novas espécies de plantas identificadas ao longo de expedições na Amazônia, marcando 25 anos do Programa de Resgate e Reintrodução da Flora da empresa.

Mecanismo financeiro completará R$ 100 milhões em dez anos, com foco em educação, empreendedorismo e preservação ambiental em Barcarena e região do Pará.

Evento realizado em Salvador reuniu líderes da mineração, com destaque para discussões sobre inovação, economia verde e a transição energética no contexto da COP 30.

Aprovação reduz a alíquota de imposto de renda corporativo de 34% para aproximadamente 15,25% por dez anos, a partir de 2025, em benefício do projeto amazônico.

Belterra Agroflorestas, Mitsui & Co. e Fundação Mitsui integram-se ao programa multissetorial que abrange 4,7 milhões de hectares entre Paragominas e Barcarena, promovendo bioeconomia, educação e geração de renda para povos tradicionais amazônicos.

Congresso realizado em Santarém reúne setor mineral, governo e especialistas para discutir governança e transição energética na região amazônica durante ano de presidência brasileira na COP.

Parceria público-privada vai consolidar um banco de dados técnico ESG com informações de todas as empresas mineradoras do estado, referenciar políticas públicas e fortalecer a transparência do setor.

O encontro acontece em Santarém no próximo 16 de setembro e reunirá representantes do setor mineral, poder público e sociedade civil para discutir governança e sustentabilidade na Amazônia antes da COP30 em Belém.

Usina híbrida de 6 MW com potencial de expansão para 20 MW combinará energia solar, térmica e armazenamento em baterias, gerando economia de até 15% em custos e redução de mais de 23% nas emissões de carbono.

Paulo Artaxo (Ciência) e Jarbas Caiado (Tecnologia) foram os vencedores da premiação que reconhece profissionais que aliam inovação e contribuição ao desenvolvimento brasileiro.

Evento em Santarém reunirá lideranças empresariais e representantes do governo para debater descarbonização, minerais críticos e governança socioambiental na região amazônica.

Campanha identifica as 20 maiores árvores do bioma com alturas entre 70 e 88 metros ameaçadas por garimpo ilegal, desmatamento e grilagem de terras.

Em cinco anos, a tecnologia Tailings Dry Backfill gerenciou 20 milhões de m³ de rejeitos e liberou 800 hectares para reflorestamento, atingindo 85% de aproveitamento do rejeito gerado.
A expansão prevê alcançar 200 milhões de toneladas/ano de minério de ferro até 2030, com destaque para o Projeto Gelado, que produzirá 6 milhões t/ano a partir do reaproveitamento de rejeitos.

Espaço na Praça da Bandeira funcionará como zona cultural alternativa durante a conferência climática da ONU, com exposição imersiva sobre a circularidade do alumínio e atividades educacionais para discussões sobre clima e economia circular.

Projeto coordenado por pesquisadoras da Unifesspa visa mapear áreas de transição entre províncias geológicas de Carajás e Maroni-Itacaiúnas nos municípios de Marabá, Itupiranga e Parauapebas.

Liminar impede exploração mineral na Terra Indígena do Igarapé Preto, em Novo Aripuanã, e condena réus ao pagamento de R$ 18,5 milhões para reparação ambiental.

Presidente Gustavo Pimenta participará pela primeira vez de um talk na edição do evento, abordando como minérios são essenciais para tecnologias do futuro, com foco na produção sustentável na região amazônica.

Subsidiária da Brazil Potash contratou a Ecology Suporte Ambiental para atividades de resgate e realocação de fauna na área do Projeto Potássio Autazes, condição ambiental prévia à supressão de vegetação.

Estudo do CPI/PUC-Rio aponta que 82% das permissões de garimpo legal no Brasil entre 2016 e 2023 foram concedidas na Amazônia Legal, totalizando 630 mil hectares, com impactos socioambientais graves como contaminação por mercúrio e conflitos com povos tradicionais.

Projeto capacita professores do ensino fundamental e médio sobre conservação de água, com inscrições abertas até 30 de novembro para formação on-line em dezembro.

Operação integrada neutralizou estruturas na região de Surucucu (garimpo do Rangel), com inutilização de motores, freezers e combustíveis, visando garantir a ocupação da região pela comunidade Yanomami.

Evento acontece de 6 a 8 de novembro em Belém, com presença de John Kerry, Laurence Tubiana e Ellen Johnson Sirleaf, e busca influenciar a agenda da COP 30.

Satélites revelam novos focos de mineração ilegal em terras Kayapó, Yanomami, Munduruku e Sararé, com Kayapó atingindo recordes em concentração de áreas e incêndios florestais.

Levantamento via satélite registrou 417 hectares de novas áreas de desmatamento no primeiro semestre de 2024, com a TI Kayapó concentrando 54,4% dos alertas.

A subsidiária da Brazil Potash Corp. já recebeu 12 licenças e autorizações de instalação do IPAAM, podendo iniciar obras de construção da mina, planta de processamento e porto na região de Autazes.

O projeto veta também a comercialização de ouro extraído de terras indígenas e áreas de conservação ambiental, reforçando o combate ao garimpo ilegal.

Povo indígena discute com o MPI e a Funai o acompanhamento ambiental do projeto de exploração de potássio em Autazes, que está sob análise do IPAAM.

Dados mostram que 85,4% da área garimpada no Brasil é para extração de ouro, com expansão exponencial em áreas protegidas como a Terra Indígena Yanomami e parques nacionais do Pará.

Levantamento da OTCA mostra que 150 toneladas de mercúrio são despejadas anualmente na região, contaminando peixes e populações ribeirinhas e indígenas com níveis acima do recomendado pela OMS.

Durante conferência em Belém, o ex-secretário-geral da ONU destacou a urgência de reduzir drasticamente as emissões de carbono, pois não existe alternativa fora do planeta.

Discussão na Exposibram 2023 aponta a abordagem territorial e a padronização de métricas sociais como chaves para que o setor minerador implemente o ESG de forma efetiva na região.

Investimentos de US$ 50 bilhões serão direcionados até 2027, focando em mineração sustentável e proteção de 800 mil hectares de floresta na Amazônia.

Projeto Tucumã, no Pará, prevê entrada em operação em junho de 2024 e deve dobrar a capacidade de produção de cobre da empresa para 110 mil toneladas ao ano.

Região tem potencial para se tornar polo mundial de produção de minerais críticos, com depósitos de cobre, níquel e ouro ainda subexplorados além da mina de Salobo.

Texto traça a evolução da mineração amazônica desde os anos 1960, da garimpagem artesanal aos megaprojetos que transformaram o Pará em potência mineral.

Ferramenta gratuita integra dados geofísicos, geoquímicos e geológicos para identificar áreas com potencial de descoberta de recursos minerais na região sudeste do estado.
Iniciativa integra agenda de eventos que antecede a Cúpula da Amazônia e busca mobilizar R$ 4,5 bilhões em crédito para pequenas empresas e empreendedores locais.

Estudo identificou sítios arqueológicos e formações rochosas que a população indígena associa a animais das lendas, buscando impulsionar o etnogeoturismo na região do Alto Rio Negro.

O custo inicial varia de R$ 1,3 milhão (garimpos de baixão) a R$ 3 milhões (balsas), gerando lucros mensais de R$ 343 mil a R$ 632 mil, segundo estudo que questiona a legislação permissiva.

Projeto de Lei nº 278/23 do deputado Ricardo Ayres visa resguardar povos indígenas da exploração de minerais e recursos hídricos, transferindo o controle exclusivo para as comunidades originárias.

Recomendação se baseia em nota técnica que comprova impactos ambientais extramunicipais, como contaminação por mercúrio e assoreamento de rios que chegam a outros estados.

Organização indígena pede investigação dos crimes e desmantelamento da estrutura que financia e operacionaliza a invasão de garimpeiros nas terras indígenas, incluindo máquinas e redes de comunicação.

Intimação foi concedida pelo ministro Gilmar Mendes em resposta a ADIN do Partido Verde que questiona autorização para compra de ouro sem verificação da origem.

A pesquisa mapeou a expansão entre 1985 e 2020, concentrando 95% das áreas nas terras indígenas Kayapó, Munduruku e Yanomami.

Parecer declara a proposta inconstitucional por violar direitos indígenas e convenções internacionais, apontando necessidade de regulamentação do artigo 231 da Constituição Federal.

Complexo amazônico da empresa, que representa 60% da produção global de ferro da Vale, utiliza tecnologia avançada para reduzir emissões em 50% e consumo de água em 93% sem interferir na floresta.

Pesquisa do Instituto Escolhas aponta que 32 toneladas do metal saíram da região amazônica com indícios de irregularidade, enquanto desmatamento causado pela mineração aumenta sete vezes em sete anos.

Diretor da entidade afirmou que mineração industrial é opção viável para desenvolvimento, enquanto alertou que garimpo ilegal destroi comunidades e povos indígenas.

Nomeação de Dom Leonardo Steiner como cardeal em agosto reafirma o compromisso da Igreja com a região, atingida pela mineração ilegal e contaminação ambiental.

O projeto de resolução tem como objetivo principal promover políticas públicas que estimulem a exploração responsável e sustentável de minerais estratégicos, incluindo pesquisas para reduzir a dependência brasileira de importações de fertilizantes.

O mapa aponta áreas mais favoráveis para a exploração mineral, a partir do processamento de dados geológicos, geoquímicos e geofísicos.

No evento, o diretor-presidente Esteves Colnago destacou a missão da empresa em gerar e disseminar o conhecimento geocientífico.

Entre os temas, destacam-se: Potencial de Minerais Estratégicos, Agro minerais, Verticalização da cadeia produtiva, mineração em terra indígena, entre outros.

A mineração sempre foi considerada atividade predatória, mas tem densidade econômica, cria condições para melhorar o IDH da região.
