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Presidente executivo da ABCP e do SNIC, ele dirigiu o IBRAM quando o Instituto completou 30 anos; Brasil Mineral reproduz a entrevista que concedeu na ocasião.

Emissões de processo representam 60% do total da produção, e combinação de estratégias como substituição de clínquer e reaproveitamento de resíduos são essenciais para reduzir a pegada de carbono.

No acumulado até agosto, a indústria vendeu 45 milhões de toneladas, com o programa Minha Casa, Minha Vida representando 58% dos lançamentos imobiliários no segundo trimestre.

Plataforma RADAR CSCM será lançada em agosto com acesso público e gratuito, permitindo que empresas de mineração e cimento identifiquem fornecedores de máquinas e soluções tecnológicas por localização, categoria de equipamento e etapa do processo produtivo.

Com receita líquida de R$ 8,2 bilhões, a companhia cresceu 16% no segundo trimestre de 2026, sustentado por aumento de 6% nos volumes de vendas globais de cimento.

Propostas vinculantes chegam a mais de R$ 10 bilhões, com destaque para Huaxin Cement e consórcio Votorantim-Cementir, visando cumprir meta de arrecadação de até R$ 18 bilhões em 2026.

No acumulado de 2026, as vendas alcançaram 39 milhões de toneladas, impulsionadas pelo desempenho das regiões Norte e Nordeste.

Investimento de R$ 260 milhões na unidade de Xambioá ampliará a produção para 1,5 milhão de toneladas por ano a partir de julho de 2028.

Volume de vendas por dia útil cresceu 3,5% ante maio de 2025, sustentado pelo aquecimento do mercado imobiliário e pela aceleração de projetos rodoviários em pavimento rígido.

Acordo prevê desconto de 70% sobre o valor original de R$ 1,2 bilhão e compromissos com preservação de recursos hídricos e economia circular.

EBITDA ajustado cresceu 25% no período, com vendas globais de oito milhões de toneladas, impulsionadas pela diversificação geográfica e início de operação do novo moinho em Edealina (GO).

O crescimento de 2,2% em relação a abril de 2025 é impulsionado pelo mercado imobiliário aquecido e pelo programa Minha Casa, Minha Vida, que responde por 52% dos lançamentos, mas a confiança na construção recua diante da inflação e endividamento.

Recorde alcançou 160 mil toneladas de CP Fibro, reforçando a presença da companhia na indústria de fibrocimento com atuação em duas unidades brasileiras.

Março registrou alta de 9,1% nas vendas impulsionada pelo mercado de trabalho aquecido e pelo programa Minha Casa Minha Vida, que responde por mais da metade dos novos empreendimentos imobiliários.

Primeira etapa do plano foi homologada pelo 1º Juizado de Falências de São Paulo em dezembro de 2025, com reestruturação de debêntures e emissão de novos instrumentos de pagamento.

Redução foi alcançada através de automação dos controles de captação e educação ambiental dos funcionários, posicionando a empresa entre as cinco maiores cimenteiras do país em eficiência hídrica.

Resultado foi puxado para baixo pelo calendário reduzido e chuvas intensas no Sudeste e Centro-Oeste, mas o consumo por dia útil cresceu 4,5% e sinalizou demanda ainda aquecida.

Com R$ 5 bilhões investidos até 2028, a empresa dobra a produção de cimento em Edealina (GO), inaugura fábrica de argamassas e contrata energia eólica para alcançar mais de 90% de renovável em suas operações.

Crescimento impulsionado pelo aquecimento do mercado de trabalho, desemprego em mínima histórica e ganhos reais na renda das famílias brasileiras.

Investimento de R$ 200 milhões irá adicionar 1 milhão de toneladas à capacidade anual, com conclusão prevista para 2026.

Tecnologia evita emissão de 155 mil toneladas de CO₂ ao ano por meio do coprocessamento de resíduos em seus fornos, com biomassas e CDR respondendo por até 40% da energia térmica em algumas unidades.

Homologação do plano abre caminho para que a companhia reestruture seu capital e inicie novo ciclo de crescimento.

Desempenho é impulsionado principalmente pelo programa Minha Casa, Minha Vida, que cresceu 7,9% em lançamentos e 15,5% em vendas até novembro.

Retomada do Minha Casa, Minha Vida e investimentos em infraestrutura impulsionaram o crescimento, revertendo quedas dos anos anteriores.

Crescimento de 16% no Brasil foi impulsionado pela dinâmica positiva de volume de vendas e preços, com investimentos de R$ 831 milhões no trimestre focados em modernização e descarbonização.

Setor vai impulsionado por programas de habitação como o MCMV e investimentos em infraestrutura, especialmente em pavimentação de concreto.

Compra foi avaliada como estratégica para desbloquear o potencial da divisão, que agora pode receber investimentos substanciais sob gestão dedicada.

No acumulado de janeiro a setembro, as vendas chegaram a 50,3 milhões de toneladas, com perspectiva de crescimento de 2% projetada para o ano, impulsionada por programas habitacionais e investimentos em infraestrutura.

Plano revisado foi acordado com grupo substancial de credores financeiros e mantém os prazos de pagamento aos fornecedores, aguardando aprovação da Assembleia Geral de Credores.

Em agosto, o volume caiu 2,5% ante o mesmo mês de 2024, pressionado pela queda de 6,8% nos lançamentos imobiliários e pela redução de 15,5% nos lançamentos do Minha Casa, Minha Vida.

O novo forno, que utiliza tecnologia alemã de alta performance, ampliará a produção em 600 mil toneladas anuais de cimento e poderá substituir até 50% de combustíveis fósseis por fontes alternativas e renováveis.

Receita de R$ 7,5 bilhões no segundo trimestre foi impulsionada pelo crescimento de 3% em volume de vendas globais de cimento, que atingiram 9,3 milhões de toneladas.

Crescimento de 3,1% em julho é impulsionado pelo programa Minha Casa, Minha Vida e pela expansão do mercado de trabalho, mas juros altos e incerteza econômica começam a pressionar as expectativas do setor para os próximos meses.

Investimento será aplicado em ampliações em Nobres e Cuiabá, aumentando a capacidade de produção de cimento de 750 mil para 1,2 milhão de toneladas anuais, além de gerar mais de 150 empregos.

Acordo envolve contribuição de R$ 450 milhões em dinheiro e warrants que podem gerar até R$ 50 milhões adicionais, além de reestruturação da governança corporativa.

Programa oferece 28 vagas em seis fábricas do Brasil com duração de 18 meses e início em outubro de 2025.

Setor projeta ultrapassar 35% de substituição térmica até 2030, com investimentos de R$ 4 bilhões em adequações nas fábricas para alcançar neutralidade climática.

Nova unidade em Sorocaba terá capacidade de produção superior a 50 mil toneladas anuais com sistemas de automação avançada e soluções sustentáveis.

Projeto conecta cooperativas locais para fornecer resíduos orgânicos como combustível alternativo, elevando a taxa de coprocessamento de 13,51% em 2021 para 21,2% em 2024 na unidade de Bodoquena.

Receita global alcançou R$ 5,6 bilhões no primeiro trimestre, impulsionada pelo aumento de 2% no volume de vendas e demanda positiva no Brasil e Espanha, enquanto o lucro líquido ficou negativo em R$ 325 milhões.

Evento reunirá lideranças, pesquisadores e especialistas em junho de 2025, com foco em descarbonização, transição energética e inovações no setor.

Redução alcançada por meio de investimentos em coprocessamento, energias renováveis e desenvolvimento de tecnologias de captura de CO2, com meta de neutralidade em carbono até 2050.

Investimento de R$ 3,2 bilhões reforça a estratégia de descarbonização e modernização das fábricas brasileiras, com R$ 1,9 bilhão já em execução até 2028.

Plano apresentado inclui negociações com detentores de Senior Notes 2024 e disponibiliza documentos financeiros para reorganização da companhia.

Crescimento de 5,3% em janeiro aponta demanda aquecida, mas pressões inflacionárias, alta de juros a 13,25% e inadimplência limitam a projeção para o ano a apenas 1% de expansão.

O sistema, desenvolvido internamente, economizou 66 GWh desde sua implementação entre 2019 e 2023, gerando aproximadamente R$ 22 milhões em redução de custos.

Projeto será desenvolvido pela Circlua em Carajás com capacidade de três mil toneladas diárias, utilizando tecnologia que dispensa clínquer e energia renovável para reduzir emissões de CO2.

Investimento de R$ 3 bilhões em duas plantas (cimento e calcário) deve gerar 15 mil empregos durante as obras e mais 3 mil após a implantação no Paraná.

Vendas acumulam 60 milhões de toneladas no ano, impulsionadas pela expansão do Minha Casa, Minha Vida, mas pressões inflacionárias e aumento de juros reduzem confiança do setor para os próximos meses.

Processo de exclusividade encerrou automaticamente após InterCement ingressar com pedido de recuperação judicial em 3 de dezembro.

Exclusividade é prorrogada até dezembro, condicionada à manutenção do plano de recuperação extrajudicial da empresa de cimentos.

No terceiro trimestre, a receita atingiu R$ 7,6 bilhões e as vendas globais de cimento somaram 10 milhões de toneladas, com EBITDA ajustado de R$ 2,2 bilhões.

Proposta dobra pagamento aos credores trabalhistas e conta com reativação de duas fábricas previstas para 2025.

Recorde alcançado no forno 1 da fábrica de Cezarina (GO) via projeto Venturi e incorporação de pneus ao mix de combustíveis alternativos, reduzindo emissões de gases do efeito estufa e fortalecendo a economia circular.

Prazo de exclusividade foi estendido até 16 de outubro, mantendo a possibilidade de aquisição de 100% da cimenteira e suas subsidiárias.

Plano foi aprovado por credores representando mais de 1/3 do endividamento e depende da venda de participações societárias, ativos e operações a um terceiro investidor ainda em negociação.

Investimento de R$ 43 milhões em uma planta que produzirá 250 toneladas anuais de combustível renovável para a indústria de cimento, com operação prevista até 2027.

Lucro líquido cresceu 10% no trimestre para R$ 515 milhões, enquanto investimentos somaram R$ 679 milhões focados em modernização de fábricas e redução de emissões.

Comprador é empresa chinesa de materiais de construção e requer aprovações de autoridades regulatórias na China, Tunísia e do bloco econômico Comesa.
