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Decisão da Vice-Presidência do TRF-1 mantém válidos os licenciamentos do Projeto Potássio Autazes, consolidando a segurança jurídica para sua implantação no Amazonas.

Contrato com a Fictor Energia prevê linha de transmissão de 164 km com 80% de energia renovável, viabilizando o início da produção em julho de 2029 com capacidade de suprir até 20% da demanda brasileira.

Subsidiária da Brazil Potash contratou a Ecology Suporte Ambiental para atividades de resgate e realocação de fauna na área do Projeto Potássio Autazes, condição ambiental prévia à supressão de vegetação.

Liberação autoriza a escavação de dois poços profundos (Shafts) de acesso à mina subterrânea, marcando o avanço para uma fonte nacional de fertilizante de potássio e fortalecimento da segurança alimentar agrícola do país.

Acordo estabelece estrutura colaborativa entre o Projeto Potássio Autazes e as comunidades indígenas Mura, incluindo o programa "Plano Bem Viver Mura" de desenvolvimento sustentável.

O IPO na bolsa de Nova York vai financiar o projeto Autazes, orçado em US$ 2,5 bilhões, que terá capacidade de produção de 2,2 milhões de toneladas de cloreto de potássio por ano.

A subsidiária da Brazil Potash Corp. já recebeu 12 licenças e autorizações de instalação do IPAAM, podendo iniciar obras de construção da mina, planta de processamento e porto na região de Autazes.

Com investimento de US$ 2,5 bilhões, o empreendimento gerará 2,6 mil empregos na construção e produzirá 2,2 milhões de toneladas anuais de cloreto de potássio, equivalente a 20% do consumo brasileiro.

Povo indígena discute com o MPI e a Funai o acompanhamento ambiental do projeto de exploração de potássio em Autazes, que está sob análise do IPAAM.

Assembleia Geral do povo Mura aprovou a implantação do Projeto Potássio Autazes, com o apoio de 36 aldeias que representam cerca de 12 mil indígenas do município.

Suspensão atende a pedido do Ministério Público Federal que questiona violação de direitos indígenas, consulta insuficiente às comunidades e falta de estudos técnicos sobre impacto ambiental e social.

Investimento de US$ 2,5 bilhões viabilizará extração subterrânea de cloreto de potássio a 800 metros de profundidade, com capacidade de 2,4 milhões de toneladas anuais.

Acordos incluem compra mínima de 500 mil toneladas anuais e transporte de toda a produção (2,4 milhões de toneladas por ano) durante 15 a 17 anos, reduzindo a dependência brasileira de importação de potássio.

Potássio saltou de US$ 196 milhões para US$ 576 milhões em receita, enquanto fosfato passou de US$ 465 milhões para US$ 672 milhões na mesma comparação anual.

Investimento de US$ 2,1 bilhões visa extrair silvinita em Autazes, gerando 2.600 empregos diretos na fase de construção e 1.300 na operação.
