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Mais notícias e artigos sobre SGB

Ferramenta consolida dados de mais de 2,5 mil processos minerários ativos distribuídos em 22 estados, permitindo acompanhar o avanço de projetos de elementos terras raras e subsidiar políticas públicas.

Retomada após mais de uma década de paralisação começou em Tocantins com R$ 11 milhões de investimento federal, com resultados a serem disponibilizados durante o Simexmin.

Acordo de Cooperação Técnica prevê ações conjuntas como workshops, palestras e webinars para incentivar a presença de mulheres em espaços técnicos, científicos e de liderança.

Novos mapas na escala 1:25.000 cobrem cinco folhas cartográficas (Monsenhor Horta, Cachoeira do Brumado, Mariana, São Gonçalo do Rio Abaixo e Florália) e trazem informações sobre distribuição geológica, estratigrafia e recursos minerais da região.

Os mapas estão disponíveis em duas plataformas digitais e cobrem 13 folhas cartográficas nas regiões Sul e Norte, fornecendo informações sobre unidades geológicas, controles estruturais e recursos minerais.

Base de dados integra 177.397 amostras geoquímicas e 273.516 alíquotas, evitando novos investimentos em campanhas de campo e análises laboratoriais.

Pesquisadores intensificam mapeamento geológico nos municípios de Patos de Minas, São Gotardo, Tiros e Carmo do Paranaíba para avaliar potencial de Elementos Terras Raras e outros minerais estratégicos em rochas vulcânicas.

Estudo identifica depósitos de argilas de alta pureza na Bacia do Paraná que podem viabilizar indústrias cerâmicas e reduzir custos para construção civil na região.

A cooperação entre as instituições já identificou 16 novas anomalias com potencial para mineralizações de urânio na região de Rio Cristalino, no sul do Pará, desde 2023.

Acordo de Cooperação Técnica em elaboração pretende integrar produção e difusão de informações geológicas, hidrológicas e socioeconômicas do setor mineral, incluindo apoio técnico em certificação de águas minerais.

Estudo mapeou mais de 100 ocorrências minerais na Grande Teresina e identificou oito novas áreas promissoras, destacando o potencial de arenitos silicificados para a produção de paralelepípedos.

Estudo apresenta potencial de terras raras em diferentes contextos geológicos da Bahia, estado que concentra 38% das áreas requeridas para o mineral no país.

Dashboard com dados de 14 toneladas de amostras coletadas em 16 anos revela potencial de minerais estratégicos na área reivindicada para a Plataforma Continental Jurídica Brasileira.

Documento sintetiza dois bilhões de anos de evolução geológica e identifica áreas de potencial mineral para apoiar o planejamento territorial e a exploração sustentável no estado.

Documento analisa a demanda nacional de minerais para a transição energética e avalia o papel do Brasil nas cadeias globais de abastecimento de críticos e estratégicos.

Instituição destacou potencial de ferro, ouro e nióbio no estado e reforçou a necessidade de investimentos em pesquisa geológica sistemática de todo território brasileiro.

Acordo com provincia de Shanxi prevê intercâmbio de especialistas e desenvolvimento de soluções para reduzir drenagem ácida de mina e reaproveitar resíduos até 2029.

Informe avaliou o potencial de grafita natural flake na Província Grafítica Bahia-Minas com dados geológicos, geoquímicos e geofísicos, gerando um mapa de favorabilidade para exploração e atração de investimentos.

Valdir Silveira, diretor de Geologia e Recursos Minerais, assume interinamente a presidência da instituição, enquanto Alice Castilho fica responsável pelas diretorias de Infraestrutura Geocientífica e Finanças.

O projeto coletou amostras e dados geológicos em empreendimentos da Vale, Centaurus Metals e Bravo Mining Corp. para subsidiar a publicação do Atlas e do Mapa do Potencial de Níquel do Brasil.

Levantamentos aerogeofísicos financiados pelo Novo PAC irão mapear 20 mil km² em 20 municípios, com resultados previstos para o 1º semestre de 2026.

Dados podem ser baixados gratuitamente em formato shapefile na plataforma de geociências do órgão, possibilitando integração com sistemas de informação geográfica para análises territoriais e ambientais.

Decisão foi aprovada em Reunião Extraordinária do Conselho de Administração, e ela acumula a função com a Diretoria de Infraestrutura Geocientífica.

Renúncia ocorre após dois anos de gestão, durante os quais o presidente destacou projetos como o Centro Científico e Cultural da Urca, em parceria com a Petrobras, e a retomada dos levantamentos aerogeofísicos.

Contratada vencedora do edital está calibrando equipamentos em Rio de Janeiro, São Paulo e Ceará antes de iniciar operações em Porto Nacional na próxima fase.

Acordo com vigência até setembro de 2027 envolve pesquisas de campo com levantamentos geofísicos em pegmatitos da região norte de Minas Gerais.

Plano strategégico prevê pesquisa em 145 áreas e prioriza 10 minerais críticos e estratégicos, com 5 novas propostas incluídas após consulta pública com sociedade e setores produtivos.

Encontro na Câmara reuniu órgãos públicos e municipalidades para discutir combate à sonegação, garimpo ilegal e crimes socioambientais no setor.

Estudo mapeia 66 substâncias minerais em mais de três mil ocorrências, com destaque para calcário, feldspato, ferro, tungstênio, ouro e sal marinho, que responde por mais de 90% da produção nacional.

Missão internacional que ocorreu entre 7 e 13 de setembro busca fortalecer parcerias com autoridades colombianas e ampliar projetos de combate à extração clandestina.

Protocolo assinado visa orientar a expansão de atividades minerais de forma sustentável e integrada ao desenvolvimento regional através de estudos estratégicos sobre o potencial geológico do estado.

Brasil tem depósitos de classe mundial de minerais críticos, como 94% das reservas globais de nióbio e um terço das de terras raras, mas apenas 30% do território está adequadamente mapeado.

Iniciativa conjunta do SGB, FINATEC e Petrobras lançará as obras dia 19 de setembro, incluindo laboratórios de ponta e litoteca nacional com amostras do pré-sal.

Mapa detalha os principais depósitos de minérios da região, destacando a Província Mineral de Carajás e o potencial para minerais críticos e terras raras.

Parceria de quatro anos prevê três projetos, incluindo documento técnico para apresentação na COP 30 em Belém e estudos sobre reuso de água na mineração.

Ferramenta apresenta mapeamento detalhado da Bacia Sedimentar do Paraná, Província Mantiqueira e Aquífero Guarani, destacando recursos como carvão, calcário, ametistas, ágatas e minerais estratégicos na região.

Levantamentos aerogeofísicos e publicação de 164 cartas de anomalia consolidam a instituição como instrumento essencial para direcionamento de pesquisas minerais e transição energética.

Proposta de programa de assistência técnica a 6 mil micro, pequenas e médias empresas buscaria ampliar acesso a inovação e qualificação, replicando modelo bem-sucedido do extensionismo rural.

Mapa na escala 1:2.500.000 em formato SIG destaca também ferro, níquel e diamantes, além de calcário e fosfato, fornecendo infraestrutura técnica para políticas públicas e investimentos na região.

Estudo publicado no Journal of South American Earth Sciences apresenta dados de quatro anos sobre parâmetros morfométricos e microquímicos do ouro, com áreas-piloto em Minas Gerais, Rondônia, Pará e Pernambuco.

O país também é o maior detentor global de nióbio (94%), segundo colocado em grafita (26%) e terceiro em níquel (12%), conforme levantamento do Serviço Geológico do Brasil.

Levantamento cobrirá 20 mil km² na região sudeste do estado, mapeando ouro, cobre, níquel, fosfato, grafita e terras raras com resolução de 250 metros entre as linhas de voo.

Estudo classifica 17 pesquisadores do SGB propõem normatização técnica com critérios metalogenéticos para padronizar a delimitação e nomenclatura de províncias auríferas em todo o país, facilitando licenciamento e fiscalização.

Levantamento identificou 39 ocorrências minerais com teores de ETRs comparáveis aos principais depósitos mundiais, abrindo perspectivas para reduzir a dependência da China na cadeia de abastecimento global.

Pesquisa integra o Programa Mineração Segura e Sustentável do Novo PAC e envolve complexos alcalino-carbonatíticos como Araxá, Salitre e Tapira, com apoio técnico da Mosaic.

Painel mapeia 207 amostras de rochas silicatadas em São Paulo, identificando potenciais remineralizadores como basalto e diabásio para substituir fertilizantes químicos tradicionais.

Instituição apresentou minicursos, pôsteres e participações em painéis sobre remineralizadores de solo, segurança alimentar e sequestro de carbono.

Estudo mapeou mineralizações em regolitos do Grupo Serra Geral, identificando ilmenita, rutilo e anatásio em duas áreas de alto potencial no oeste e sudoeste paranaense.

Projeto mapeou a distribuição de 54 elementos químicos na região do Vale do Jequitinhonha, com dados agora disponíveis ao público para identificar novas ocorrências minerais.

Evento ocorre nos dias 3 e 4 de abril em Campina Grande, reunindo especialistas para debater o potencial mineral do estado e oportunidades de mineração responsável alinhada à transição energética.

Mapa identifica 114 pontos de indícios do mineral, além de 14 ocorrências e 4 minas ativas na Província Grafítica Bahia-Minas, revelando áreas de maior favorabilidade no Complexo Jequitinhonha.

Instituição apresentará novos dados geoquímicos de lítio em Minas Gerais, leilão de caulim no Pará e mapas de prospectividade consolidados em cinco anos de estudos.

Reconhecimento concedido pela Sociedade Brasileira de Geologia durante o 51° Congresso Brasileiro de Geologia marca trajetória de dedicação à pesquisa e à gestão nas ciências geológicas.

Licitação prevê cobertura de 1 milhão de km lineares e inclui metodologias modernas de geofísica para busca de minerais estratégicos e pesquisa de águas subterrâneas.

Projeto recuperou 190 hectares em diferentes estágios de restauração ambiental e entregará áreas para novos usos sociais na região.

Pesquisa identificou depósitos polimetálicos em área de 45 mil km², incluindo tungstênio, cobre, bismuto, molibdênio e gemas preciosas, reduzindo riscos para investidores na região.

Leilão do SGB também ofertou depósitos de ouro, diamantes, caulim e fosfato, mas apenas o ativo de agrominerais encontrou interessado.

Plano traça prioridades de mapeamento geológico para os próximos dez anos, com foco em províncias minerais e minerais críticos para a transição energética, em 60 blocos distribuídos pela Amazônia, Nordeste e Centro-Sul.

Recurso inferido em 114 milhões de toneladas será leiloado pelo Serviço Geológico do Brasil em junho para exploração na região litorânea entre Alhandra e Pedra do Fogo.
