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ERO COPPER

Produção recorde de ouro compensa redução no cobre

Por evando•
Produção recorde de ouro compensa redução no cobre

No terceiro trimestre, a produção de ouro atingiu recorde de 17.579 onças nas Operações de Xavantina, com destaque para o novo veio Matinha e Ebitda ajustado de US$ 42,9 milhões.

A Ero Copper produziu 10.766 toneladas de cobre no terceiro trimestre e 17.579 onças de ouro. A produção recorde de ouro e as margens operacionais nas Operações de Xavantina compensaram parcialmente a menor produção de cobre nas Operações da Caraíba, bem como o impacto do real mais forte em relação ao dólar americano. O Lucro líquido atribuível aos proprietários da empresa atingiu US$ 2,5 milhões (US$ 0,03 por ação em base diluída), enquanto o Lucro líquido ajustado atribuível aos proprietários da empresa foi de US$ 17,3 milhões (US$ 0,18 por ação em base diluída). O Ebitda ajustado alcançou US$ 42,9 milhões.

No trimestre, a Ero atingiu a marca de construção de mais de 70% de conclusão física no projeto Tucumã. A estimativa total de capital do projeto permanece inalterada, em aproximadamente US$ 305 milhões. Na Operação Caraíba, a construção do novo poço externo da Mina Pilar avançou dentro do cronograma. As despesas de capital planejadas sob contrato ou em fase final de negociação permanecem em aproximadamente 80%, com as estimativas atuais dentro de 5% do orçamento. A produção do novo veio Matinha começou nas Operações de Xavantina, contribuindo para um aumento trimestral de mais de 40% tanto para os tipos de ouro processado quanto para a produção de ouro, bem como para custos operacionais unitários recordes.

A liquidez disponível no final do trimestre, de US$ 237,6 milhões, incluía caixa e equivalentes de caixa de US$ 44,8 milhões, investimentos de curto prazo de US$ 42,8 milhões e US$ 150,0 milhões de disponibilidade não sacada sob a linha de crédito rotativo com garantia sênior da empresa.

Após o encerramento do trimestre, a Ero Copper celebrou um termo vinculativo com a Vale Base Metals para obter uma participação de 60% no projeto de cobre Furnas, após a conclusão de vários marcos de exploração, engenharia e desenvolvimento durante um período de cinco anos a partir da assinatura de um acordo definitivo de ganho. A empresa considera que é uma oportunidade de expandir o pipeline de crescimento de longo prazo na Província Mineral de Carajás, sede do Projeto Tucumã, no Pará. A parceria deverá alavancar os pontos fortes coletivos da empresa e da VBM, ao mesmo tempo que avança a posição do Brasil como líder na transição energética global.

“2023 continua a ser um ano crucial para a Ero Copper, à medida que nossos projetos de crescimento de curto prazo atingem marcos críticos e continuamos a definir e ampliar nosso pipeline de crescimento de longo prazo”, disse David Strang, CEO da companhhia. “Essa execução estratégica ficou evidente nas Operações de Xavantina, onde iniciamos com sucesso a produção do veio Matinha durante o trimestre, resultando em produção de ouro e margens operacionais recordes. Também obtivemos progressos substanciais em nosso Projeto Tucumã, conforme anunciado no início deste mês, e avançamos em nossa iniciativa Pilar 3.0 nas Operações Caraíba, onde estamos quase concluindo o projeto de expansão da usina e nos preparando para iniciar o afundamento principal do novo poço externo”.

A mineradora avançou também no pipeline de crescimento de médio e longo prazo por meio de programas regionais de exploração de cobre e níquel nas Operações Caraíba e, mais recentemente, da assinatura de um termo vinculativo para ganhar 60% na operação de Furnas da VBM.

"Apesar desses importantes avanços estratégicos, bem como do sólido desempenho operacional em nossas operações na Caraíba durante o trimestre, nossos resultados financeiros foram impactados por condições econômicas mais amplas que levaram a preços de metais mais fracos e um real mais forte em relação ao dólar norte-americano. Com a proteção fornecida pelas coberturas de preços do cobre que estabelecemos no início deste ano, optámos por expandir oportunisticamente o nosso programa de cobertura cambial para cobrir uma parte significativa dos custos operacionais e despesas de capital projetados até ao final de 2024”, disse Strang.

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