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Operação, aprovada pela autoridade concorrencial, consumiu R$ 154 milhões em desembolso e visa ampliar a autoprodução de energia renovável da siderúrgica.

Projeto-piloto em correias transportadoras descendentes pode recuperar 166 mil kWh por mês, equivalente ao consumo anual de 69 residências.

Estudo da empresa lança e-book com análise de 21 profissionais do setor em seis países, mostrando que infraestrutura energética, logística e acesso à água são os novos limites para a competitividade.

Estudo mostra que a substituição global de motores de alta potência por modelos mais eficientes evitaria a emissão de 60 a 75 milhões de toneladas de CO₂ em 25 anos.

A primeira torre, com 150 metros de altura, faz parte da travessia de 5,2 km sobre o Rio Trombetas, que deve reduzir a pegada de carbono da empresa em 25% a partir de 2027.

Compra de participação da COPEL na Usina Hidrelétrica Dona Francisca por R$ 150 milhões possibilita que a siderúrgica detenha 100% do empreendimento e aumente sua autoprodução de energia renovável em 30,4 MW médios.

Memorando de Entendimento com a Syngular Solutions visa desenvolver projetos de captura e armazenamento geológico de carbono no setor de etanol brasileiro.

A companhia projeta ampliar seus projetos voltados para mineração ainda em 2026, com microrredes de energia solar, baterias e modelo sem imobilização de capital próprio.

Pesquisadores investigam fenazinas produzidas por biossíntese em bactérias geneticamente modificadas como material para cátodos mais seguros e sustentáveis que as convencionais.

Transação de R$ 150 milhões elevará a participação da siderúrgica de 53,94% para 76,97% da Dona Francisca Energética, somando cerca de 50 MW médios de energia assegurada.

Encontro em São Paulo vai debater minerais críticos, infraestrutura energética e economia digital como pilares da cooperação bilateral até 2030.

Tensões geopolíticas no Golfo afetam a produção do Oriente Médio, que representa 9% do fornecimento global, com fundições iniciando paralisações controladas e interrupções no trânsito pelo Estreito de Ormuz.

Relatório aponta que compromissos nacionais podem alcançar 1.446 GWe até 2050, com mais de 50 países avançando em planos de extensão de usinas, construção de novos reatores e tecnologias como pequenos reatores modulares.

Índice de incerteza atinge patamares recordes, mas eletricidade, energias renováveis e energia nuclear emergem como tendências de estabilidade no setor.

Desenvolvido em parceria com a Petrobras, o documento apresenta mapa estratégico das regiões brasileiras com maior potencial para captura e armazenamento geológico de CO₂.

Memorando prevê Comitê Gestor e Grupos de Trabalho em minerais críticos, energias renováveis e economia de comunidades indígenas, com superávit comercial de US$ 3,5 bilhões em 2024.
Acordo prevê possível offtake de até 40% da produção futura do projeto e inclui estudos de recuperação de neodímio, praseodímio e samário para ímãs de alto desempenho.

Iniciativa identifica a localização, tipo e commodity de mais de 75% das economias nacionais que têm conexão com mineração em larga escala, colmando lacuna crítica de transparência no setor.

Estudo da EPE para expandir a transmissão de energia deve ser concluído até dezembro de 2025, garantindo que o cronograma de desenvolvimento de Jaguar seja mantido.

Operação ocorreu em Pilbara, demonstrando a viabilidade técnica e segurança do abastecimento de amônia ZNZ (emissão zero a quase zero) em alto-mar, pavimentando caminho para combustível marítimo descarbonizado.

Estudo aponta que concentração dos mercados deve diminuir apenas marginalmente até 2035, mantendo vulnerabilidade às interrupções de oferta.

Omnigen Energy, subsidiária da Appian Capital, terá capacidade instalada de 62,4 MWp nos municípios mineiros de Prudente de Morais e Santa Rita de Caldas, suficiente para abastecer mais de 4.500 residências.

Acordo com Eneva e Origem Energia permitirá que 90% do gás natural consumido pela mineradora em 2025 seja adquirido no mercado livre, ante 20% em 2024.

Instalação do sistema começará em agosto de 2025 e promete redução de custo e emissão de CO2, aumentando a competitividade da empresa no mercado de cabos elétricos de alumínio.

Energia eólica e solar lideraram o crescimento, com aumentos de 28,1% e 18,4% respectivamente, fazendo as renováveis atingirem 36,5% do mix de eletricidade.

Certificação de carbono neutro foi obtida para a fundição e fábrica de borracha em Sorocaba, que respondiam por 20% das emissões totais de CO2 da empresa antes da iniciativa.

Investidores redirecionam fluxos para depósitos de lítio, terras-raras, cobre, manganês e urânio brasileiros, buscando diversificar cadeias de suprimento e reduzir dependência chinesa em minerais críticos.

Energias renováveis e armazenamento de energia lideram o crescimento, com Brasil e Chile desenvolvendo projetos de hidrogênio verde.

Tecnologia Carboval reduz o ciclo de produção de 16 dias para 16 horas e pode gerar energia elétrica suficiente para abastecer cerca de duas mil residências.

Combinação de negócios resultará em empresa aberta com portfólio 100% renovável e EBITDA de R$ 3,5 bilhões em 2023, posicionando a Auren como 3ª maior geradora do país.

Operação marca a criação de uma plataforma de energia que contemplará outros ativos do portfólio da mineradora, reforçando sua estratégia de descarbonização com fontes renováveis.

Aquisição de 45% na NK 232 Empreendimentos por R$ 37,8 milhões permitirá autoprodução de 35MW médios de energia elétrica durante 20 anos a partir de 2025.

Audiência marcada para 30 de novembro vai examinar riscos da técnica de fraturamento hidráulico, com foco na contaminação de solos e lençóis freáticos.

Subsidiária brasileira MGLIT assegurou conexão com infraestrutura de energia hidrelétrica sustentável da Cemig, reduzindo riscos e viabilizando operação do complexo com custo total de R$ 17 milhões.

Agência prevê que energias limpas atingirão 50% da matriz elétrica global e que emissões de CO2 alcançarão pico em 2025, sob políticas governamentais atuais.

Evento reunirá especialistas em Nova Iorque para debater o papel do Brasil na descarbonização da siderurgia global e as oportunidades de cooperação Norte-Sul.

Investimento na Novel Crystal Technology buscará desenvolver wafers de óxido de gálio para semicondutores de alta potência com maior eficiência energética e menor dissipação de energia.

Processo formal avaliará fusões, aquisições, parcerias e oportunidades de financiamento para a subsidiária Largo Clean Energy Corp., que oferece tecnologia patenteada de baterias de fluxo de vanádio.

Contratos preveem suprimento na modalidade Flat de 90 MW médios até 2024 e 55 MW médios a partir de 2025, permitindo operação em horário de ponta.

Memorando garante o fornecimento de 35MW médios anuais a partir de 2025, condicionado à aprovação do CADE e demais autoridades regulatórias.

Acordo tem duração de cinco anos e abrange eletrificação de atividades, abastecimento de água dessalinizada, descarbonização de processos e exploração de minerais de baixo teor.

Pegmatito Anitta, com teores de Li₂O entre 1,39% e 2,99%, estende-se por pelo menos 1,1 quilômetro no Neves Lithium e segue aberto para expansão em profundidade.

Holding criada por Fabiano Santos e Klayton Martins integra VisãoGeo, 4Asset Tecnologia e NEAR Location, atendendo mais de 50% do mercado de energia e mineração com faturamento projetado de R$ 84 milhões até 2026.

O aporte faz parte de um pool inicial de R$ 10,5 milhões que inclui também AES Brasil, Eneva, GooDz Capital e Fohat Corporation, visando desenvolver a primeira plataforma digital de negociação de energia elétrica e certificados de energia limpa no Brasil.

Segundo a BNEF, a demanda por metais para energia limpa aumentará cinco vezes até 2050, mas o setor enfrenta obstáculos como risco-país elevado, esgotamento de reservas e falta de investimentos.

Ação chegou ao STF questionando a Lei 18.330/2022, que o partido diz proteger apenas os interesses da indústria carbonífera da região sul catarinense em detrimento da transição para fontes renováveis.

Memorando assinado em dezembro prevê estudo de viabilidade para o Complexo Guirapá, que reúne sete parques eólicos com potencial de 170 MW no sudoeste baiano.

Acordo prevê fornecimento de 30 MWm de energia eólica do Complexo Umari entre 2026 e 2039, suprindo 30% das necessidades energéticas contratadas da empresa e contribuindo para reduzir em 30% suas emissões atmosféricas.

Aporte é o segundo investimento da siderúrgica na empresa de armazenamento de energia, que está selecionando local para primeira fábrica de baterias no Brasil até o final de 2022.

Acordo de Colaboração com a Pilbara Ports Authority busca estabelecer infraestrutura segura de bunker de amônia nos portos australianos, com avaliação prevista para um ano.

Controlada Companhia Florestal do Brasil venceu licitação para adquirir controle da geradora gaúcha, investindo em autossuficiência energética para reforçar a competitividade do grupo.

Levantamento da CCEE aponta queda de 0,2% no consumo de eletricidade pela metalurgia, com produção de laminados planos recuando 5,1% devido à guerra na Ucrânia e restrições logísticas globais.

Operação permite à empresa fortalecer sua estratégia de expansão através de investimentos em energia renovável e autoprodução, com capacidade instalada de 120MW.

Operação adquire 100% da Companhia Energética Chapecó para fortalecer autoprodução com 120MW médios de capacidade renovável.

A Hydro Rein e o Green Investment Group (GIG) da Macquarie Asset Management vão investir US$ 700 milhões em um projeto híbrido de 586 MW que fornecerá eletricidade principalmente para as operações de mineração e refino de alumina da Hydro no Brasil.

Sistema consegue armazenar a energia solar por até dezoito anos e convertê-la em eletricidade através de um gerador termoelétrico compacto.

Operação envolve a aquisição de duas pequenas centrais hidrelétricas (PCH Santa Ana e Sacre II) para fortalecer a autoprodução de energia e sustentar a expansão dos negócios da siderúrgica.

Investimento de R$ 42 milhões visa reduzir emissões de carbono em até 100 mil toneladas por ano e prepara o caminho para neutralidade climática até 2050.

Acordo prevê 30 MW médios de energia solar e investimento de R$ 1,35 bilhão, com operação comercial iniciando em janeiro de 2025.
