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POTÁSSIO DO BRASIL

TRF-1 manteve válidas decisões que reconhecem a regularidade do licenciamento

Por Redação Brasil Mineral•
TRF-1 manteve válidas decisões que reconhecem a regularidade do licenciamento

Decisão da Vice-Presidência do TRF-1 mantém válidos os licenciamentos do Projeto Potássio Autazes, consolidando a segurança jurídica para sua implantação no Amazonas.

A Vice-Presidência do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) decidiu não admitir recursos especial e extraordinário apresentados pelo Ministério Público Federal (MPF), pela Organização das Lideranças Indígenas Mura do Careiro da Várzea (OLIMCV) e pela Comunidade Indígena Lago do Soares, impedindo que os questionamentos fossem encaminhados ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) e ao Supremo Tribunal Federal (STF).

A decisão mantém em vigor os entendimentos já firmados pela 6ª Turma do TRF-1 em processos relacionados ao empreendimento, considerado um dos mais relevantes projetos de fertilizantes em desenvolvimento no Brasil. Entre os pontos preservados estão o reconhecimento da regularidade do processo de consulta realizado junto ao povo Mura, a competência do Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM) para conduzir o licenciamento ambiental e a validade das licenças ambientais concedidas ao projeto.

Segundo a Vice-Presidência do tribunal, os recursos apresentados não preencheram os requisitos processuais necessários para seguirem às instâncias superiores. Com isso, as decisões anteriormente proferidas pela 6ª Turma permanecem produzindo efeitos.

Para a Potássio do Brasil, empresa responsável pela implantação do empreendimento no município de Autazes (AM), o resultado representa mais um passo na consolidação da segurança jurídica necessária para a continuidade do projeto.

“Essas decisões reforçam a sólida base jurídica sobre a qual estamos avançando com o Projeto Potássio Autazes. Continuamos plenamente comprometidos com o desenvolvimento responsável do Projeto e em continuar trabalhando de forma colaborativa com todas as partes interessadas à medida que avançamos em direção à construção”, afirmou Sergio Leite, presidente da Potássio do Brasil.

As decisões agora anunciadas não revisitaram o mérito das controvérsias discutidas anteriormente. O exame realizado pela Vice-Presidência limitou-se à análise dos requisitos de admissibilidade dos recursos, concluindo que não havia condições processuais para seu encaminhamento ao STJ e ao STF.

O novo capítulo judicial soma-se a uma sequência de decisões favoráveis obtidas pelo empreendimento no âmbito do próprio TRF-1. De acordo com a empresa, as principais discussões envolvendo o licenciamento ambiental e o processo de consulta indígena já foram analisadas de forma reiterada pelo tribunal regional, resultando em manifestações que respaldam a continuidade do projeto.

Embora a legislação brasileira ainda permita a adoção de medidas processuais contra as decisões de inadmissibilidade, como a interposição de agravos, a companhia avalia que o cenário atual fortalece a estabilidade jurídica do empreendimento e contribui para o avanço das próximas etapas de desenvolvimento do Projeto Potássio Autazes.

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