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Aquisição da Zinnwald Lithium, concluída em julho, posiciona a empresa entre os principais produtores de lítio europeus e abre margem para aceleração de crescimento com mais de US$ 400 milhões em caixa disponível.

Resultado positivo foi impulsionado por preços altos do alumínio e pelo reinício planejado da fundição Slovalco, que retomará 75 mil toneladas no segundo semestre.

Resultado consolida impactos sociais, ambientais e econômicos de 22 produtos e serviços da instituição, reafirmando seu papel estratégico na gestão de recursos hídricos, prevenção de desastres e fortalecimento do setor mineral.

Resultado impactado pelos incêndios em Oswego, que geraram prejuízo de US$ 630 milhões no trimestre, apesar do aumento dos preços do alumínio.

EBITDA ajustado cresceu 8% na comparação anual, com receita consolidada de R$ 2,3 bilhões e alavancagem financeira reduzida para 2,71 vezes.

Lucro ajustado por ação aumentou para NOK 2,07 no trimestre, impulsionado por preços favoráveis dos metais e forte desempenho operacional na reciclagem e produção upstream.

Ebitda ajustado de R$ 3,0 bilhões e margem de 17,7% refletem desempenho forte na América do Norte, enquanto Brasil recupera com foco em rentabilidade e novos investimentos em sustentabilidade.

Lucro líquido avançou 36% na comparação anual, sustentado pela combinação de maiores volumes vendidos e preços realizados mais elevados em todos os segmentos.

Resultado foi impulsionado por ganhos cambiais, melhoria do mix de produtos e redução de custos, levando a alavancagem para -0,20x e caixa líquido de R$ 391 milhões.

Recordes foram batidos em S11D (19,9 Mt), Sossego (29 kt de cobre) e Long Harbour (produção histórica de níquel), com destaque também para o avanço de 35% nas pelotas do Sistema Sudeste.
No primeiro trimestre de 2026, a companhia gerou US$ 35 milhões em caixa operacional e já tem US$ 96 milhões previstos para o próximo trimestre, oriundos de contratos de fornecimento recém-assinados.

Resultado foi impulsionado pela América do Norte, enquanto no Brasil a companhia acelerou projetos de eficiência, incluindo a nova plataforma de mineração sustentável que poderá gerar R$ 1,1 bilhão adicional de Ebitda anual a partir de 2027.

Capex de US$ 603 milhões será aplicado principalmente na conclusão da planta de filtragem de rejeito e na substituição de equipamentos do Minas-Rio.

A empresa que se reposiciona exclusivamente em tecnologia e serviços para mineração prevê receita entre -1% e 4% de crescimento orgânico em 2026.

Queda de 27% no resultado ajustado foi impulsionada pela retração dos preços da alumina e valorização da moeda norueguesa, apesar do aumento de volumes em segmentos upstream.

EBITDA de US$ 6,5 bilhões foi sustentado por embarques recordes de minério de ferro na Libéria e expansão de energias renováveis na Índia, refletindo a diversificação geográfica da companhia.

Receita anual de US$ 67,6 bilhões marca crescimento de 4%, impulsionado principalmente pelo aumento nas vendas de equipamentos para usuários finais.

A mineradora atingiu US$ 28,5 milhões no terceiro trimestre, impulsionada por melhor volume de vendas e estratégia de precificação provisória, enquanto planeja alcançar capacidade total de 300 mil toneladas em 2026.

Crescimento de 51% foi impulsionado por demanda interna firme, preços internacionais em alta e maior volume de vendas de lingotes, além da expansão das exportações para a Europa.

A queda impactou o EBITDA ajustado em NOK 5,996 bilhões no terceiro trimestre, levando a empresa a lançar um programa de redução de 750 cargos administrativos com economia esperada de NOK 1 bilhão ao ano a partir de 2026.

A produtora alcançou 804 mil onças em todas as operações globais, com fluxo de caixa livre saltando 149% para US$ 535 milhões no trimestre.

Investimento foi direcionado principalmente à expansão da mina e infraestrutura da P15, enquanto produção atingiu recorde histórico de 11,6 milhões de toneladas no trimestre.

Produção de 35.578 onças de ouro no trimestre com AISC de US$ 960/oz, enquanto a empresa avança nas obras preliminares do projeto Oko West com reservas minerais que cresceram para 6,7 milhões de onças.

Receita global alcançou R$ 5,6 bilhões no primeiro trimestre, impulsionada pelo aumento de 2% no volume de vendas e demanda positiva no Brasil e Espanha, enquanto o lucro líquido ficou negativo em R$ 325 milhões.

Ebitda consolidado ajustado subiu 41% para R$ 733 milhões, com receita líquida avançando de R$ 6,5 bilhões para R$ 6,9 bilhões.

Recuperação foi impulsionada pelo preço do alumínio na LME de US$2.627/t e pela apreciação do dólar, com EBITDA ajustado crescendo 195% no trimestre.

No primeiro trimestre de 2025, a produção atingiu 10.206 mil toneladas, enquanto o volume de vendas alcançou um novo recorde de 9.640 mil toneladas para o período comparado ao ano anterior.

Receita de US$ 161,8 milhões no 1T25 foi impulsionada principalmente pela alta de 39% no preço do ouro entre janeiro e março, além de aumento de 12% no EBITDA Ajustado sobre o trimestre anterior.

Lucro líquido atingiu US$ 80,2 milhões no trimestre, com produção de cobre totalizando 12.424 toneladas e ouro de 6.638 onças nas operações Tucumã, Caraíba e Xavantina.

Lucro líquido de US$ 29 milhões no primeiro trimestre de 2025 foi impulsionado pela alta de 16% e 11% nos preços de zinco e cobre, respectivamente, além da valorização do real frente ao dólar.

Queda de 39,7% no lucro líquido, para R$ 2,3 bilhões, foi impactada pela apreciação do dólar e despesas com juros, apesar do aumento de 3,8% na produção de aço.

Produção de 77.000 toneladas no Q4 levou a margem operacional de caixa a 42%, enquanto a mineradora projeta 270.000 toneladas para o ano fiscal de 2025 e avança na construção da Planta 2.

Empresa projeta investimentos de até US$ 180 milhões em 2025 e planeja produzir entre 350 mil e 378 mil onças de ouro, com Mara Rosa responsável por 94 a 104 mil onças.

No quarto trimestre, o crescimento foi sustentado por aumento de 8,0% no volume de vendas e ganhos cambiais, apesar da queda de 8,4% no preço médio das ligas em dólar.

Dividendo será pago em 14 de março de 2025 aos acionistas registrados, refletindo o Ebitda recorde de US$ 267 milhões obtido em 2024.

O EBITDA ajustado atingiu R$ 486 milhões, com alavancagem financeira reduzida para 2,84x, enquanto o mix de vendas foi impulsionado por produtos de maior valor agregado.

Resultado foi impulsionado por preços mais altos do zinco, ganhos cambiais e melhor contribuição de subprodutos, com fluxo de caixa livre positivo de US$ 107 milhões no último trimestre.

Ebitda ajustado chegou a R$ 127,1 milhões, impulsionado pelo aumento de 7,7% no volume de vendas e valorização do dólar, enquanto a receita líquida cresceu 14,5%.

Unidade Caraíba em retomada parcial continua restringindo receita — que caiu 31% no terceiro trimestre, embora EBITDA negativo tenha melhorado 15% ante 2023.

Receita líquida cresceu 1,7% no trimestre, com recordes históricos de vendas na mineração e siderurgia, mas prejuízo líquido de R$ 750,9 milhões reflete queda nos preços internacionais do minério de ferro.

Recuperação é impulsionada pelo aumento de 8% no volume de vendas e pela eficiência operacional dos altos-fornos, com o melhor desempenho desde 2010.

No terceiro trimestre, a empresa alcançou Ebitda ajustado de R$ 409 milhões e gerou caixa líquida de R$ 177 milhões, reforçada pela maior utilização histórica de suas Salas Fornos.

Produção de 68.246 onças de ouro equivalente no terceiro trimestre representou crescimento de 10% frente ao mesmo período de 2023, com destaque para os desempenhos de Almas e Minosa.

Ebitda caiu 21% mesmo com aumento de 2% no volume de vendas de minério, puxado pela queda de US$ 7,6/tonelada no preço realizado de finos.

Produção de ferroligas recuou 2,7% no segundo trimestre devido às quedas em ligas de cromo e silício, enquanto o EBITDA cresceu 26,9% em relação ao trimestre anterior.

Receitas caíram 17% no segundo trimestre para US$ 2,8 bilhões, afetadas por preços mais baixos, enquanto a empresa avança em projetos de otimização operacional.

Produção de alumínio líquido atingiu 90 mil toneladas no trimestre, com vendas de primários crescendo 35% na comparação anual.

Produção de cobre atingiu 8.867 toneladas e ouro 16.555 onças no trimestre, com lucro ajustado de US$ 18,6 milhões impulsionado por preços mais fortes dos metais.

O lucro líquido avançou 40% para US$ 210,9 milhões no trimestre, impulsionado pela expansão das margens de produção e recuperação da liquidez.

Companhia investiu R$ 187 milhões em iniciativas de sustentabilidade e destinou mais de R$ 26 milhões para recuperação do estado após chuvas, incluindo parceria com a ACNUR para 100 unidades habitacionais de emergência.

Ebitda subjacente de US$ 5 bilhões foi impulsionado principalmente por margens fortes em cobre (53%) e minério de ferro (43%), enquanto a companhia avança em sua transformação estrutural para reduzir custos de execução e gastos de capital até 2026.

Produção cresceu 9,3% em relação ao primeiro trimestre de 2023, com aumento de 17,0% nas ligas de silício, enquanto vendas recuaram 14,1% no mesmo período.

Redução de US$ 12 milhões em receitas no trimestre, mas custos operacionais caem 16% em relação ao trimestre anterior, aproximando a empresa de suas metas.

Vendas de alumínio primário cresceram 15% no trimestre, compensando a queda de preços e apreciação do real ante o dólar.

Desempenho foi impulsionado pela aquisição da mina Caserones no Chile e pela expansão em Neves-Corvo, com projeção de aumento de 15% na produção de cobre para 2024.

No terceiro trimestre, a empresa registrou prejuízo de R$ 263 milhões e aumento de 13% no volume de vendas de alumínio, apesar da queda nos preços internacionais.

Empresa vendeu 7.947 toneladas do metal no trimestre, com Ebitda ajustado negativo de R$ 73 milhões, enquanto avança nas etapas para aprovação de seu PRJ junto aos credores.

Investimentos incluem aportes de crescimento e manutenção, mantidos em linha comparado ao ano anterior, enquanto dívida líquida expandida atingiu US$ 14,7 bilhões.

Produção de 81 mil toneladas foi impulsionada pelo aumento no volume de minério tratado e pelo início da operação de Aripuanã, que atingiu 76% da capacidade nominal no trimestre.
