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Meta global de 2030 foi atingida antecipadamente através de programas estruturados de desenvolvimento técnico e liderança para mulheres nas operações brasileiras.

Pesquisa da 5ª edição revela que participação feminina em cargos executivos e conselhos avançou, mas mulheres negras e pardas seguem drasticamente sub-representadas nas carreiras de liderança.

Programa ELLA da mineradora recebeu mais inscrições que vagas disponíveis, demonstrando alto interesse das colaboradoras em desenvolvimento profissional e protagonismo.

Primeira edição do programa abre inscrições dia 18 de agosto com 50 vagas para cursos de Eletricista e Mecânico de Manutenção Industrial, realizado em parceria com o Senai.

Edição de 2024 do evento debateu a presença feminina no mercado de trabalho da mineração, reunindo profissionais de diferentes áreas para compartilhar experiências e motivar outras mulheres.

Iniciativa busca atingir meta de 30% de mulheres em posições de liderança até 2030, com oportunidades em produção, qualidade, manutenção, vendas e áreas administrativas.

A executiva brasileira, que está na empresa há 11 anos e foi CFO no Brasil antes de se transferir para Londres, torna-se a primeira mulher no cargo de CEO da companhia no país.

Setor mineral avança em representatividade feminina: de 13% em 2020 para 17% em 2024, com empresas como Vale e Anglo American estabelecendo metas ambiciosas para liderança feminina e afrodescendência.

Mulheres compõem 57% dos estudantes de graduação no Brasil, mas na mineração a participação feminina chega a apenas 15%, segundo relatório recente.

Seleção oferece 15 postos de trabalho em Paracatu (MG) para operação de equipamentos móveis, com inscrições até 28 de fevereiro.

Pesquisa da McKinsey revela que empresas com diversidade de gênero e étnica aumentam lucros em até 35%, evidenciando o retorno do investimento em DEI.

Segundo o Confea, mulheres engenheiras representavam 19,3% da profissão em 2022, ante 18% em 2018, refletindo maior presença feminina também nos cursos superiores da área.

Empresa aderiu ao Movimento Mulheres na Mineração e tem como meta ampliar esse percentual com programas de inclusão de gênero e acesso a cargos de liderança.

Levantamento em oito estados aponta que 96% das vítimas são mulheres, com mais da metade entre 15 e 17 anos, agravado pela extração mineral ilegal em terras indígenas.

Força de trabalho feminina no setor ainda é de apenas 15%, mas o Instituto defende meta de dobrar essa participação e atingir 35% em posições de liderança até 2030.

Adesão marca compromisso da companhia de atingir 30% de mulheres em seus quadros funcionais até 2030 e ampliar a equidade de gênero na cadeia de valor.

Inscrições para o Programa Pertencer vão até 27 de fevereiro, com aulas teóricas em São Paulo e práticas em 12 cidades, incluindo possibilidade de efetivação.

15% da força de trabalho na indústria mineral é composta por mulheres, um crescimento de 2% na comparação com 2020.

Doutora em Direito Ambiental e Minerário pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Flavia está na Buritirama desde 2015.

As inscrições são abertas até 24 de agosto, e as candidatas precisam ter disponibilidade para mudança e início de trabalho imediato.

A iniciativa, iniciada em 2020, visa mostrar o sucesso da presença feminina em áreas técnicas, operacionais e de gestão na empresa.

O processo seletivo ocorre entre julho e outubro e será dividido em cinco etapas.

