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Produção chegou a 72,6 mil toneladas no trimestre, enquanto EBITDA saltou para R$ 44,1 milhões com margem em recuperação.

Os investimentos incluem R$ 116 milhões em programa de geologia e uma nova fábrica de Ferro-Cromo Alto Carbono cujo primeiro forno deve operar em 2029.

Contrato de 15 anos prevê fornecimento de 22 MW médios em 2025 e 33 MW médios a partir de 2026, com geração proveniente do parque fotovoltaico Sol de Jaíba.

No quarto trimestre, o crescimento foi sustentado por aumento de 8,0% no volume de vendas e ganhos cambiais, apesar da queda de 8,4% no preço médio das ligas em dólar.

Ebitda ajustado chegou a R$ 127,1 milhões, impulsionado pelo aumento de 7,7% no volume de vendas e valorização do dólar, enquanto a receita líquida cresceu 14,5%.

Produção de ferroligas recuou 2,7% no segundo trimestre devido às quedas em ligas de cromo e silício, enquanto o EBITDA cresceu 26,9% em relação ao trimestre anterior.

Produção cresceu 9,3% em relação ao primeiro trimestre de 2023, com aumento de 17,0% nas ligas de silício, enquanto vendas recuaram 14,1% no mesmo período.

Receita líquida recuou 22,4% no período, totalizando R$ 2.435,1 milhões, enquanto EBITDA ajustado caiu 64,6% em relação a 2022.

Parceria cria empresa sediada em Minas Gerais para cultivar eucalipto e produzir carvão vegetal, com contrato de fornecimento de 35 anos envolvendo 20 mil toneladas anuais.

Investimento em projetos de expansão e modernização, impulsionado também pela produção 24h da unidade metalúrgica após acordo com a CHESF em agosto.

Receita caiu 12,6% no trimestre devido à queda de 7,4% no volume de vendas e redução de 4,8% no preço médio das ferroligas em dólar.

Contratos preveem suprimento na modalidade Flat de 90 MW médios até 2024 e 55 MW médios a partir de 2025, permitindo operação em horário de ponta.

Memorando garante o fornecimento de 35MW médios anuais a partir de 2025, condicionado à aprovação do CADE e demais autoridades regulatórias.

Vendas cresceram 10% no primeiro trimestre, impulsionadas por aumento de 44,9% nas exportações, enquanto a receita se manteve estável em R$ 716,4 milhões.

Receita líquida alcançou R$ 3,129 bilhões com impacto positivo da alta de 42% nos preços das ferroligas em dólar, enquanto investimentos cresceram 104,7% para R$ 260,2 milhões no ano.

Receita líquida cresceu 42% para R$ 2.424,8 milhões, impulsionada principalmente pela alta de 58,7% no preço médio das ferroligas e pela intensificação das exportações.

Crescimento da receita foi impulsionado pela alta de 76,2% no preço médio das ferroligas e incremento de 28% nas exportações, enquanto lucro líquido atingiu recorde histórico de R$ 633,2 milhões no semestre.

Receita líquida alcançou R$ 737,7 milhões no primeiro trimestre de 2022, crescimento de 42,6% na comparação anual.

Receita líquida atingiu R$ 2,389 bilhões, impulsionada pela alta de 44,7% no preço médio das ferroligas e valorização do dólar.

O resultado foi influenciado majoritariamente pela alta de 32,1% no preço médio, em dólar, dos principais produtos da empresa.
