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Mais notícias e artigos sobre CARAJÁS

Os mapas estão disponíveis em duas plataformas digitais e cobrem 13 folhas cartográficas nas regiões Sul e Norte, fornecendo informações sobre unidades geológicas, controles estruturais e recursos minerais.

Projeto Furnas prevê produção média anual de 108 mil toneladas de cobre equivalente, com VPL de US$ 2 bilhões após impostos e TIR de 27%.

Divisão operará com orçamento específico em programas de geofísica, geoquímica e perfuração de até 8 mil metros na Província Mineral de Carajás.

Projeto integra uma concessão de 75 km² adquirida da Ore Investments na Província Mineral de Carajás, com exploração inicial evidenciando mineralização promissora de cobre e ouro.

O projeto coletou amostras e dados geológicos em empreendimentos da Vale, Centaurus Metals e Bravo Mining Corp. para subsidiar a publicação do Atlas e do Mapa do Potencial de Níquel do Brasil.

Subsidiária brasileira adquire 345 hectares adjacentes ao Projeto Planalto, com potencial para expandir o recurso de Sílica e investimento condicionado ao sucesso exploratório até 2027.

Programa de Fase 1 com 28.000 metros de profundidade estendeu a mineralização a 950 metros abaixo da superfície, superando expectativas e abrindo caminho para a estimativa de recurso mineral atualizada.
Investimento total reduzido para faixa entre US$ 5,4 bilhões e US$ 5,9 bilhões, com aportes em crescimento caindo para US$ 1,5 bilhão e portfólio otimizado com novos produtos de minério de ferro.

Exploração confirma extensões de cobre e ouro em T5 e identifica 17 anomalias prioritárias na Província Mineral de Carajás, enquanto avança nos estudos para conclusão de Estudo de Pré-Viabilidade.

Estudo da EPE para expandir a transmissão de energia deve ser concluído até dezembro de 2025, garantindo que o cronograma de desenvolvimento de Jaguar seja mantido.

Mapa detalha os principais depósitos de minérios da região, destacando a Província Mineral de Carajás e o potencial para minerais críticos e terras raras.

CoreX Holdings superou concorrentes como a Nexa Resources, com pagamento inicial de US$ 240 milhões e até US$ 225 milhões adicionais em metas de produção para 2027.
Descoberta de metais básicos em Carajás resultou de exploração pragmática além dos limites iniciais de pesquisa para minério de ferro, revelando depósitos de classe mundial.
Em operação há 40 anos no Pará, o complexo é palco de iniciativas como o Projeto Memória Xikrin e um acordo histórico com o povo Xikrin do Cateté para fortalecer a licença social de operação.

Desde a descoberta no final dos anos 1960 e privatização em 1997, a empresa expandiu operações com a Estrada de Ferro Carajás e diversificação para cobre, mas o desenvolvimento regional permanece concentrado.

A fase exploratória atingiu 730 metros de profundidade e detectou continuidade de mineralização de alto teor, com aproximadamente 10 mil metros de resultados já analisados dos 28 mil metros programados.

Aportes chegarão a R$ 70 bilhões até 2030, com foco na ampliação do S11D em minério de ferro e expansão de projetos como Salobo, Alemão e Paulo Afonso em cobre, visando atingir capacidade de até 500 mil toneladas anuais do metal.

Estimativa aponta 47,7 milhões de toneladas em recursos indicados com teor médio de 0,53% de cobre e projeto está posicionado estrategicamente entre grandes depósitos de cobre na Província de Carajás.

Projeto localizado na Província Mineral de Carajás passa para a Ferrous Technology Mineração, que avança em estudos ambientais e solicitação de licença de mineração piloto.

Estudo mapeou 1.947 km² do Setor Aquiri em busca de depósitos de cobre, ouro, níquel e estanho, atraindo crescente interesse de mineradoras para a maior província metalogenética do Brasil.

Programa inicial de 3.000 metros de perfuração a diamante testará alvos de prioridade 1 e 2 localizados a 30 km de Parauapebas, na região de maior concentração de depósitos IOCG do mundo.

A empresa reformula o Estudo de Viabilidade focando apenas em níquel concentrado, adiando a construção de uma refinaria integrada e reduzindo custos de capital em meio à queda de 36% no preço da commodity na LME.

Perfurações do Setor Central da fase 2 alcançaram profundidade de 400m, dobrando a profundidade da estimativa inicial, com teores que continuam a melhorar em profundidade.

Aprovação do PAE pela ANM avança licenciamento ambiental, com emissão da Licença de Instalação esperada para o segundo semestre de 2024.

Operação de US$ 15,6 bilhões marca a aquisição de um produtor norte-americano que foi responsável pela descoberta das jazidas de minério de ferro de Carajás, em 1967, na Amazônia.

Teste atingiu 32 milhões de toneladas anuais de capacidade de processamento, com US$ 370 milhões já assegurados pela Wheaton Precious Metals ao atingir a primeira fase da expansão.

Região tem potencial para se tornar polo mundial de produção de minerais críticos, com depósitos de cobre, níquel e ouro ainda subexplorados além da mina de Salobo.

Investimento de R$ 4,5 milhões em unidade de beneficiamento no Pará amplia capacidade de serviços e gera oportunidades de trabalho para a comunidade local.

Aquisição pela subsidiária custará inicialmente US$ 3 milhões e cobre 9.805 hectares na Serra da Estrela, região de Carajás que abriga alguns dos maiores depósitos polimetálicos do mundo.
