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A investigação aprofundada de projetos minerários agora deve incluir conformidade ambiental e aceitação social como alicerce estratégico para viabilidade de longo prazo.

Painel realizado no 11º Seminário Mineração & Comunidades debate amadurecimento da agenda ESG e reafirma importância da licença social para operação no setor.

Debate no evento Mineração e Comunidades reuniu institutos e fundações — da Fundação Gorceix à AngloGold Ashanti — para defender a legitimidade institucional e parcerias estratégicas como diferenciais para projetos sociais em territórios minerários.

Debate reúne executivos de mineradoras para discutir o papel do ESG como fator de risco e sobrevivência, abordando licença social, segurança jurídica e fechamento de minas.

O fórum Brasil Mineral aborda ESG na prática, indicadores de desenvolvimento sustentável e premiação de trabalhos sobre mineração e comunidades nos dias 16 e 17 de junho.

Dados de monitoramento ambiental de um ano mostram níveis de poeira, ruído e vibração entre 350% e 560% abaixo dos limites legais estabelecidos pela CONAMA.

Iniciativa reconhece projetos de impacto socioambiental desenvolvidos por mineradoras em comunidades do entorno de operações, com vencedores revelados em junho em Belo Horizonte.

Iniciativa vai instalar internet gratuita em 11 comunidades rurais da região de Catalão e Ouvidor, beneficiando cerca de 990 pessoas com cursos de letramento digital.

Relatório divulga 100% de energia renovável, 87,7% de recirculação de água e R$ 52,5 milhões investidos em inovação, além de progressos nas reparações do Novo Acordo do Rio Doce.

Investimento de R$ 70 milhões no centro comunitário gerou 300 empregos durante a construção e oferecerá serviços gratuitos de saúde, educação e capacitação profissional para mais de 1,8 milhão de pessoas no estado.

Sétima edição da Chamada vai selecionar projetos em sete áreas artísticas, com inscrições abertas até 15 de maio e seleção envolvendo pareceristas externos e comissões internas.

Evento ocorre em 16 e 17 de junho de 2026 em Belo Horizonte com foco em ESG, licenciamento social e diálogo entre indústria mineral e comunidades impactadas.

Iniciativa recebeu 210 visitas com objetivo de reforçar transparência e dialogar com comunidades sobre segurança, tecnologia e meio ambiente nas operações.

Iniciativa reconhece projetos de sustentabilidade socioambiental em territórios mineradores, com cerimônia de premiação prevista para junho em Belo Horizonte.

Parceria combina expertise em licenciamento ambiental e gestão socioambiental com plataforma de governança digital para consolidar conformidade legal, requisitos ambientais e indicadores ESG em uma única arquitetura de controle.

Certificado válido até dezembro de 2028 incorpora simultaneamente referenciais brasileiro (ABNT PR 2030-1:2024) e internacional (ISO IWA 48:2024), alinhando operação a diretrizes globais de ESG e governança corporativa.

Mineradora e fabricante de fertilizantes fosfatados renova o Selo Mais Integridade, reconhecimento que atesta governança transparente e ética validado por comitê com CGU, Embrapa, Instituto Ethos e Febraban.

Inscrições vão até 30 de março de 2026, em cinco categorias voltadas a gestores de projetos socioambientais, de desenvolvimento, culturais e educativos em territórios mineradores.

Investimentos destinaram-se à nova planta em Irecê (BA) e à duplicação do Complexo Industrial de Luís Eduardo Magalhães, com metas que incluem reduzir em 50% a captação de água subterrânea e plantar 1.200 hectares de floresta de eucalipto até 2026.

Profissional com 20 anos de experiência em mineração e formação em universidades de ponta assume o cargo para alinhar operações do fundo às melhores práticas de ESG e responsabilidade social.

Aporte de R$ 500 milhões para a próxima década no município marca um dos maiores compromissos voluntários da mineração brasileira, com foco em saúde, educação e infraestrutura.

Operação utiliza 100% água de reuso em parceria com a CAERN, evitando consumo de água nova em região de risco de desertificação, com investimento de R$ 45 milhões.

Com mais de 75 anos de experiência, a companhia consolida sua unidade de negócio de mineração através do Projeto Aripuanã (MT), referência em práticas sustentáveis com recirculação de quase 100% da água e aproveitamento de rejeitos como enchimento de vazios.

O evento reuniu especialistas e representantes públicos para discutir regulação, boas práticas e plano de fechamento de minas, com destaque para a liderança de São Paulo na produção nacional de areia com 16,1 milhões de toneladas em 2023.

Anglo American venceu na categoria ESG (Grande Porte), enquanto Vale conquistou duas categorias (Inovação e Tecnologia e Crescimento), em premiação realizada há mais de 40 anos.

Estudo "Tracking the Trends 2025" identifica inteligência artificial, transformação digital e reconfiguração da liderança como imperativos para mineradoras enfrentarem incertezas geopolíticas e demandas por descarbonização.

Votação aberta ao público vai até 26 de setembro para escolher as melhores empresas em ESG, Crescimento, Inovação e Tecnologia, e Pesquisa e Prospecção Mineral.

Financiamento de até US$ 5 milhões da agência americana de desenvolvimento será aplicado em estudo de viabilidade, com operações previstas para 2028.

Parceria abrange cinco estados — Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Bahia — com portfólio que inclui perfuratrizes, carregadeiras e caminhões subterrâneos dotados de operação remota e monitoramento automatizado.

Mineradora recebeu o Selo Prata no GHG Protocol por validar integralmente emissões de Escopos 1 e 2 de suas operações, com inclusão voluntária do Escopo 3 para cobrir toda a cadeia de valor.

Apesar dos desafios em Mara Rosa, a produção de ouro atingiu 28.416 onças no primeiro semestre, com planos de recuperação já em andamento incluindo revisão completa da operação.

Iniciativa busca engajar toda a cadeia de fornecedores na redução das emissões indiretas (Escopo 3), que representam 78% do total de gases de efeito estufa da siderúrgica.

Mudança amplia atuação da empresa para todas as etapas do ciclo mineral, desde pesquisa até lavra, com expectativa de gerar renda e emprego na Bahia.
Empresa começou a produzir em julho com planta em Poconé (MT) que está sendo expandida de 1.500 para 2.200 toneladas/dia, com potencial para crescer rapidamente no portfólio.

Plano estratégico prevê também redução de 50% na captação de água subterrânea na unidade de Luís Eduardo Magalhães até 2025 e plantio de 1.200 hectares de floresta de eucalipto até 2026.

Resultado é fruto da adoção de práticas de referência global, incluindo 61% de conselheiros independentes e atuação transparente de canal de denúncias.
Em operação há 40 anos no Pará, o complexo é palco de iniciativas como o Projeto Memória Xikrin e um acordo histórico com o povo Xikrin do Cateté para fortalecer a licença social de operação.

Análise da Fundação João Pinheiro avalia impactos em Araçuaí e Itinga, apontando necessidade de governança pública e planejamento para que a mineração contribua efetivamente ao desenvolvimento sustentável da região.

Décima edição do evento acontece nos dias 27 e 28 de maio e debate como construir relacionamento sustentável entre mineradoras e comunidades, com foco nos aprendizados de Mariana.

Cinco categorias reconheceram iniciativas em comunicação, desenvolvimento de renda, valorização cultural, inclusão e conservação ambiental participativa, com mais de 80 inscrições no total.

Pela segunda vez consecutiva, a companhia alcança a máxima pontuação na avaliação da organização global de divulgação ambiental, com metas de descarbonização para 2030 aprovadas pela Science Based Target initiative.

Espaço interativo utiliza realidade aumentada e virtual para levar alunos a explorar processos de extração e beneficiamento de minerais.

Painel reuniu executivos de Kinross, Anglo American, Vale, Samarco, AngloGold Ashanti e outras mineradoras para debater as transformações ESG do setor durante o evento.

Relatório destaca produção de 9,4 milhões de toneladas em 2023, aumento planejado de 60% na capacidade até 2025 com investimento de R$ 3,6 bilhões e geração de até 3 mil novos empregos.

Padrão será adotado voluntariamente a partir de 2025, antecipando em dois anos o requerimento da CVM para divulgação de informações financeiras relacionadas à sustentabilidade.

Meta foi antecipada em dois anos com a entrada em operação do Sol do Cerrado, em Jaíba (MG), um dos maiores parques solares da América Latina com investimento de R$ 3 bilhões.

Iniciativa evitou a emissão de 47 mil toneladas de CO2 e atingiu 11,3% de taxa de reciclagem na América do Sul com novas tecnologias para estabilização de resíduos.

Memorando de Entendimento prevê desenvolvimento de um hub de CCS (captura e armazenamento de CO2) no Espírito Santo, integrando infraestrutura de ambas as empresas para descarbonizar a indústria siderúrgica e outros setores em larga escala.

O PAFEM prevê a recuperação de 260 mil m² do centro de Nova Lima com projeto Nova Vila, que gerará aproximadamente 350 empregos temporários diretos e 260 permanentes nos próximos três anos.

Desafio de inovação aberta busca recuperar metais e minerais de rejeitos de pirrotita, com propostas sendo avaliadas até agosto e vencedores premiados em setembro com CAD$ 25 mil cada.

A iniciativa, batizada de Sementes de Esperança, busca trazer nova oportunidade econômica para as comunidades locais através da viticultura, seguindo inspiração da experiência de Espírito Santo do Pinhal.

Estratégia adotada pela mineradora destaca a importância dos quatro pilares — colaboradores, companhia, meio ambiente e comunidades — com foco em comunicação ética e transparente nos projetos em Almas (TO) e Currais Novos (RN).

Parceria com a UFG desenvolveu rota híbrida inédita que combina pirometalurgia e hidrometalurgia para processar minérios marginais e ferruginosos, aumentando a produção de ferroníquel e gerando subprodutos como cobre, cobalto e manganês.

Tecnologia desenvolvida em parceria com a Universidade Federal de Viçosa reaproveita rejeitos da concentração de bauxita para recuperar solos minerados, eliminando a necessidade de barragens.

Método TDB (Tailings Dry Backfill) permite o preenchimento de cavas com rejeitos secados naturalmente, eliminando a necessidade de barragens de rejeito.

A unidade polimetálica no Mato Grosso empregará mais de 700 colaboradores, a maioria recrutada localmente, com foco em qualificação de mão de obra e desenvolvimento sustentável.

Empresa adota modelo de "Capex social" para elevar o IDH da região e cria programa de microcrédito de R$ 20 milhões para 10 mil mulheres, gerando potencial de 16 mil novos empregos.

Realizada nos dias 14 e 15 de junho na sede do Sindiextra/FIEMG, a 8ª edição do evento discutiu caminhos para uma convivência mais harmônica entre mineração e comunidades locais, com presença recorde de participantes presenciais e virtuais.

Evento reuniu discussões sobre ESG na mineração, transição energética e demonstração prática de operação telerremota de equipamento de perfuração realizada pela EroBrasil em profundidade de 1.400 metros.
