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Tungstênio quadruplica de preço e recoloca o Seridó no mapa mineral global
26 de agosto, 2026
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Acordo com DNIT permite que a companhia converta recursos minerais indicados em reservas prováveis, elevando a base de reservas para 1,5 milhão de onças de ouro, com vida útil estimada em 20,5 anos.

Programa de quatro meses preparou os empreendedores para atender aos critérios de segurança e excelência da mineradora, credenciando-os como fornecedores para setores como manutenção, engenharia e logística.

Obra de pavimentação inclui construção de passagem molhada e beneficia comunidade de São Luiz, em Currais Novos, resolvendo problema histórico de deslocamento.

Estudo identificou mais de 4,7 mil corpos pegmatíticos com alto potencial de minerais estratégicos para transição energética, com resultados disponibilizados via informe técnico e futuro painel interativo em 2026.

Operação em Currais Novos (RN) utiliza 100% de água de reuso, investimento pioneiro que garante sustentabilidade hídrica em região de escassez.

A Global Infrastructure Partners adquire 70% da joint venture que passará a gerir 13 usinas de geração de energia no país, garantindo abastecimento a custos competitivos para a mineradora.

Estudo mapeia 66 substâncias minerais em mais de três mil ocorrências, com destaque para calcário, feldspato, ferro, tungstênio, ouro e sal marinho, que responde por mais de 90% da produção nacional.

Receita alcançou US$ 885,6 milhões até julho, com preço médio das exportações crescendo 26,4% ante 2024, impulsionado pela antecipação das importações americanas antes das novas tarifas.

O mapa identificou novas áreas com alto potencial para tungstênio na Província Mineral do Seridó, ampliando as possibilidades de descoberta de depósitos além dos três principais conhecidos (Brejuí, Boca de Lage e Barra Verde).

Investimento de R$ 43 milhões em uma planta que produzirá 250 toneladas anuais de combustível renovável para a indústria de cimento, com operação prevista até 2027.

Protocolo prevê pesquisas sobre pegmatitos na Província da Borborema e treinamento de pessoal, buscando atrair investimentos e criar novas indústrias no estado.

Pesquisa identificou depósitos polimetálicos em área de 45 mil km², incluindo tungstênio, cobre, bismuto, molibdênio e gemas preciosas, reduzindo riscos para investidores na região.

Acordo com a Gold Royalty Corp. entrega US$ 31 milhões finais, completando o pacote de financiamento de terceiros que somado à geração de caixa interna garante a conclusão da construção e início da operação da mina greenfield em Rio Grande do Norte ainda em 2025.

A operação de US$ 31 milhões com a Gold Royalty Corp. engloba venda de royalties e empréstimo tipo Gold Loan, completando o pacote de US$ 145 milhões de financiamento de terceiros para o projeto.

Homenagem marca seis décadas de formação de técnicos para a indústria mineral, com presença de professores, ex-alunos e autoridades em sessão solene na Câmara Municipal.

Estudo de viabilidade aponta produção de 748 mil onças de ouro em 11 anos e uma TIR de 21,9% após impostos, com retorno do investimento previsto para 3,2 anos.

Estudo identificou ambientes favoráveis à mineralização de fosfato na Formação Jandaíra, buscando reduzir a dependência do Brasil na importação de fertilizantes.
Mapa de favorabilidade utiliza dados geológicos, geoquímicos e geofísicos para identificar as áreas com maior potencial de pegmatitos litiníferos na região do Nordeste.

A unidade será capaz de produzir 80 mil onças de ouro anuais, com conclusão das obras prevista para o final de 2024, e gerará cerca de 2.900 empregos diretos e indiretos na fase de construção.

Projeto Borborema, em Currais Novos, deve gerar 747 empregos na instalação e 600 postos permanentes durante a operação, com expectativa de início em final de 2024.