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Mais notícias e artigos sobre AURA MINERALS

Oportunidades distribuem-se entre operações no Rio Grande do Norte, Mato Grosso, Goiás e Tocantins, com concentração de 20 vagas em Currais Novos para áreas técnicas e administrativas.

Resultado representa o maior volume de produção em um primeiro semestre da história da companhia, com previsão de superar 600 mil onças anuais nos próximos anos.

Operação recircula água captada em seu processo produtivo, mantendo 18 pontos de monitoramento contínuo na região e ampliando a demanda por profissionais de engenharia ambiental.

Programa capacitou 50 empreendedores em 74 horas de treinamento, abordando gestão empresarial, financeira e temas como ESG, com apoio do Instituto Euvaldo Lodi Mato Grosso.

Projeto de mineração subterrânea terá investimento de US$ 382 milhões e deve iniciar operações em 2028, produzindo 111 mil onças de ouro por ano.

Produção das seis minas chegou a 82,1 mil onças equivalentes de ouro no trimestre, com expansão de Borborema e projetos de desenvolvimento subterrâneo em Almas apontando para 600 mil GEO anuais.

Crescimento impulsionado por aquisições estratégicas (MSG e Era Dorada), forte desempenho orgânico em Borborema e Almas, além de exploração agressiva com investimento de US$ 21,8 milhões e custo de descoberta entre os menores da indústria.

Acordo com DNIT permite que a companhia converta recursos minerais indicados em reservas prováveis, elevando a base de reservas para 1,5 milhão de onças de ouro, com vida útil estimada em 20,5 anos.

Recorde atingido no quarto trimestre, com crescimento de 5% sobre o trimestre anterior e perspectiva de alcançar 600 mil onças nos próximos anos com aquisições e desenvolvimento de Borborema.

Obra de pavimentação inclui construção de passagem molhada e beneficia comunidade de São Luiz, em Currais Novos, resolvendo problema histórico de deslocamento.

Licença obtida em 6 de janeiro de 2026 permite o início das obras preliminares do projeto de ouro subterrâneo localizado em Jutiapa, Guatemala.

Estudo de Viabilidade do Projeto Era Dorada, na Guatemala, projeta produção de 111 mil onças de ouro nos primeiros 4 anos e retorno do investimento em 2,82 anos.

A operação, que inclui três minas subterrâneas mecanizadas e uma a céu aberto com capacidade de processar 1,5 milhão de toneladas anuais, foi adquirida pela subsidiária da Aura, que planeja recuperar a produção e aumentar recursos e reservas.

Inscrições abrem até 19 de dezembro para estudantes e profissionais formados recentemente, com processo seletivo totalmente conduzido via WhatsApp e etapa final presencial nas unidades de Almas, Apoena, Borborema, Guatemala e México.

CEO apresentou iniciativas da empresa como reutilização de água residual em Currais Novos (RN) e projeto de viticultura em área minerada na América Latina.

CEO destaca a Cultura 360 como modelo de gestão que integra sustentabilidade e responsabilidade ambiental-social, com produção que ultrapassou 270 mil onças equivalentes de ouro em 2024.

Operação utiliza 100% água de reuso em parceria com a CAERN, evitando consumo de água nova em região de risco de desertificação, com investimento de R$ 45 milhões.

Transação elevou a participação da Aura para 18,22% das ações em circulação, ampliando sua presença na mineradora canadense.

A mineradora alcançou a maior receita da história com US$ 247,8 milhões no trimestre, impulsionada pelo início bem-sucedido da mina de Borborema e pela alta do preço do ouro a US$ 3.385 por onça.

A produção nos nove primeiros meses de 2025 atingiu 203.592 GEO, posicionando a mineradora no caminho para o guidance de 266.000 a 300.000 GEO para o ano.

A produção comercial da mina foi atingida em apenas seis meses após o início das operações, com a mineradora já extraindo mais de 10 mil onças do metal precioso.

Cancelamento será efetivo em 25 de setembro de 2025, consolidando a negociação das ações na Nasdaq, enquanto os BDRs seguem listados na B3.

Mineradora recebeu o Selo Prata no GHG Protocol por validar integralmente emissões de Escopos 1 e 2 de suas operações, com inclusão voluntária do Escopo 3 para cobrir toda a cadeia de valor.

Programa estruturado em duas fases com submissão de ideias via plataforma digital e avaliação por comitê de líderes, já sendo implementado com sucesso na unidade mexicana de Aranzazu.

Desempenho foi impulsionado pela valorização do ouro a US$ 3.185/oz e pela produção da mina Borborema, que iniciou operações no trimestre.

Decisão ocorre após a listagem das ações ordinárias na Nasdaq em julho de 2025 e busca consolidar a negociação no mercado norte-americano para ampliar a liquidez.

Revisão reflete registro nos EUA, recordes do ouro e possibilidade de elevação do rating nos próximos 12 meses com expansão de escala e integração de projetos.

IPO levantará US$ 196,4 milhões para financiar a aquisição da Mineração Serra Grande e o desenvolvimento do projeto Era Dorada no Brasil.

A oferta de 8,1 milhões de ações será liquidada em 17 de julho na Nasdaq, com código "AUGO", e os recursos financiarão a aquisição da Mineração Serra Grande e o desenvolvimento dos projetos Era Dorada e Matupá.

Oferta pública de ações será listada na Nasdaq sob o código "AUGO", com coordenação de BofA Securities e Goldman Sachs.

Investimento de C$ 600 mil em colocação privada eleva a participação da mineradora para 11,3% não diluída e 19,5% integralmente diluída da Altamira.

Produção veio em linha com o 2T24, com aumento de 9% a preços constantes, impulsionada pela mina de Almas que cresceu 22% no comparativo anual.

A mina subterrânea licenciada em Jutiapa, Guatemala, tem vida útil de 17 anos e produção média de 91 mil onças nos primeiros quatro anos.

Companhia solicitou listagem no Nasdaq sob o símbolo "AUGO", com Goldman Sachs e BofA Securities como coordenadores globais da operação.

Investimento foi destinado a programas de desenvolvimento socioeconômico em comunidades onde a mineradora opera, consolidado no 5º Relatório Anual de Sustentabilidade com certificação GRI.

Transação avaliada em US$ 76 milhões em caixa mais royalty de 3% sobre retornos futuros, com fechamento previsto para o terceiro trimestre de 2025.

Receita de US$ 161,8 milhões no 1T25 foi impulsionada principalmente pela alta de 39% no preço do ouro entre janeiro e março, além de aumento de 12% no EBITDA Ajustado sobre o trimestre anterior.

Resultado impactado por menores teores de minério e paradas para manutenção, mas empresa reafirma guidance de 266 mil a 300 mil onças para 2025 com estreia de Borborema.

Empresa ampliou os Recursos Medidos e Indicados em 1% e os Inferidos em 4%, com destaque para descobertas em Aranzazu e expansão em Apoena, que agora projeta sete anos de vida útil.

A mina deve atingir a produção comercial no terceiro trimestre de 2025 e se tornar a segunda maior operação da companhia, com TIR de 81,4% em base alavancada.

Mineradora atingiu 270 mil onças em 2024 e projeta ultrapassar 600 mil onças com entrada de novos projetos nos próximos anos.

Dividendo será pago em 14 de março de 2025 aos acionistas registrados, refletindo o Ebitda recorde de US$ 267 milhões obtido em 2024.

Com o depósito Cerro Blanco em Jutiapa, a mineradora adquire mais de 3 milhões de onças em ouro, além de um projeto geotérmico de 50 MW na Guatemala.

A produção alcançou 267,2 mil onças equivalentes de ouro (GEO), superando as metas anuais em todas as operações da mineradora, com destaque para Minosa (San Andrés), que registrou crescimento de 19% no ano.

Aura 360 é o nome da cultura adotada pela empresa, que investe em capacitação dos 1.300 colaboradores diretos e busca reduzir a alta rotatividade brasileira.

Transação inclui pagamento em dinheiro ou ações da Aura, além de contraprestação contingente de até C$ 0,2120 por ação, com fechamento previsto para 13 de janeiro de 2025.

Campanha de sondagem avança em três frentes — Pé Quente identificou seis alvos e uma nova zona mineralizada (Nilva Norte), Paiol aponta potencial para lavra subterrânea, e Aura Carajás delineia corpo mineral de sete quilômetros com teores mais altos de cobre.

A companhia atingiu 132,5 mil onças de ouro em apenas seis meses de 2024, caminhando para superar a meta anual de 270 mil onças com expansão dos projetos Borborema e Almas.

Produção de 68.246 onças de ouro equivalente no terceiro trimestre representou crescimento de 10% frente ao mesmo período de 2023, com destaque para os desempenhos de Almas e Minosa.

Transação adquire o projeto de ouro Cerro Blanco e o projeto geotérmico adjacente Mita, ambos na Guatemala, com pagamento estruturado em combinação de caixa, ações e valor contingente.

Crescimento foi puxado por Minosa (San Andrés), que registrou aumento de 18% no trimestre, e Almas, que se estabilizou após troca de contratista.

Seleção via WhatsApp é implementada pela primeira vez no setor de mineração, com inscrições acontecendo em tempo real na plataforma de conversa.

Debêntures passam de R$ 500 milhões com juros atrelados ao DI e spread entre 1,60% e 1,75% ao ano, com prazo de vencimento em seis anos.

Iniciativas implementadas em 2023 geraram redução de Capex graças a um programa de inovação descentralizado que recebe cerca de 500 ideias anuais dos funcionários.

Decisão visa ampliar o potencial geológico do projeto antes da construção, com meta de superar 450 mil onças de ouro nos próximos anos.

Crescimento impulsionado por melhoria operacional em Minosa e alta nos preços dos metais, com projeto Borborema previsto para iniciar produção no primeiro trimestre de 2025.

Iniciativa conta com seis vagas para cursos de Engenharia de Minas, Geologia, Engenharia Elétrica e Automação, com duração prevista de 12 a 24 meses na operação de Apoena.

A empresa alcançou 64.326 onças no trimestre, sendo a produção dos últimos 12 meses (266.583 GEO) o melhor resultado da história da companhia.

O desdobramento será na proporção de três BDRs para cada um em circulação, com negociação iniciando em 11 de julho.
