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Ero Copper
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Perfuração exploratória revela extensões de alto teor na zona SE e nova zona de mineralização na área Central do Projeto, ampliando o potencial de crescimento do depósito.

Produção consolidada de 17.287 toneladas de cobre no Q1 2026 gerou lucro líquido de US$ 108,8 milhões e redução de dívida para US$ 490,7 milhões.

Projeto em parceria com Vale Base Metals prevê vida útil de 24 anos e produção média de 108 mil toneladas de cobre equivalente anuais, com VPL de US$ 2 bilhões a preços atuais.

Produção consolidada de cobre atingiu 64.307 toneladas e ouro somou 52.290 onças, com EBITDA ajustado de US$ 409,7 milhões, aumento de 90% ante ano anterior.

Projeto Furnas prevê produção média anual de 108 mil toneladas de cobre equivalente, com VPL de US$ 2 bilhões após impostos e TIR de 27%.

A companhia projeta crescimento de até 20% na produção de cobre para 2026, com investimentos entre US$ 245 e US$ 280 milhões no portfólio operacional.

Relatório de recursos da mina revela depósitos de Santo Antonio e Matinha com teor médio de 8,75 gramas por tonelada, totalizando 664 mil onças de ouro.

Empresa atingiu 16.664 toneladas de concentrado de cobre com custo de US$ 2,00 por libra, enquanto produção de ouro cresceu 17% no trimestre com volume de 9.073 onças.

Concentrados estocados desde 2012 totalizam estimativa inicial de 29 mil onças, com embarques de 3 mil toneladas já concluídos em outubro e expectativa de 10 a 15 mil toneladas no quarto trimestre de 2025.

Programa de Fase 1 com 28.000 metros de profundidade estendeu a mineralização a 950 metros abaixo da superfície, superando expectativas e abrindo caminho para a estimativa de recurso mineral atualizada.

Operação Tucumã atingiu 75% da capacidade projetada e declarou início da produção comercial em 1º de julho, enquanto Caraíba alcançou produção 25% superior em relação ao trimestre anterior.

A fase exploratória atingiu 730 metros de profundidade e detectou continuidade de mineralização de alto teor, com aproximadamente 10 mil metros de resultados já analisados dos 28 mil metros programados.

Operação no Pará atingiu níveis de produção sustentados superiores a 75% da capacidade projetada, com 6.400 toneladas de cobre produzidas no segundo trimestre.

Lucro líquido atingiu US$ 80,2 milhões no trimestre, com produção de cobre totalizando 12.424 toneladas e ouro de 6.638 onças nas operações Tucumã, Caraíba e Xavantina.

Acordo de streaming ampliado com a Royal Gold vai gerar receitas de US$ 50 milhões e estender a cobertura da operação em Mato Grosso até 2028.

A produção anual chegou a 40.600 toneladas de cobre e 57.210 onças de ouro, com EBITDA ajustado de US$ 216,2 milhões e expansão da Operação Tucumã prometendo crescimento transformacional em 2025.

A empresa atingiu 40.600 toneladas de cobre em 2024 e projeta crescimento de 85% a 110% em 2025, com operações no Brasil e custos entre US$ 1,55 e US$ 1,80 por libra.

Estimativas atualizadas mostram crescimento de 19% nas reservas provadas e prováveis e expansão de 26% nos recursos medidos e indicados em comparação com 2023, reforçando o potencial de produção de 55 a 60 mil onças anuais.

A Operação Tucumã produziu 839 toneladas de cobre no trimestre, enquanto Caraíba entregou 9.920 toneladas, resultando em lucro líquido de US$ 40,9 milhões.

Tempestade de vento danificou a linha de transmissão de 230 kV que abastece a região sudoeste de Carajás, deixando a planta de processamento sem energia e impactando o cronograma de ramp-up anual.

Estimativa inicial de recursos indica 35,2 milhões de toneladas de minério indicado e 61,3 milhões de toneladas inferido, potencializando uma operação subterrânea de grande escala em Carajás.

Inauguração marca o início da operação em Tucumã, no Pará, com investimento de US$ 310 milhões e recorde de 7,2 milhões de horas sem acidentes.

O aumento de 50% na capacidade foi alcançado com uma única célula Jameson no circuito de flotação, reduzindo investimentos e gerando economia energética de até 76%.

Produção de cobre atingiu 8.867 toneladas e ouro 16.555 onças no trimestre, com lucro ajustado de US$ 18,6 milhões impulsionado por preços mais fortes dos metais.

Operações permanecerão suspensas até 31 de julho para investigação completa do acidente que resultou em morte de funcionário.

Primeiro concentrado vendável foi produzido em 18 de julho de 2024, com conclusão da produção comercial prevista para o final do terceiro trimestre de 2024.

Acordo com subsidiária da Vale garante exploração exclusiva de depósito IOCG de alto teor em Carajás, com 90 mil metros de perfuração planejada e estudo de viabilidade definitivo.

A operação receberá sua licença de funcionamento no Estado do Pará, com produção de primeiro concentrado prevista para julho de 2024.

A primeira produção de concentrado de cobre no Projeto Tucumã deve ocorrer no início do terceiro trimestre de 2024, com o projeto já 97% concluído, enquanto as operações de Xavantina registraram recorde de 18.234 onças de ouro no primeiro trimestre.

Produção anual chegou a 43.857 toneladas de cobre e 59.222 onças de ouro, com margens operacionais recordes impulsionadas pela conclusão da iniciativa NX60.

Empresa prevê investimento de até US$ 349 milhões, com conclusão do Projeto Tucumã prevista para o segundo semestre de 2024 e gastos de US$ 6 milhões na primeira fase do Projeto Furnas.

Projeto no Pará avança para comissionamento com 85% de conclusão física e primeira produção esperada no segundo semestre.

Recursos serão destinados ao avanço do Projeto Tucumã e das Operações de Caraíba, além de exploração regional no Brasil e necessidades corporativas gerais.

Oferta de ações será concluída em 14 de novembro, com recursos direcionados ao avanço do Projeto Tucumã e das operações em Caraíba.

Investimento de R$ 3,1 bilhões em três projetos de cobre e uma mina de ouro reposicionará a empresa como segunda maior produtora do metal no País até 2026.

No terceiro trimestre, a produção de ouro atingiu recorde de 17.579 onças nas Operações de Xavantina, com destaque para o novo veio Matinha e Ebitda ajustado de US$ 42,9 milhões.

Parceria estabelece participação de 60% para a Ero Copper, que financiará exploração e engenharia da mina localizada a 50 quilômetros de Salobo, no Pará.

Projeto está 70% completo, com primeiros minérios previstos para novembro e produção de concentrado esperada no segundo semestre de 2024.

Estimativa total de capital do projeto permanece em US$ 305 milhões, com avanços também nas operações Caraíba e Xavantina, que consolidam o portfólio de cobre e ouro da mineradora.

Relatório de 2022 mostra que a companhia lidera em produção de cobre com baixa intensidade de carbono e amplia investimentos em programas de saúde, diversidade e reciclagem de água nas operações brasileiras.

Meta será alcançada pela conclusão do Projeto Tucumã (30% pronto) e avanços nas operações de Xavantina e Caraíba, com produção de ouro também crescendo para 55 a 60 mil onças anuais a partir de 2024.

A previsão inclui aumento de 40% na produção de ouro (55 mil a 60 mil onças anuais a partir de 2024) e a execução da Operação Tucumã e do novo eixo externo na Mina Pilar da Operação Caraíba em 2027.

Com recordes de produção em 2022, a mineradora mantém os planos de expansão em Pilar (BA) e Tucumã (PA), além de exploração de níquel em Caraíba.

Em 2022, a empresa produziu 46.371 toneladas de cobre e 42.669 onças de ouro, superando suas projeções anuais graças ao desempenho robusto do quarto trimestre.

Dunn permanecerá como presidente do Conselho de Administração, enquanto David Strang assume a liderança executiva da empresa.

Projeto Honeypot contribui com 181,3 kt de cobre contido e estende a vida útil da operação para 20 anos, com produção crescente até 59,4 kt anuais em 2036.

Sigma Lithium e Ero Copper lideraram a valorização no mês com +24% e +23%, enquanto Kinross cresceu +21% nas bolsas canadenses em setembro.

Sistema Umburana, localizado a 20 km das instalações de Caraíba, abriga intervalos de sulfetos maciços com teores de até 6,59% de níquel, identificados por meio de mapeamento detalhado e levantamento eletromagnético aéreo.

Produção de ouro também alcançou recorde com 11.122 onças no trimestre, enquanto projetos de crescimento avançam dentro do cronograma em Tucumã e Caraíba.

Empresa aprovou a construção do Projeto Boa Esperança e avança em iniciativas como o Projeto Honeypot, que recupera stopes de alto teor deixados décadas atrás, para impulsionar a produção de cobre a partir do segundo trimestre.

Investimento será destinado à ampliação da produção de cobre na Bahia, aumento da produção de ouro no Mato Grosso e implantação do projeto Boa Esperança no Pará, com potencial para novos ativos.

A Ero Brasil incorpora as operações da Mineração Caraíba, NX Gold e o projeto Boa Esperança no Pará, consolidando-se como terceiro maior produtor de cobre do País e segundo lugar com a entrada do novo projeto.

Companhia atingiu US$ 331,9 milhões em Ebitda ajustado, impulsionada por produção recorde de 45.511 toneladas de cobre e 37.798 onças de ouro, além de reforço do balanço com oferta de US$ 400 milhões em notas sênior para financiar expansão.

Construção deve começar em abril deste ano com investimento inicial de US$ 300 milhões e primeira produção prevista para o terceiro trimestre de 2024.

Protocolo de intenções assinado com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico prevê geração de mais de 800 empregos diretos e treinamento de mão de obra local.

Recursos serão destinados ao reembolso de débitos, redução da linha de crédito rotativo e construção do Projeto Boa Esperança, previsto para o segundo trimestre de 2022.

Acidentes ocorreram em dois complexos operacionais da empresa — um na Mineração Caraíba e outro na mina NX Gold, levando à suspensão voluntária das operações para investigação.

Empresa planeja duplicar produção de cobre até 2025, com investimentos em expansão de operações e novos projetos como a Mina Boa Esperança.

Complexo MCSA na Bahia cresceu 13% em reservas de cobre, enquanto a Mina NX em Mato Grosso registrou aumento de 32% em recursos medidos e indicados de ouro.
