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Potássio
Mais notícias e artigos sobre POTÁSSIO

Acordo com a Gera Center reduz em US$ 33 milhões os gastos com energia do orçamento de construção do Projeto Potássio Autazes, com prazo de 28 anos.

Decisões judiciais favoráveis, sanção do Profert e contratação de engenharia FEED marcam avanço rumo à construção do projeto em Autazes, com previsão de início de operações em 2027.

Decisão do ministro Edson Fachin rejeitou pedido da Defensoria Pública que buscava interromper as licenças do projeto no Amazonas.

Decisão da Vice-Presidência do TRF-1 mantém válidos os licenciamentos do Projeto Potássio Autazes, consolidando a segurança jurídica para sua implantação no Amazonas.

Directivo da empresa ressalta o papel estratégico da produção de fertilizantes para a soberania alimentar brasileira e defende investimentos contínuos em pesquisa e inovação.

Compra do Complexo de Taquari-Vassouras marca retorno da operação ao controle brasileiro, com planos de expansão para reduzir a dependência nacional de importações de fertilizantes.

Memorando prevê Comitê Gestor e Grupos de Trabalho em minerais críticos, energias renováveis e economia de comunidades indígenas, com superávit comercial de US$ 3,5 bilhões em 2024.

Benefício fiscal de 60 anos permite a empresas mineras abater despesas com prospeccao como despesas operacionais, estimulando descoberta de novos depositos e reduzindo tributacao.

Transação prevista para ser concluída até o final de 2025 envolve pagamento de até US$ 27 milhões e transferência de obrigações de desmobilização estimadas em US$ 22 milhões.

Contrato com a Fictor Energia prevê linha de transmissão de 164 km com 80% de energia renovável, viabilizando o início da produção em julho de 2029 com capacidade de suprir até 20% da demanda brasileira.

Projeto prevê exploração offshore com capacidade estimada de mais de 3 bilhões de toneladas de cloreto de potássio e produção anual de 2 milhões de toneladas.

A empresa traz um portfólio com cerca de 200 milhões de toneladas de grafitito, depósitos de lítio em argilas iônicas similares aos explorados pela Tesla em Nevada, além de bauxita, feldspato potássico e outros minerais essenciais para a transição energética e o agronegócio.

Depósito offshore com mais de 3 bilhões de toneladas de KCl pode chegar a 2 milhões t/ano já no curto prazo, com estudo de pré-viabilidade contratado à empresa canadense Wood.

O IPO na bolsa de Nova York vai financiar o projeto Autazes, orçado em US$ 2,5 bilhões, que terá capacidade de produção de 2,2 milhões de toneladas de cloreto de potássio por ano.

Companhia obteve 21 licenças do Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas e iniciará obras civis até o final de 2024, com previsão de conclusão em quatro anos.

Com investimento de US$ 2,5 bilhões, o empreendimento gerará 2,6 mil empregos na construção e produzirá 2,2 milhões de toneladas anuais de cloreto de potássio, equivalente a 20% do consumo brasileiro.

Povo indígena discute com o MPI e a Funai o acompanhamento ambiental do projeto de exploração de potássio em Autazes, que está sob análise do IPAAM.

Assembleia Geral do povo Mura aprovou a implantação do Projeto Potássio Autazes, com o apoio de 36 aldeias que representam cerca de 12 mil indígenas do município.

Suspensão atende a pedido do Ministério Público Federal que questiona violação de direitos indígenas, consulta insuficiente às comunidades e falta de estudos técnicos sobre impacto ambiental e social.

Projeto visa reduzir custos para produtores agrícolas ao substituir parcialmente a importação de insumos da Rússia.

Investimento de US$ 2,5 bilhões viabilizará extração subterrânea de cloreto de potássio a 800 metros de profundidade, com capacidade de 2,4 milhões de toneladas anuais.

Plano Nacional de Fertilizantes do Governo Federal busca reduzir a dependência externa de 90% e aumentar a produção interna, que hoje representa apenas 10% da demanda nacional.

Acordos incluem compra mínima de 500 mil toneladas anuais e transporte de toda a produção (2,4 milhões de toneladas por ano) durante 15 a 17 anos, reduzindo a dependência brasileira de importação de potássio.

Fase vinculante com potenciais compradores incluirá due diligence detalhada sobre 34 títulos minerários, sendo 8 concessões de lavra e 26 em estágios iniciais de pesquisa e autorização.

Operação envolve 34 títulos minerários na Bacia do Amazonas e está alinhada à estratégia de otimização do portfólio da empresa.

Mineradora prevê começar a produção do Estágio 1 em 2026 ao invés de 2027, renderizando 4,35 milhões de toneladas anuais de potássio ante a pressão da oferta global de fertilizantes.

Investimento de US$ 2,1 bilhões visa extrair silvinita em Autazes, gerando 2.600 empregos diretos na fase de construção e 1.300 na operação.

Iniciativa busca viabilizar produção com pureza de 99%, transformando o Brasil em exportador do mineral via tecnologia de bioalgas.

Projeto Jansen, no norte de Saskatchewan, terá sua primeira fase adiantada de 2027 para 2026, com produção inicial de 4,2 milhões de toneladas anuais de potássio.

Brasil importa 95% do potássio que consome, sendo metade proveniente da Rússia e Belarus, enquanto reservas domésticas enfrentam desafios ambientais e tecnológicos.

Dados técnicos apontam que o potencial do potássio amazônico é comparável ao de Canadá e Austrália, posicionando o Brasil como possível autossuficiente e exportador do minério.

Planta pré-industrial em Serra da Saudade e Quartel Geral produzirá 8,2 mil toneladas anuais de Sulfato de Potássio, com perspectiva de expandir até 100 vezes em fase posterior.

Webinar promovido pela Brasil Mineral debateu a viabilidade técnico-econômica do plano e os desafios para cumprir metas de produção de N, P e K até 2050, com foco nas barreiras tributárias, tecnológicas e nas reservas limitadas de potássio.

Entidade que reúne empresas responsáveis por 50% do PIB brasileiro e Ibram manifestam preocupação com votação do PL 191/2020 e seus impactos reputacionais e ambientais.

Plano Nacional de Fertilizantes prevê reduzir a importação de 97% para 48% até 2050, com pesquisas geológicas na Bacia do Amazonas identificando depósitos de classe mundial.

Projeto de Lei 191/2020 busca autorizar a exploração mineral em territórios indígenas, visando à autossuficiência do Brasil em potássio e redução da dependência de importações russas.

Embaixador de Belarus culpa Lituânia pelo bloqueio; produto representa 20% do mercado brasileiro e seu potássio já subiu de US$ 320 para US$ 850 por tonelada em um ano.

Instituto aponta o Projeto Silvinita, no Amazonas, como oportunidade estratégica para reduzir a dependência do país na importação, e recomenda criação de grupo de trabalho na Casa Civil para acelerar seu licenciamento.

CEO da multinacional projeta que preços dos fertilizantes disparem nos próximos meses, afetando especialmente o potássio, do qual Brasil depende em 84% de importações dos países em conflito.

Stan Bharti, investidor canadense, negocia entrada na mina de potássio projetada para produzir 2,4 milhões de toneladas anuais com investimento estimado de US$ 2,5 bilhões.

SGB-CPRM identificou potássio na Bacia do Amazonas que amplia em 70% a potencialidade sobre depósitos de sais de potássio.

Capacidade será de 650 mil toneladas de ureia, 450 mil toneladas de amônia e 320 mil toneladas de sulfato de amônio anuais.


