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Relatório da WIM Brasil revela que mulheres representam 22% da força de trabalho no setor mineral, mas governança de DEI atinge menor índice em cinco anos.

Premiação recebeu 18.113 votos e apresenta sete categorias, incluindo a nova "Mulher que Atua Fora do Brasil", com entrega prevista para outubro em Salvador.

Programa oferece capacitação gratuita para mulheres maiores de 21 anos, residentes na região, com promessa de contratação para as melhores alunas na mineração local.

Debate discute atualização do artigo 301 da CLT para permitir que mulheres trabalhem em minas subterrâneas, alinhando o país às práticas de Canadá, Austrália, Chile e África do Sul.

Segundo ano da premiação tem sete categorias, incluindo uma nova dedicada a mulheres atuantes no mercado minerário internacional, e será entregue durante a Exposibram em outubro.

Diretora de Cultura, Talento e Desenvolvimento da AngloGold Ashanti Latam assumiu o cargo voluntariamente para impulsionar a equidade de gênero e a inclusão de todas as diversidades no setor mineral.

Primeira mulher a receber o título em 113 anos de história da Escola de Engenharia, marcando também o reconhecimento de sua trajetória na promoção de equidade de gênero e na integração entre mineração e sustentabilidade ambiental.

Relatório mostra avanços em programas de DEI e igualdade salarial, mas alerta para a queda de mulheres em conselhos administrativos (de 30% para 11%) e a necessidade de maior inclusão em cargos de liderança.

Pacto prevê promoção de equidade de gênero em cargos de liderança e capacitação técnica de mulheres, buscando aumentar a participação feminina de 32% para patamares mais altos nos setores de energia e mineração.

A iniciativa funciona como piloto, conectando mentoras experientes com mulheres indicadas por empresas patrocinadoras, com inscrições abertas até 21 de julho.

Especialista em comportamento humano explica por que a retenção de mulheres no setor caiu 16 pontos percentuais em 2023, apesar do aumento nas contratações.

Ana Sanches, presidente da Anglo American Brasil, torna-se a primeira mulher a presidir o Conselho Diretor do IBRAM, consolidando avanços em representatividade feminina no setor.

Documento reúne histórico da data, boas práticas e ações para evitar, além de orientações sobre linguagem inclusiva e apoio do WIM Brasil à luta das mulheres no setor mineral.

Iniciativa liderada por Ana Cunha e Laura Queiroz mapeia atuações de mulheres negras no setor e busca ampliar oportunidades de crescimento e representatividade na mineração brasileira.

Dados do WIM Brasil revelam que a Fênix DTVM conseguiu elevar essa participação para 41% de mulheres em seu quadro de funcionários.

Setor mineral avança em representatividade feminina: de 13% em 2020 para 17% em 2024, com empresas como Vale e Anglo American estabelecendo metas ambiciosas para liderança feminina e afrodescendência.

Ação realizada por Fênix DTVM e Swiss Better Gold Association nas mineradoras da baixada cuiabana busca ampliar a participação feminina em um setor historicamente dominado por homens.

Mulheres compõem 57% dos estudantes de graduação no Brasil, mas na mineração a participação feminina chega a apenas 15%, segundo relatório recente.
