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Crescimento foi impulsionado por teores de minério mais elevados, enquanto receita líquida totalizou US$ 908 milhões, alta de 28% ante o ano anterior.

EBITDA Proforma atingiu US$ 4,1 bilhões, com crescimento de 3% na produção de minério de ferro e aprovação de dividendos de US$ 1,701 bilhão para setembro.

Ebitda Ajustado cresceu 17% no trimestre, atingindo R$ 761 milhões, com destaque para a implantação da nova planta de injeção de carvão pulverizado em Ipatinga.

Resultado impulsionado pelo aumento de 31% na receita de alumínio, com destaque para a retomada das operações da fundição de Alumar no Brasil e de outras unidades internacionais.

Importações superaram exportações em US$ 1,609 bilhão no mês, enquanto emprego recua 0,8% e setor acumula queda de faturamento de 13,9% nos cinco primeiros meses do ano.

A subsidiária Vale Base Metals passará a contribuir com aproximadamente 28% do EBITDA consolidado da companhia no longo prazo, conforme nova estimativa baseada em preços médios de 2026.

A redução da dívida foi alcançada com margem bruta recorde de 61% e geração de receitas de US$ 42 milhões no trimestre.

Produção chegou a 72,6 mil toneladas no trimestre, enquanto EBITDA saltou para R$ 44,1 milhões com margem em recuperação.

Na Mineração, alcançou o melhor resultado operacional de sua história, enquanto investimentos alcançaram R$ 5,9 bilhões em 2025 acompanhando a evolução dos projetos da P15.

EBITDA Proforma cresceu 3% em 2025, chegando a US$ 15,9 bilhões, com destaque para a produção de cobre e níquel em níveis recordes desde 2018.

Crescimento de 16% no Brasil foi impulsionado pela dinâmica positiva de volume de vendas e preços, com investimentos de R$ 831 milhões no trimestre focados em modernização e descarbonização.

A receita cresceu 26% ano a ano para US$ 1.802,1 milhões, impulsionada pela alta do preço do ouro a US$ 3.460 por onça, enquanto o lucro líquido avançou 65% para US$ 584,9 milhões.

Ebitda ajustado totalizou R$ 2,7 bilhões, com a Operação América do Norte registrando seu melhor trimestre em dois anos e investimentos planejados de R$ 4,7 bilhões para 2026.

Vendas internas crescem 18,2% e chegam a R$ 20 bilhões, enquanto exportações enfrentam pressão nos mercados norte-americano e europeu.

China recuou 4,6% ante setembro de 2024, enquanto Brasil registrou queda de 3,2%, integrando uma contração que também afeta Europa, Ásia e CIS, com exceção de Estados Unidos e Oriente Médio.
Consumo doméstico de máquinas caiu 10,7%, com retração tanto em equipamentos de fabricação nacional (-13,2%) quanto importados (-7,2%), sinalizando maior cautela nos investimentos do setor industrial, agrícola e de infraestrutura.

Crescimento impulsionado pelos blocos de granito e quartzo, cujos preços subiram 15% e 6,8%, respectivamente, no período.

Fluxo de caixa livre saltou para US$ 403 milhões no trimestre, impulsionado pela expansão da Sukari, no Egito, e pela contenção de custos em cenário de preços mais altos do metal.

Receita foi puxada pela venda de ativos da empresa, que cresceu 152% no período, beneficiando a expansão da maior rede de seminovos multimarcas de linha amarela do Brasil.

Faturamento do setor cresceu 13,1% em março ante o ano anterior, impulsionado por forte demanda interna, embora as exportações tenham avançado apenas 2,6%.

Perspectiva negativa é justificada por desaceleração do PIB chinês a 3%-4% em 2025 e tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos.

Receitas líquidas somaram R$ 22,9 bilhões em fevereiro, com destaque para o crescimento de 21,6% no mercado doméstico, enquanto exportações caem 10% por enfraquecimento para América do Norte.

Crescimento é puxado pela receita líquida (32,3%) e consumo aparente (37,6%), enquanto setor gera 400,2 mil empregos com 74,9% de capacidade instalada utilizada.

A queda foi impulsionada pelos preços do lítio e do vanádio, que desabaram 65% e 23% respectivamente, mas o segmento de tecnologia compensou com desempenho recorde.

Redução foi impulsionada por eficiências de projeto identificadas no portfólio, afetando tanto investimentos em crescimento quanto em minerais para transição energética.

Déficit de US$ 16,4 bilhões em 2024 resultado do crescimento de 10,6% nas importações, que superou o recuo de 5,5% nas exportações.

Vendas acumulam 60 milhões de toneladas no ano, impulsionadas pela expansão do Minha Casa, Minha Vida, mas pressões inflacionárias e aumento de juros reduzem confiança do setor para os próximos meses.

Receita interna cresceu 6,5%, enquanto o déficit comercial atingiu US$ 1,3 bilhão em outubro, impulsionado pelo aumento de 32,4% nas importações.

Empresa atingiu 131 mil toneladas vendidas de laminados de aço no trimestre, impulsionada pela demanda na construção civil nas regiões Sudeste, Sul e Nordeste.

Crescimento foi impulsionado principalmente por receita orgânica, enquanto empresa consolida posição com menor custo de dívida do setor e elevação de rating de crédito.

Resultado foi impulsionado pela mina Candelaria, que produziu 50 mil toneladas de cobre no terceiro trimestre, e pela expansão em Caserones, cuja participação aumentou de 51% para 70%.

A operação Brasil teve o melhor desempenho em oito trimestres, com Ebitda impulsionado pela redução de custos e otimização de ativos, mas impactada por importações excessivas.

Queda atribuída principalmente ao sequenciamento planejado da mina de Paracatu e menor recuperação em Round Mountain, parcialmente compensada pelo início de operações em Manh Choh.

Aumento foi impulsionado pelos preços mais elevados do zinco e cobre na LME, enquanto o lucro ajustado alcançou US$ 183 milhões no trimestre.

Laminados puxaram o crescimento com 7,0%, enquanto exportações encolheram 13,1% e importações avançaram 24% nos primeiros nove meses do ano.

Recuperação foi impulsionada pelo aumento dos preços da alumina e custos menores de matéria-prima, enquanto empresa executa venda de participação na Ma'aden por US$ 1,1 bilhão.

Produção de 91 milhões de toneladas no terceiro trimestre marcou o melhor resultado desde 2018, levando a empresa a elevar sua projeção anual para 323-330 milhões de toneladas.

Receita interna ficou estável, mas exportações caíram 35,4% e o déficit comercial chegou a US$ 1,6 bilhão, com redução de 394 mil empregos.

No primeiro semestre, o EBITDA atingiu US$ 13 milhões com investimentos contínuos em desenvolvimento das minas de Coringa e Palito, incluindo novas instalações de britagem e classificação.

Receita líquida interna sofreu queda de 11,4% em comparação a julho de 2023, enquanto as exportações cresceram 14,2% no mesmo período.

Receita atingiu US$ 720,8 milhões e volume 1,27 milhão de toneladas de janeiro a julho, impulsionados pelas chapas de quartzitos e quartzo natural, com aumento de 28,7%.

Relatório Global Mine 2024 aponta queda de 6% nas receitas e 36% no lucro líquido das 40 maiores mineradoras, com transformação digital e minerais críticos como estratégias de recuperação.

Lucro líquido cresceu 10% no trimestre para R$ 515 milhões, enquanto investimentos somaram R$ 679 milhões focados em modernização de fábricas e redução de emissões.

Crescimento impulsionado por melhoria operacional em Minosa e alta nos preços dos metais, com projeto Borborema previsto para iniciar produção no primeiro trimestre de 2025.

EBITDA ajustado de US$ 200 milhões no segundo trimestre é impulsionado por preços mais altos do zinco e melhores margens operacionais na mina de Aripuanã.

No primeiro semestre, setor registrou faturamento de R$ 122,8 bilhões, queda de 16,4% sobre 2023, com redução de 1,3% nos postos de trabalho.

Ebitda ajustado consolidado caiu 40,6% para R$ 247 milhões, pressionado pela desvalorização do real, custos de matérias-primas e importações chinesas.

A variedade de gemas naturais brasileiras — como ametista, topázio imperial e água-marinha — reforça o País como um dos principais fornecedores de pedras preciosas do mundo e atrai investidores da alta joalheria internacional.

Queda influenciada pelos impactos das inundações no Rio Grande do Sul, embora o setor mantenha otimismo com perspectivas de aquecimento da construção no segundo semestre.

No primeiro quadrimestre de 2024, a produção de intermediários caiu 11,9% ante igual período do ano anterior, embora as entregas totais tenham crescido 1% no mercado interno.

Exportações caíram 20,5% e importações cresceram, ampliando o rombo para US$ 1,492 bilhão e reduzindo os postos de trabalho em 1,6%.

Receita interna caiu 31,7% em abril, enquanto exportações cresceram 22,7%, mas não foram suficientes para compensar a queda geral e o aumento no déficit comercial.

Vendas de US$ 67,1 bilhões e lucro por ação de US$ 20,12 marcam melhor resultado em quase um século, com serviços atingindo recorde de US$ 23 bilhões.

No trimestre, a empresa investiu R$ 413 milhões em modernização e descarbonização, com destaques para projetos em novos negócios como Viter e Verdera em Itaperuçu (PR).

Resultado alcançado em trimestre impactado pela sazonalidade e queda nos preços do minério, mas com perspectiva de recuperação nos próximos períodos.

Trimestre teve Ebitda ajustado de R$ 2,8 bilhões, com margem de 17,4%, impulsionado pela demanda norte-americana e operações resilientes.

Receita interna caiu 28,1% e déficit comercial atingiu US$ 1,4 bilhão em março, com saldo do trimestre prejudicado por queda de 21,3% no faturamento total.

Queda de 47% no Ebitda ajustado foi impulsionada pela volatilidade do preço do minério de ferro e desvalorização do aço no mercado internacional, mas Siderurgia reverteu resultados anteriores.

Ebitda proforma ajustado ficou em US$ 3,5 bilhões, pressionado pelos menores preços realizados de finos de minério de ferro, apesar do crescimento de 15% nas vendas do produto.
