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A Mina de Ouro Tocantinzinho deverá produzir entre 160 mil e 190 mil onças em 2026, enquanto o Projeto Oko West, na Guiana, absorverá o maior volume dos investimentos em desenvolvimento com primeira produção prevista para o segundo semestre de 2027.

Primeiro saque da linha de crédito de US$ 350 milhões gerará economia anual de aproximadamente US$ 1,5 milhão em juros, fortalecendo a posição financeira para avançar operações em Tocantinzinho e desenvolvimentos no projeto Oko West.

Investimento de US$ 973 milhões visa transformar a empresa em produtora intermediária de ouro, com primeira extração prevista para o segundo semestre de 2027.

Empresa atingiu a maior produção trimestral de ouro de sua história, com 46.360 onças no período, e vendas que avançaram 23% ante o trimestre anterior.

Financiamento de até US$ 537,5 milhões será liderado pelo National Bank Capital Markets e Macquarie Bank, com participação de múltiplas instituições, incluindo financiamento de equipamentos da Komatsu.

Aprovação reduz a alíquota de imposto de renda corporativo de 34% para aproximadamente 15,25% por dez anos, a partir de 2025, em benefício do projeto amazônico.

Pedido de aproximadamente 30 milhões de euros inclui britador giratório, moinho SAG e moinho de bolas para o projeto de alto teor de ouro na República Cooperativa da Guiana.

A mina de Tocantinzinho gerou fluxo de caixa livre de US$ 53 milhões em apenas seu primeiro trimestre completo de operação comercial.

Guidance inclui produção de 175 a 200 mil onças na Mina Tocantinzinho e avanço em projetos de exploração na Guiana e Brasil.

A aquisição confere 100% de participação em áreas do Cinturão de Ouro do Gurupi, que incluem 2,3 milhões de onças de recursos em conformidade com o JORC.

A operação criará uma nova companhia (Nova GMIN) com acionistas existentes da GMining e Reunion Gold detendo 57% e 43%, respectivamente, em base totalmente diluída.

Processamento de minério foi autorizado pela Agência Ambiental do Estado após recebimento da licença de comissionamento a quente, com produção comercial prevista para o segundo semestre de 2024.

Investimento total chegará a US$ 449 milhões, com início da produção comercial previsto para o segundo semestre de 2024.

Empresa levanta US$ 42 milhões de empréstimo sênior com afiliada da Franco-Nevada para continuar desenvolvimento do projeto no Pará, mantendo meta de produção comercial no segundo semestre de 2024.

Contrato com fornecedor brasileiro de energia garantirá 25% de redução de custos e produção com emissões de carbono no quartil mais baixo entre operações similares nas Américas.
