Brazil Potash recebe apoios em diversas áreas para avançar em Autazes

Decisões judiciais favoráveis, sanção do Profert e contratação de engenharia FEED marcam avanço rumo à construção do projeto em Autazes, com previsão de início de operações em 2027.
A Brazil Potash avançou que obteve uma série de marcos legais, legislativos e de engenharia nos últimos meses para avançar com o projeto Potássio Autazes no Estado do Amazonas. “Temos avançado com o Projeto Potássio Autazes nas frentes comercial, técnica e jurídica, e os acontecimentos dos últimos meses só fortaleceram nosso impulso”, disse Matt Simpson, Diretor Executivo (CEO) da Brazil Potash. “As decisões favoráveis dos tribunais brasileiros, a sanção do Profert e a contratação de nossos pacotes de Projeto de Engenharia Básica (FEED) reforçam nosso avanço constante rumo à construção”.
O presidente Lula sancionou o Profert (legislação pró-fertilizantes) sem vetos, preservando integralmente suas disposições fiscais conforme aprovadas pelo Congresso. Combinado com o benefício da SUFRAMA já anunciado pela Brazil Potash, o Profert tem o potencial de proporcionar : Redução relevante nos custos de construção por meio de créditos tributários sobre a produção ; Financiamento de construção administrado pelo BNDES, criado para fortalecer a independência do Brasil em minerais críticos e fertilizantes e um novo piso de conteúdo nacional para fertilizantes vendidos no Brasil, criando uma base de demanda para a produção prevista do Projeto Potássio Autazes, começando em 2% em 2027 e subindo para 10% até 2037.
O vice-presidente Geraldo Alckmin anunciou em agosto R$ 4 bilhões em recursos adicionais administrados pelo BNDES e apoio de capital de giro para a indústria de fertilizantes do Brasil, como parte de um pacote mais amplo de R$ 18,5 bilhões. No mesmo mês, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) rejeitou recurso contra decisões judiciais relativas ao Projeto Potássio Autazes, cumprindo decisões anteriores que confirmam as licenças ambientais do Projeto e o processo de consulta aos povos indígenas, enquanto o Supremo Tribunal Federal rejeitou uma petição separada que buscava suspender as atividades de construção do Projeto Potássio Autazes, mantendo válidas as decisões judiciais favoráveis e as licenças vigentes para o projeto.
A Brazil Potash também avançou em diversas frentes de prontidão para a construção ao longo do verão (hemisfério norte). A empresa iniciou a cobertura de engenharia FEED para todo o projeto, contratando a WSP UK Ltd. e a Redpath Deilmann para o escopo do poço de mina e desenvolvimento construído, somando-se à Wood e à Promon Engenharia nas instalações de superfície, com conclusão prevista para o início do 2º trimestre de 2027, pré-requisito fundamental para o financiamento da engenharia de construção, iniciou programas de treinamento no local, aumentando o impulso da força de trabalho antes da construção prevista, avançou nos acordos de perfuração geotécnica, essenciais para finalizar o projeto de escavação dos poços, além de receber propostas de BOOT cobrindo toda a energia prevista para a construção e novas visitas de investidores ao local, dando continuidade à diligência prévia de terceiros sobre a dívida de construção. “Cada etapa concluída elimina uma camada de risco do Projeto”, acrescentou Simpson. “Estamos ansiosos para compartilhar atualizações à medida que continuamos avançando com o Projeto Potássio Autazes”.
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