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A produção anual chegou a 9.150 toneladas, impulsionada pela melhoria operacional que permitirá adiar a parada anual do forno para meados de 2026.

Programa ATM será conduzido pela HC Wainwright & Co. e permitirá que a empresa acesse os mercados de capitais de forma oportunista para capital de giro.

Oferta foi acompanhada de financiamento de US$ 6 milhões do Arias Resource Capital Fund III LP para sustentar operações da subsidiária LVMSA até 2026.

A companhia canadense captará recursos para pagamento de credores brasileiros e fornecedores da mina Maracás Menchen, buscando retomar a produção que vem sendo afetada pela falta de capital.

Acordo com cinco bancos brasileiros adia pagamento do principal até março de 2026, condicionado à captação de C$ 30 milhões até novembro deste ano.

Aumento de 50% nas tarifas sobre importações brasileiras para os EUA, imposto em agosto, impacta contratos de vanádio de alta pureza e força a empresa a buscar renegociação com clientes americanos.

Carta vinculativa prevê investimentos de até US$ 2 bilhões em três anos para financiar exploração e desenvolvimento do Projeto de Vanádio Itaituba, com planos de listagem em bolsa de valores.

Redução de custos alcançou 24% por libra vendida, enquanto EBITDA ajustado triplicou para US$ 2,7 milhões no período.

Empréstimo de US$ 6 milhões junto à ARG International AG, com prazo de seis meses e juros anualizados de 15%, tem como objetivo fortalecer a liquidez durante a queda prolongada nos preços do vanádio.

Com EBITDA ajustado de US$ 71 milhões (alta de 79%), a empresa reforça liderança em materiais críticos e avança em projetos de lítio na Alemanha e vanádio na Arábia Saudita.

Produção de pentóxido de vanádio (V₂O₅) recuou para 2.256 toneladas em relação ao ano anterior, enquanto a empresa avança na recuperação de operações e fecha acordo estratégico para baterias de fluxo nos EUA.

A recuperação operacional alcança marco em maio, com pentóxido de vanádio em 835 toneladas e planos para 9.500 a 11.500 toneladas em 2025.

Prejuízo líquido de US$ 9,2 milhões foi impulsionado pela queda de 26% nas receitas (de US$ 42,2 para US$ 28,2 milhões) e pelo colapso de 26% no volume de vendas de V2O5 (de 2.765 para 2.046 toneladas).

Vendas trimestrais atingiram 3.033 toneladas de pentóxido de vanádio, impulsionadas por contrato de fornecimento de estoque e material comprado, apesar da queda de 21% no preço internacional.

Investimento abrange construção de planta de pigmento TiO₂ em Camaçari com capacidade de até 100 mil toneladas anuais, além da expansão das operações de ilmenita e vanádio até 2054.

Empresa produziu 3.072 toneladas de V2O5 no trimestre, marcando o maior volume em sete trimestres, enquanto também acelerou a planta de concentração de ilmenita em 90%.

Francesco D'Alessio, que estava desde 2019 na empresa, assume a função estratégica para capitalizar a demanda crescente do metal, projetada a aumentar mais de 500% até 2050.

A queda de 38% nos preços do vanádio no período, combinada com custos operacionais elevados por manutenção planejada, resultou em prejuízo líquido de US$ 13,0 milhões no primeiro trimestre.

Iniciativas incluem aumento de 22% na capacidade de britagem e redução de 20% no número de empreiteiros, com economia esperada de R$ 48 milhões em despesas operacionais até o final de 2024.

Produção chegou a 9.681 toneladas no ano, mas empresa acumula prejuízo de US$ 32,4 milhões impactada por queda de 22% nos preços europeus do V2O5.

Joint venture com participação 50/50 da Stryten Energy busca integrar verticalmente a cadeia de suprimento de vanádio e produção de eletrólitos nos EUA para atender o mercado de armazenamento de energia de longa duração.

Produção de pentóxido de vanádio (V2O5) atingiu 2.768 toneladas no quarto trimestre, com recuperação global de 79,4%, enquanto empresa amplia planta de ilmenita e projeta vendas de 8.500 a 10.500 toneladas do material em 2024.

A nova planta de ilmenita concentrada atingiu 1.050 toneladas entre agosto e setembro, enquanto a produção de pentóxido de vanádio recuou frente ao ano anterior.

Processo formal avaliará fusões, aquisições, parcerias e oportunidades de financiamento para a subsidiária Largo Clean Energy Corp., que oferece tecnologia patenteada de baterias de fluxo de vanádio.

Receita caiu para US$ 53,1 milhões no 2T/2023, afetada pela queda nos preços do V2O5 e vendas mais fracas, apesar da demanda da indústria aeroespacial e das perspectivas de crescimento no armazenamento de energia.

Vendas de pentóxido de vanádio chegaram a 2.849 toneladas com receita de US$ 57,4 milhões, impulsionadas por preços mais altos, apesar de desafios climáticos nas operações de mineração.

Diretora independente com mais de 25 anos de experiência em mercados financeiros e conhecimento aprofundado do setor de metais, ela atuou recentemente no conselho da Largo Physical Vanadium Corp. durante sua fundação.

Álvaro Resende, ex-diretor de Operações da Largo Vanádio de Maracás, assume o cargo de COO da mineradora, enquanto Célio Vitor Pereira Marques, com experiência em projetos de capital na Anglo American, passa a liderar a unidade baiana.

Receita cresceu 16% em 2022 impulsionada pela alta dos preços do vanádio, mas a produção ficou 6% abaixo do esperado; empresa planeja aumentar em 10% a entrega de minério em 2023.

Daniel Tellechea, membro do Conselho desde 2015, assume como CEO interino e recoloca as operações de vanádio no Brasil como prioridade, enquanto a companhia busca um executivo permanente.

Produção anual atingiu 10.436 toneladas de V2O5 em 2022, com preços na Europa subindo 18% no trimestre e chegando a US$ 10,08 por libra em janeiro de 2023.

Eleita Empresa do Ano do Setor Mineral 2022 na categoria Governança Social, a mineradora gera mais de mil empregos em seus empreendimentos e destina 58% de suas compras para fornecedores baianos.

Planta de beneficiamento de ilmenita em Maracás será seguida por fábrica de pigmento em Camaçari, com produção de 120 mil toneladas anuais visando suprir dois terços do consumo brasileiro.

Custos operacionais subiram 42% no terceiro trimestre de 2022, impactado por pressões inflacionárias e desafios na cadeia de suprimentos.

Produção de 962 toneladas de V2O5 de alta pureza no trimestre marcou o melhor resultado da empresa até o momento, apesar de impactos operacionais.

Listagem ocorre na bolsa canadense TSXV sob o símbolo VAD, permitindo que investidores tenham exposição direta ao metal fundamental para baterias de armazenamento de energia limpa.

A operação qualificada permite que investidores tenham acesso a um novo veículo para investir em vanádio físico, com ações negociadas sob o símbolo "VAND".

Memorando com a Ansaldo Green Tech prevê negociações por 150 dias para viabilizar fabricação e comercialização de baterias de fluxo redox em mercados europeus, africanos e do Oriente Médio.

No segundo trimestre de 2022, a produção alcançou 3.084 toneladas de V2O5, com recorde mensal de 1.168 toneladas em maio, e preço médio de US$ 11,08 por libra na Europa.

Cobre liderou a pauta mineral estadual com 38,42% da produção, enquanto Jaguarari se destaca como principal município produtor e arrecadador da CFEM.

Preços mais fortes do minério elevaram a receita por libra vendida em 34%, mas a produção foi revisada para baixo devido a desafios logísticos globais e inflação.

Fusão envolverá a Largo Physical Vanadium Corp e a Column Capital Corp, com conclusão prevista após aprovações regulatórias da TSX Venture Exchange.

Receita saltou 65% impulsionada pela alta de 49% no preço médio do vanádio, que atingiu US$ 7.98 por libra.

Holding de vanádio físico listada publicamente buscará comprar e manter o minério para abastecer as baterias VCHARGE da empresa e criar alternativa de investimento segura em bolsa para o mercado.

Executive com experiência em tecnologia de alto crescimento e energia distribuída irá liderar a divisão de energia limpa no desenvolvimento de baterias de fluxo redox de vanádio.

Queda atribuída a comissionamento de novos fornos no primeiro trimestre e fortes chuvas no quarto trimestre de 2021 na operação brasileira.

Lucro básico por ação foi de $ 0,14 e a receita de US$ 53,9 milhões, 96% superior ao terceiro trimestre de 2020.

Com a mudança de nome, a Largo formaliza seu foco no desenvolvimento em escala de tecnologia de armazenamento de energia.

A previsão de lucratividade da empresa é impulsionada pela produção expandida de V2O5 e fluxos de caixa incrementados.

As vendas da companhia alcançaram 2.685 toneladas de V2O5, um aumento de 16%.

Companhia concluiu as atividades de comissionamento e ramp up associadas às atualizações do forno e resfriadores.

Projeto na Espanha tem comissionamento esperado no quarto trimestre de 2022.

A Companhia protocolou o prospecto para substituir o anterior, que expirou em março de 2021.
