
Empresa ampliou os Recursos Medidos e Indicados em 1% e os Inferidos em 4%, com destaque para descobertas em Aranzazu e expansão em Apoena, que agora projeta sete anos de vida útil.
A Aura Minerals atualizou suas Reservas e Recursos Minerais (MRMR) referentes às quatro minas em operação: Aranzazu, Apoena, Minosa e Almas, e de seus projetos em desenvolvimento, como os projetos Borborema e Matupá. A Aura também promoveu atualizações nos seus modelos de MRMR, refletindo a incorporação de novos dados e reforçando a transparência operacional. As atualizações foram motivadas por atividades de perfuração exploratória, revisões das interpretações geológicas, adaptações nos métodos de mineração e nos planos de extração, bem como ajustes nos parâmetros econômicos, incluindo flutuações nos preços das commodities. Tais mudanças impactaram os teores de corte e a classificação das reservas. “Apresentamos os resultados de nossas atividades de exploração em 2024, bem como a atualização dos Recursos e Reservas Minerais (MRMR), consolidando mais um ano de sucesso na implementação de nossa estratégia. A Aura perfurou mais de 100.000 metros considerando todas as suas operações, investindo US$ 21,8 milhões em exploração e alcançando um custo de descoberta global bem competitivo de apenas US$ 22,00 por Oz”, disse Rodrigo Barbosa, presidente e CEO da Aura.
Segundo Barbosa, a Aura manteve as Reservas Provadas e Prováveis em 3,4 milhões de GEO, demonstrando a solidez do portfólio apesar da depleção natural, com um crescimento positivo das reservas em Apoena, que agora projeta uma vida útil de sete anos, compensando as reduções em outras operações. Os Recursos Medidos e Indicados cresceram 1%, impulsionados pelo sucesso obtido em programas de sondagem para conversão de recursos e expansão em Apoena e Almas. Os Recursos Inferidos tiveram um aumento de 4%, como resultado das descobertas nas áreas de Nosde-Lavrinha e nas novas zonas Esperanza e BW-Connection em Aranzazu. “Como potencial adicional, destacamos Matupá: sondagem em Pé Quente e Pezão, próximos ao nosso depósito X1, que resultaram em interceptações promissoras de grande tonelagem; Almas: promissores resultados em Paiol, demonstrando o potencial subterrâneo para estender a Vida Útil da Mina (LOM) de Almas; Borborema: evolução na realocação da estrada federal, o que deve aumentar significativamente as reservas minerais; Cerro Blanco: trabalhos em estágio inicial nos posicionam para mais crescimento de longo prazo, aguardando aprovações para iniciar as operações enquanto avançamos no feasibility study programado para o final de 2025; e Carajás: zonas mineralizadas confirmadas com mineralização do tipo IOCG. Atividades de sondagem estão planejadas para 2025 para melhorar a confiabilidade dos dados, enquanto os estudos metalúrgicos avançam para apoiar um PEA nos próximos anos”.
A estratégia da empresa é equilibrar a extensão da vida útil das minas a curto prazo com o foco no crescimento de longo prazo, avançando em alvos greenfield e brownfield, ao mesmo tempo em que busca aquisições estratégicas (M&A) para expandir sua base de recursos e reservas futura. As Reservas Minerais Consolidadas, de Probabilidade e Prova, foram mantidas e totalizaram 3.438k GEO, uma queda líquida anual de 3%, principalmente devido à maior depleção. As reduções líquidas de reservas nas minas Aranzazu, Almas e Minosa foram parcialmente compensadas pelos ganhos na mina Apoena. Já os Recursos Minerais Medidos e Indicados (M&I) aumentaram 1%, totalizando 6.443 mil GEO, impulsionados por um acréscimo de 57 mil onças de ouro nas minas Nosde-Lavrinha do complexo Apoena, mesmo após a depleção, refletindo a incorporação de novos resultados de sondagens realizadas entre 2023 e 2024, que ainda não haviam sido incluídos no modelo de longo prazo de 2023. A mina Almas também contribuiu com um aumento relevante de 72 mil onças de ouro (após a depleção).
Os Recursos Minerais Inferidos aumentaram 4%, alcançando 1.076k GEO, alavancados principalmente por um aumento de 118% nas onças de ouro dos Recursos Minerais Inferidos na Apoena em comparação a 2023, resultado do sucesso na exploração do corpo de minério Nosde-Lavrinha. Aranzazu também contribuiu com um aumento de 11% nos Recursos Minerais Inferidos em GEO em relação a 2023, apoiado pela adição das zonas Esperanza e BW-Connection.
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