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Departamento de Guerra dos EUA eleva aporte a R$ 3,9 bilhões e destrava a compra da Serra Verde
24 de agosto, 2026
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Recursos serão destinados a sete projetos de processamento, fabricação e reciclagem de materiais críticos, fortalecendo a cadeia de suprimentos americana e reduzindo dependência de fontes estrangeiras.

Projeto de Fase I da subsidiária Aclara Technologies visa otimizar a separação de terras raras a partir de múltiplas fontes usando IA, reforçando a cadeia de suprimentos de minerais críticos norte-americana.

Apenas rochas beneficiadas na NCM 6802.99.90 estão isentas, deixando granitos, mármores e outras classificações sujeitas à tributação, o que afeta 23,1% das vendas ao mercado americano.

Financiamento apoiará até cinco projetos em parceria com concessionárias de serviços públicos americanas, cada um exigindo US$ 1 bilhão em capital próprio para acelerar a construção de reatores AP1000.

Relatório do USTR recomenda tarifas sobre produtos como censura digital, protecionismo e desmatamento, com decisão final prevista para 15 de julho.

Fusão com a USA Rare Earth inclui contrato de 15 anos com agências dos EUA que garante preços mínimos para disprósio e térbio, destrancando investimentos futuros na operação.

Planta piloto nos EUA vai validar a tecnologia proprietária de separação e gerar dados para a futura instalação em escala industrial na Louisiana, utilizando carbonatos de terras raras do Brasil e Chile.

Memorando de entendimento prevê cooperação mútua em pesquisa e capacitação, com oferta de até US$ 600 milhões em financiamento pelos EUA para projetos em andamento no Brasil.

Agência americana destinou US$ 12 bilhões para financiar mineradoras brasileiras na extração e processamento de minerais críticos, exigindo acordos de venda para os EUA e conformidade ESG.

Secretário de Estado Adjunto americano admite que os EUA financiarão projetos de refino no Brasil através da DFC, com dois já em andamento: Serra Verde e Aclara.

O Projeto Vault combinará capital privado com empréstimo do Banco de Exportação e Importação americano para adquirir e armazenar minerais estratégicos, reduzindo a dependência dos EUA de fornecedores chineses.

Segundo especialista, conflito elevaria preços de energia e minerais, além de desmantelar a OTAN e fortalecer a aliança sino-russa.
Trump dá prazo de 180 dias aos países fornecedores para negociar, buscando reduzir a dependência dos EUA que é total para 12 minerais críticos e superior a 50% para outras 29 commodities.

Negociação envolve canalizar capital norte-americano para projetos de produção de minerais estratégicos como terras raras, com modelo semelhante ao acordo EUA-Austrália.

Diretiva do Secretário do Interior acelera revisão de projetos e orienta mapeamento de rejeitos em terras federais para identificar locais ricos em minerais essenciais como telúrio, zinco, germânio e elementos de terras raras.